Hoje venho descrever um fato muito importante. A criação de algo tão absoluto e importante quanto a vida em si. Esse algo guarda muitos segredos, memórias e lembranças. Vim falar sobre tudo que pondera de maneira insignificantemente inesquecivel sobre o social e o anti-social. Sempre com furor e muito âmago de sabedoria. O que falta em mim e em você está dentro desse objeto tão magnifico. Vim diante de vós dizer sobre poder e precisão, estar e não estar, e principalmente, caber ou não caber. Tudo que tem cabimento pode ser posto perante seu interior e trancafiado sob sua incapaz maneira inocente. Dizem as más linguas que quando um felis catus tem sua mira voltada para tal procedente, tal criatura não há de retroceder e nem desviar, ela irá e com condolencia felina, de fato, entrará em tal bom-advento. Mas me recolocando em um caminho cujo este foi a principal absoluta na idealização linear desse devido texto. Tal dádiva é criada e realizada através de mágoas e distrações lombares por parte de indíviduos que provem a habilidade de, através de celulose e talvez manofatura, fábricar esse instrumento de prover espaços. Sim, meus amigos, eu estou falando de impróprias caixas! Eu amo caixas, admiro-as, compro-as. Obrigado por existirem... Estou dentro de uma!
Autor: Paulo Coeio
domingo, 16 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Frase do célebre Kronos
"Quanto mais DP uma pessoa tiver, mais confiável ela será."
Assim sendo, votem no Randon. Ele com certeza não saberá te roubar.
Assim sendo, votem no Randon. Ele com certeza não saberá te roubar.
Previsão do Futuro Equipe C. - 2° Semestre 2013
Agosto:
Kronos envia por acidente fotos dele nu lavando carrinhos de bebês para professor mais amado da história do departamento.
Professor comete suicício.
Buda suicida Kronos.
Com sucesso.
Mestre C. ressucita Kronos.
E suicida ele também.
Com sucesso.
Setembro:
Sprite imprime fotos dele nu lavando a calçada, e envia para o que sobrou de Kronos.
Sprite é preso por atentado ao pudor.
Espírito de Kronos se suicida.
Megazord se autopromove na Liban.
Ânus incandescente imprime as fotos de Sprite e Kronos, e as coloca nas paredes do viaduto.
Buda suicida Ânus incandescente.
Steam bloqueia usuário Ânus incandescente.
Outubro:
Randon se elege como o mais inteligente da sua turma.
Em uma eleição onde ele apenas vota, o resultado no entanto, aponta para o segundo turno.
14 se afasta dos demais membros da Equipe C., envergonhado.
Mas sai dançando.
Tropeça, bate a cabeça, perde a memória, e quando acorda no hospital, é convencido por Randon que ele e Renanzim são seus pais.
Pais maternos, curiosamente.
Acidentalmente, Sprite acredita piamente nesta versão.
De acordo com o agente: "As semelhanças são impressionantes, ainda mais analisando pelo escopo do aniversário dos Bodes albinos de Machadinho D'Oeste".
Novembro:
Sprite é flagrado por satélites da Nasa tentando estudar, nu.
Mas ficam tranquilos ao perceber que erraram na angulação, e flagraram outra pessoa.
Mesmo assim, Renanzim é preso.
Megazord se inscreve para comercial de desodorantes para motociclistas.
É reprovado por 14.
14 depila cabelos das axilas, para implantá-los nas narinas.
Com sucesso, e se torna assunto nacional.
E herói do município onde reside.
Só que não.
14 é linchado.
E volta a ser amiguinho da Equipe C.
Dezembro:
É linchado novamente.
Sprite se candidata para prefeito do município.
Mas não sabe votar, é analfabeto e arrota.
É eleito.
Município deixa de existir.
Randon é capa da Forbes.
Após colar uma foto dele na capa original.
Cola, de qualidade questionável, não dura mais do que 47 segundos.
Randon ingere própria foto, para ficar parecido com ele mesmo.
Buda começa a prever o futuro.
Futuro fale.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Previsão do Futuro Equipe C - 1° Semestre 2013
Janeiro:
Sprite tranca o curso.
Buda decide parar de usar Steam.
Buda é internado às pressas, na Steam.
Ânus incandescente ingressa oficialmente na Equipe C, após atingir a cota mínima de 10 DPs vergonhosas.
Megazord descobre que esqueceu de se matricular no Projeto Final no semestre passado.
Renanzim descobre que esqueceu de passar no vestibular.
Jhon esquece de defecar.
Só que não.
Fevereiro:
Buda vira investidor da bolsa de valores.
Nova crise de 29 acontece.
Steam oferece 2 jogos gratuitos de livre escolha, a cada mês, para Buda desistir de fazer qualquer coisa.
Buda aceita.
Aceitação fale.
Jhon vira cantor gospel.
14 dança o que virá a ser um CD disso no futuro.
14 vai parar em famoso programa dominical, Pesca&Cia.
Após edição, aparição do agente é anulada no programa.
No lugar, Renanzim é detido.
Março:
Kronos comemora o aniversário da cidade, nu, em cidade vizinha.
Detido e com sentença de prisão perpétua.
Renanzim é detido no lugar.
Megazord se codifica e passa a ser um char de Dota 2.
Vive feliz pelo resto da eternidade.
Mestre C. exige a unificação do Brasil com a Indonésia.
Pedido é atendido, ainda que leigos não saibam.
Sprite se vende no mercado livre.
Recebe o calote.
E se torna escravo de um ornitorrinco.
Abril:
14 comemora seu aniversário judaico.
14 comemora a beatificação de Sprite na religião C.
No entanto, tal fato não aconteceu.
Eleições presidenciais ocorrem na Equipe C. para decidir quem será novo Mestre C.
Candidatos são C. , Carmem Miranda, Chimbinha, Credilei e Buda.
Eleições falem.
C. é eleito novo Mestre C., pois apenas ele tinha direito a voto.
Randon compra 4-pack de DPs na Steam.
Jhon cria conta apenas para adquirir também.
Compra seis 4-pack.
Maio:
Kronos se recorda do dia 9 de fevereiro de 2004.
Nada ocorreu neste dia.
Sprite sofre de abstinência de reprovações.
Buda reprova Sprite.
Reprovação fale.
Automaticamente, todos os agentes se formam.
Randon consegue RER.
14 depila as mãos para participar de Dança dos Famosos.
Sem sucesso, pois mundo acabou.
Junho:
Jhon comemora festa junina ouvindo metal gospel.
É expelido do planeta.
14 posa para revista masculina.
Buda realiza sonho particular de lamber os cotovelos.
Para isso, quebra seus próprios braços.
Randon se matricula em disciplina extracurricular com justificativa "Dota 2"
Infelizmente, é recusado.
Julho:
Equipe C. comemora recuperações.
Para isso, se ausentam nas avaliações.
Buda se transforma em espírito de Natal.
Assombra Randon.
Randon tenta devorar Buda, ao confundi-lo com sua cueca perdida.
Tal evento foi absolutamente lógico.
14 filma.
Jhon também.
Jhon se declara para ele mesmo.
E toma fora.
14 filma Gangnam Style, durante aula.
Junto com Sexy Sax Man.
Durante aula de como pegar DPs, ministrada por Randon.
Sprite tranca o curso.
Buda decide parar de usar Steam.
Buda é internado às pressas, na Steam.
Ânus incandescente ingressa oficialmente na Equipe C, após atingir a cota mínima de 10 DPs vergonhosas.
Megazord descobre que esqueceu de se matricular no Projeto Final no semestre passado.
Renanzim descobre que esqueceu de passar no vestibular.
Jhon esquece de defecar.
Só que não.
Fevereiro:
Buda vira investidor da bolsa de valores.
Nova crise de 29 acontece.
Steam oferece 2 jogos gratuitos de livre escolha, a cada mês, para Buda desistir de fazer qualquer coisa.
Buda aceita.
Aceitação fale.
Jhon vira cantor gospel.
14 dança o que virá a ser um CD disso no futuro.
14 vai parar em famoso programa dominical, Pesca&Cia.
Após edição, aparição do agente é anulada no programa.
No lugar, Renanzim é detido.
Março:
Kronos comemora o aniversário da cidade, nu, em cidade vizinha.
Detido e com sentença de prisão perpétua.
Renanzim é detido no lugar.
Megazord se codifica e passa a ser um char de Dota 2.
Vive feliz pelo resto da eternidade.
Mestre C. exige a unificação do Brasil com a Indonésia.
Pedido é atendido, ainda que leigos não saibam.
Sprite se vende no mercado livre.
Recebe o calote.
E se torna escravo de um ornitorrinco.
Abril:
14 comemora seu aniversário judaico.
14 comemora a beatificação de Sprite na religião C.
No entanto, tal fato não aconteceu.
Eleições presidenciais ocorrem na Equipe C. para decidir quem será novo Mestre C.
Candidatos são C. , Carmem Miranda, Chimbinha, Credilei e Buda.
Eleições falem.
C. é eleito novo Mestre C., pois apenas ele tinha direito a voto.
Randon compra 4-pack de DPs na Steam.
Jhon cria conta apenas para adquirir também.
Compra seis 4-pack.
Maio:
Kronos se recorda do dia 9 de fevereiro de 2004.
Nada ocorreu neste dia.
Sprite sofre de abstinência de reprovações.
Buda reprova Sprite.
Reprovação fale.
Automaticamente, todos os agentes se formam.
Randon consegue RER.
14 depila as mãos para participar de Dança dos Famosos.
Sem sucesso, pois mundo acabou.
Junho:
Jhon comemora festa junina ouvindo metal gospel.
É expelido do planeta.
14 posa para revista masculina.
Buda realiza sonho particular de lamber os cotovelos.
Para isso, quebra seus próprios braços.
Randon se matricula em disciplina extracurricular com justificativa "Dota 2"
Infelizmente, é recusado.
Julho:
Equipe C. comemora recuperações.
Para isso, se ausentam nas avaliações.
Buda se transforma em espírito de Natal.
Assombra Randon.
Randon tenta devorar Buda, ao confundi-lo com sua cueca perdida.
Tal evento foi absolutamente lógico.
14 filma.
Jhon também.
Jhon se declara para ele mesmo.
E toma fora.
14 filma Gangnam Style, durante aula.
Junto com Sexy Sax Man.
Durante aula de como pegar DPs, ministrada por Randon.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Info
Vocês quem pensavam que o blog que relata as aventuras dos agentes C. havia terminado? Pois praticamente acertou, mas como o vagabundo que aqui posta, errou.
Várias pessoas inexistentes perguntaram como será o futuro dos agentes C. mesmo com esta bela equipe se desfragmentando já a partir de 2013, quando o mundo tiver terminado para os leigos.
Mas não fiquem tristes, fui para o futuro e em breve irei revelar o que você irão perder após morrer no fim deste ano.
E a história atual também terá um fim, mas isso vocês já deverão estar mortos até lá.
Quer continuar vivo? Pegue muitas DPs, seja uma geleira eterna da burrice e ignorância e ingresse já na Equipe C.
Abraços.
Várias pessoas inexistentes perguntaram como será o futuro dos agentes C. mesmo com esta bela equipe se desfragmentando já a partir de 2013, quando o mundo tiver terminado para os leigos.
Mas não fiquem tristes, fui para o futuro e em breve irei revelar o que você irão perder após morrer no fim deste ano.
E a história atual também terá um fim, mas isso vocês já deverão estar mortos até lá.
Quer continuar vivo? Pegue muitas DPs, seja uma geleira eterna da burrice e ignorância e ingresse já na Equipe C.
Abraços.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Capítulo 23 - Ignorância além dos limites
Em algum lugar da construção:
-Nós precisamos agilizar o nosso plano. Os agentes C. já estão aqui. Eles não podem resgatar esta coisa aí (e apontou pejorativamente para Kronos).
O homem que havia dito isso usava uma máscara de Pikachu, e roupas de Sailor Moon, causando uma ótima impressão inicial de seriedade para qualquer um que o conhecesse. Aparentemente, ele era o líder. Mas na verdade era apenas o lixeiro, sem poder de voto, confiança, muito menos importância para o grupo. Era apenas mais um.
Os demais formavam um grupo que nem mesmo eles sabiam ao certo a utilidade, mas de alguma forma, lutavam juntos, sob um mesmo ideal, mesmo sendo inexistente. Todos usavam roupa azul, mas que diferiam nos tipos. Dois usavam sobretudo, um usava vestido, outros dois apenas camisa (apenas), um baby look, e o outro uma roupa de coelho.
Kronos estava trancafiado em uma jaula, com uma gaita, uma foto dele mesmo nu, e um manga qualquer. Os homens voltaram a conversar, desta vez direcionados a Kronos:
-Você possui um dom raro. Ninguém no universo possui a sua habilidade de reconhecer uma pessoa ignorante. Ela não precisava falar nada, basta que você tenha empatia por ela que automaticamente a pessoa é ignorante. Nós precisamos desta habilidade. Queremos erradicar todos os burros do planeta, para construirmos novamente o império da raça humana, que foi posto em risco graças aos seus amigos imbecis. Queremos que você nos descreva como são seus amigos, agora:
-Eu não irei falar nada dos meus amigos. Eles são como irmãos para mim, eu jamais os trairia. E outra, vocês sabem muito bem reconhecer a ignorância de uma pessoa, porque precisariam de mim para isso?
-Chefe, para ele os considerar irmãos, é porque estes agentes são realmente uns idiotas, com certeza revolucionam na escala da burrice. Precisamos tomar cuidado.
O líder do grupo (vestido de coelho), se aproximou da jaula, e começou a falar:
-Sim, eu sei reconhecer uma coisa ignorante. Mas apenas os mais potenciais. Quando seu amigo causou esta catástrofe no mundo, a ignorância dele era tão baixa que eu não consegui detectar. Mas você pode, e você irá me dar a localidade de cada um deles. Os seus amigos, eu já sei de tudo sobre cada um. Randon é aquele ignorante clássico, que acredita piamente no coelho da páscoa e acha que a Terra é quadrática. Buda, por outro lado, é um ignorante enigmático, quando você pensa que ele agirá como um idiota, ele é esperto, quando você pensa que ele é esperto, ele estraga tudo. Sprite é um ignorante completo, quando você pensa que ele agirá como um idiota, ele age, e nunca se espera que ele seja esperto, e ele nunca é mesmo. Renanzim é um ignorante baseado em fatos reais, a cada dia surpreende a si mesmo e aos amigos com erros fatais que sempre colocam em risco tudo ao redor. 14 é um ignorante baseado no tempo, enquanto houver o número 14, ou algum derivado deste número no horário, ele age de forma inteligente, só que depois disso, toda a burrice acumulada explode de uma forma descomunal, se tornando letal. Jhon é um ignorante cagado, literalmente. E você, Kronos, sua ignorância é a mais perigosa de todas, você acumula a ignorância aprendida com seus amigos, tornando a sua uma potência muito perigosa.
-Meus amigos vão me salvar, vocês vão ver.
Todos riram no local, até mesmo Kronos, apesar de não entender o motivo. O líder novamente voltou a falar:
-Eles irão salvá-lo? Então veja bem como eles se saem logo no primeiro desafio que eu coloquei no caminho deles.
Na entrada da construção:
-Porra Randon, vai te fuder, eu falei que logaritmo não se encontra com palitinhos, merda. - xingava Sprite.
Era uma porta, que possuia algum sistema automático de trava, e um papel com um enigma: "Encontrem log 10 na base 10, e o resultado abrirá a porta. Quando terminarem, verifiquem se o resultado está correto, para isso, basta ficar de ponta cabeça e lerem a resposta".
4 horas depois, os agentes ainda não haviam obtido sucesso. Randon usava em si mesmo uma taser que ele havia achado no chão, e após 6 usos, acabou explodindo. Buda estava cochilando. Renanzim, Jhon e 14 discutiam qual a pior aula que eles já haviam tido. Sprite olhava para a porta, ele sentia que conseguia resolver aquele grande problema. Respirou profundamente por 3 vezes, fechou seus olhos, pensou no problema com calma e, por fim, concluiu que não sabia a resposta.
14 olhou para a porta, e com suas cartilagens no lugar de ossos, ficou apenas com a cabeça de ponta cabeça (uma cena bizarra e erótica ao mesmo tempo). Falou em voz alta:
-A resposta é irrelevante. Aqui diz, a porta sempre esteve aberta, idiotas.
Assim, os agentes entraram no local...
CONTINUA!!!
-Nós precisamos agilizar o nosso plano. Os agentes C. já estão aqui. Eles não podem resgatar esta coisa aí (e apontou pejorativamente para Kronos).
O homem que havia dito isso usava uma máscara de Pikachu, e roupas de Sailor Moon, causando uma ótima impressão inicial de seriedade para qualquer um que o conhecesse. Aparentemente, ele era o líder. Mas na verdade era apenas o lixeiro, sem poder de voto, confiança, muito menos importância para o grupo. Era apenas mais um.
Os demais formavam um grupo que nem mesmo eles sabiam ao certo a utilidade, mas de alguma forma, lutavam juntos, sob um mesmo ideal, mesmo sendo inexistente. Todos usavam roupa azul, mas que diferiam nos tipos. Dois usavam sobretudo, um usava vestido, outros dois apenas camisa (apenas), um baby look, e o outro uma roupa de coelho.
Kronos estava trancafiado em uma jaula, com uma gaita, uma foto dele mesmo nu, e um manga qualquer. Os homens voltaram a conversar, desta vez direcionados a Kronos:
-Você possui um dom raro. Ninguém no universo possui a sua habilidade de reconhecer uma pessoa ignorante. Ela não precisava falar nada, basta que você tenha empatia por ela que automaticamente a pessoa é ignorante. Nós precisamos desta habilidade. Queremos erradicar todos os burros do planeta, para construirmos novamente o império da raça humana, que foi posto em risco graças aos seus amigos imbecis. Queremos que você nos descreva como são seus amigos, agora:
-Eu não irei falar nada dos meus amigos. Eles são como irmãos para mim, eu jamais os trairia. E outra, vocês sabem muito bem reconhecer a ignorância de uma pessoa, porque precisariam de mim para isso?
-Chefe, para ele os considerar irmãos, é porque estes agentes são realmente uns idiotas, com certeza revolucionam na escala da burrice. Precisamos tomar cuidado.
O líder do grupo (vestido de coelho), se aproximou da jaula, e começou a falar:
-Sim, eu sei reconhecer uma coisa ignorante. Mas apenas os mais potenciais. Quando seu amigo causou esta catástrofe no mundo, a ignorância dele era tão baixa que eu não consegui detectar. Mas você pode, e você irá me dar a localidade de cada um deles. Os seus amigos, eu já sei de tudo sobre cada um. Randon é aquele ignorante clássico, que acredita piamente no coelho da páscoa e acha que a Terra é quadrática. Buda, por outro lado, é um ignorante enigmático, quando você pensa que ele agirá como um idiota, ele é esperto, quando você pensa que ele é esperto, ele estraga tudo. Sprite é um ignorante completo, quando você pensa que ele agirá como um idiota, ele age, e nunca se espera que ele seja esperto, e ele nunca é mesmo. Renanzim é um ignorante baseado em fatos reais, a cada dia surpreende a si mesmo e aos amigos com erros fatais que sempre colocam em risco tudo ao redor. 14 é um ignorante baseado no tempo, enquanto houver o número 14, ou algum derivado deste número no horário, ele age de forma inteligente, só que depois disso, toda a burrice acumulada explode de uma forma descomunal, se tornando letal. Jhon é um ignorante cagado, literalmente. E você, Kronos, sua ignorância é a mais perigosa de todas, você acumula a ignorância aprendida com seus amigos, tornando a sua uma potência muito perigosa.
-Meus amigos vão me salvar, vocês vão ver.
Todos riram no local, até mesmo Kronos, apesar de não entender o motivo. O líder novamente voltou a falar:
-Eles irão salvá-lo? Então veja bem como eles se saem logo no primeiro desafio que eu coloquei no caminho deles.
Na entrada da construção:
-Porra Randon, vai te fuder, eu falei que logaritmo não se encontra com palitinhos, merda. - xingava Sprite.
Era uma porta, que possuia algum sistema automático de trava, e um papel com um enigma: "Encontrem log 10 na base 10, e o resultado abrirá a porta. Quando terminarem, verifiquem se o resultado está correto, para isso, basta ficar de ponta cabeça e lerem a resposta".
4 horas depois, os agentes ainda não haviam obtido sucesso. Randon usava em si mesmo uma taser que ele havia achado no chão, e após 6 usos, acabou explodindo. Buda estava cochilando. Renanzim, Jhon e 14 discutiam qual a pior aula que eles já haviam tido. Sprite olhava para a porta, ele sentia que conseguia resolver aquele grande problema. Respirou profundamente por 3 vezes, fechou seus olhos, pensou no problema com calma e, por fim, concluiu que não sabia a resposta.
14 olhou para a porta, e com suas cartilagens no lugar de ossos, ficou apenas com a cabeça de ponta cabeça (uma cena bizarra e erótica ao mesmo tempo). Falou em voz alta:
-A resposta é irrelevante. Aqui diz, a porta sempre esteve aberta, idiotas.
Assim, os agentes entraram no local...
CONTINUA!!!
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Capítulo 22 - Sem saco pra pensar em nome de capítulo
Os dois robos trocavam socos e chutes, em uma luta parelha. Credilei e Sprite tiravam uma ferrenha batalha de par ou ímpar, também equilibrada. Como os dois perderam na partida de par ou ímpar, partiram para a ignorância, trocando golpes. Credilei puxou um violão de sua mente e começou a tocar Credilei's Song, paralizando tudo que estava no alcance da música, inclusive o megazord aliado de Sprite. Com todos paralizados, Credilei puxou alguns fios de seus cabelos, e destes fios nasceram cópias dele mesmo, que atacaram Sprite, e ao entrar em contato com o agente, explodiram.
Bastante ferido, o agente tentava levantar, mas foi atingido por um novo golpe do rei, Credilei's Beautiful Punch. O impacto foi tão potente que levantou muita poeira com os escombros que criou no chão. O megazord do agente também estava com forte desvantagem, pois ainda estava imobilizado. Apenas apanhava, imóvel. Era questão de tempo para cair derrotado.
Credilei começou a caminhar na direção dos demais agentes, que também estavam sob o efeito de paralisia. Entretanto, do meio da poeira saiu uma esfera de luz branca que atingiu o rei em cheio, jogando-o para longe e desfazendo o efeito da paralizia.
Antes que a luta retomasse, ouviram uma voz gritando, furiosa:
- BBAufbuafbauufbUbUBuUFBubUFUbf!!!
- Quê? - respondeu Credilei e Sprite.
- ABUAbsuaUAbausbausbsaUAFFBUfbaUb aubau bfuabau bfua bufbau BAufb aUb aua babfuafbu aufbaufabufbaubauf!!!
O semblante humano pulou e ficou no meio do cenário de combate. Era o Mestre. Furioso, aparentemente ele queria impedir a luta. Esta era a sensação que todos tinham, mas não sabiam afirmar ao certo. Tanto Credilei quanto os agentes C. davam atenção ao Mestre, então devia ser isso mesmo.
Uma galinha, acompanhando o Mestre, começou a falar (aquela falava):
-Vocês não podem ficar perdendo tempo brigando. Vocês lutam do mesmo lado, precisam se unir para resgatar Kronos.
-Olha, a galinha fala, hahahaha. - respondeu Renanzim.
-Não seu palhaço, eu estou miando. - retrucou a galinácea, que continuou - Meu nome é Galinha, e sou uma galinha.
-Hm...bem que eu desconfiei. - disse Jhon.
-Se você botar algum ovo e nascer um pinto, ele também irá falar? - perguntou Randon, sendo assassinado logo em seguida pela galinha.
-Como eu disse, vocês devem se esforçar em salvar o agente Kronos, ele possui uma habilidade muito rara, e precisa ser salvo com prioridade máxima.
-Ele está muito longe de nós. Não tem como chegarmos lá rapidamente sem um veículo potente. - disse 14.
-O Mestre está aqui para guiá-los.
E assim, o poderoso Mestre C. proferiu algumas palavras mágicas, e teleportou todos os agentes para perto de onde Kronos era feito refém. Antes que começassem a agir, foram novamente alertados.
-Vocês não podem falhar. O agente Kronos possui uma habilidade muito rara e desejada pelos inimigos. Ele precisa ser resgatado o quanto antes, e com segurança. A partir de agora, é com vocês. - dito isso, a galinha e o Mestre desapareceram.
Estavam diante de uma construção colossal em ruínas. E avançaram para dentro dela, sem planejamento algum, pois eram legítimos agentes C.
Continua...
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Capítulo 21 - Passa senão fede.
Por 4 dias eles andaram, mas enfim chegaram na cidade de nome de rio com saneamento básico imprudente. Lá encontraram uma cidade deserta. Sem tempo para perder, foram correndo para a faculdade. Quando chegaram lá, se depararam com uma faculdade completamente modificada, fortificada. Os saguis de outrora ainda viviam lá, mas aparentemente escravizados, ou melhor, seguindo um líder em quem acreditavam. Na parte central havia uma enorme torre, que na verdade era a caixa d'água que tinha sido reaproveitada. Uma estátua com um rosto muito conhecido era ostentado no ponto alto da torre. Era o rosto de Credilei. Em todas as possíveis entradas era visível placas e cartazes divulgado "Seja bem vindo a Credilei Empire".
Os agentes sabiam que não seria nada fácil entrar no recinto, pois os saguis provavelmente não tinham a menor saudades deles. Na realidade, quem sentiria? Buda sugeriu que eles deveriam formar um plano, mas foi ignorado por Randon, que avançou contra a faculdade correndo e gritando "Supeeeeeerrrrrrr....."
Diversos projéteis e explosivos dos mais variados tipos foram alvejados contra o agente, levantando uma cortina de fumaça. Os saguis riam entre si, acreditando ter aniquilado sem problemas o invasor.
Antes que a fumaça desaparecesse por completo, no entanto, todos os agentes da Equipe C. partiram para o ataque, usando a mesma fumaça como vantagem. Buda mirava em pontos estratégicos onde poderiam ter vários inimigos, e os incinerava. 14 havia digivolvido para uma beyblade e nocauteava diversos saguis. Sprite, Renanzim e Jhon invadiram as defesas locais, e logo todos os agentes estavam dentro da faculdade.
Porém, foram rapidamente cercados pelos pequenos saguis. Quando pensaram que haviam adquirido vantagem contra os agentes, os macaquinhos foram novamente surpreendidos pelo cavaleiro deprimente da equipe C. Randon, já transformado em Super Inframan, invadiu o recinto correndo, dando tiros com seu laser acoplado em seu calcanhar, causando danos letais em seus oponentes. Os demais agentes, aproveitaram o rebuliço e também atacaram os inimigos. Em pouco tempo, todos os oponentes cairam. Antes que pudessem ser dominados pela euforia da vitória, ouviram vozes vindas de dentro do pavilhão principal da faculdade.
-Quem ousa entrar em meus domínios?
Olharam na direção de quem havia dito tais palavras. Era uma voz conhecida. Era Credilei. Usando roupas de rei, mas que tinham como detalhes, em todas as peças, o rosto dele estampado nas roupas. Em suas costas, uma enorme capa, com um C estampado nela, e na forma de marca d'água, seu rosto.
-Credilei, a quanto tempo rapaz. - gritou Sprite, enquanto avançava em direção de seu velho amigo. Entretanto, foi intereceptado pelos saguis da guarda real do rei da faculdade, sendo atacado por múltiplos inimigos.
Em retaliação, Buda correu para incinerar o grupo de saguis, mas acertou e matou Randon acidentalmente.
-Ops, foi mal. - disse para o corpo carbonizado, mas tinha um leve sorriso maroto em seu rosto.
Mas os agentes remanescentes não ficaram parados. Atacaram com todas as forças as defesas do rei Credilei. Em uma difícil batalha travada, conseguiram uma vitória suada. Mas não contavam com uma arma secreta de Credilei. A torre central não era uma simples torre, e sim um megazord próprio do rei, que o defendia em momentos de perigo.
Contra o enorme robô, os agentes não estavam conseguindo obter nenhum sucesso. Eram forçados a recuar cada vez mais, até o momento que Jhon tropeçou e caiu no chão. O megazord tentou aplicar um soco, que iria esmagar o agente, mas antes que ele acertasse o alvo, teve seu braço mecânico segurado. Quando o robô e Credilei olharam para o defensor, viram o restaurante próximo à faculdade, em sua forma também megazord, agindo em defesa da equipe C.
-Como isso é possível? Quem é capaz de controlar isso? - gritou o rei de nome esbelto.
-Hehehe, não é apenas você que consegue controlar uma máquina destas, Credilei. - respondeu Sprite, que continuou. - Este é o meu megazord aliado para todos os momentos difíceis, que aprendi a controlar durante meu severo treinamento.
A batalha estava recomeçando apenas. Os dois robôs se encaravam, enquanto o agente estava diante do rei. Uma temível batalha estava por começar.
Mas antes disso, vamos para o nosso comercial. Vocês já utilizaram a máquina pegadora de DPs C. Jumentos Booster? Não? Pois não percam mais tempo, a partir de agora, nos próximos 5 minutos, esta verdadeira maravilha estará com 15% de desconto, e você ainda pode parcelar em até 12x sem JUROS. Imperdível, não? Não deixe para depois a oportunidade de maximizar a sua aquisição de reprovações. Sim, você pode. Seja a partir de hoje a vergonha da sua família, com o exclusivo C. Jumentos Booster. Desenvolvido pelos mais aplicados alunos servidores da burrice universal, este maravilhoso aparelho reduz em até 96%, eu disse noventa e seis por cento, o conhecimento que o usuário possuía. Não percam mais tempo, adquiram o seu C. Jumentos Booster agora. Corram, pois já estamos nas últimas unidades em estoque. Aproveitem agora!!!
Continua...
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Capítulo 20 - A arte de missangas nos cabelos das axilas.
-Como assim farejá-lo, seu bosta? - perguntou Sprite para Jhon.
-Cala a boca, seu burro. - gritou o agente - Enquanto eu fiquei sozinho durante todo este tempo, não faço ideia aonde, eu fui obrigado a desenvolver meus sentidos de uma forma que eu nunca imaginei que conseguiria. Fiquei tanto tempo trancafiado com meu consumo fecal, que consigo detectar qualquer tipo de cheiro, a anos luz de distância.
-Nossa cara, que legal. E pra que que serve isso? - perguntou novamente Sprite.
-Pra comer tua mãe, seu viado.
-Mas....mas.....isso não faz sentido....
Buda jogou um ossinho, agora para o agente não-diet, que foi correndo brincar.
-Para farejá-lo, se não me engano, você precisa conhecer o aroma dele previamente, não é mesmo, Jhon? E como conseguiremos uma amostra do cheiro dele?
-Nossa...verdade...bom, enquanto vocês pensam, vou passar verniz nas minhas unhas dos pés.
Enquanto Jhon embelezava seus próprios pés, o restante da equipe C pensava em como obter uma amostra de aroma de Kronos. Randon sugeriu procurar no google, mas não tinham internet. Renanzim sugeriu uma partida de Dota, mas também não tinha internet. 14 sugeriu dançar pole dance, e foi fazer isso. Buda acreditava que tinha algo claro que poderia ser a solução, mas não conseguia descobrir o que poderia ser. Sprite achava prudente e produtivo brincar de 'passa senão fede', e ficou fazendo isso sozinho. Randon tentava lamber o cotovelo, ele tinha certeza que se conseguisse, ele seria alguém melhor.
-Já sei! - gritou Sprite, mas foi ignorado, pois era ele.
-Já sei! - gritou Randon, mesma coisa que Sprite, entretanto.
-Já sei! - gritou Renanzim, ...
Enquanto Buda e 14 não conseguiam pensar em nada, os outros 3 agentes foram dar uma volta na cidade. Perceberam que o número de zumbis havia sido reduzido a praticamente 0, um ou outro transitava na cidade deserta. Vários cadáveres fediam nos chãos, no entanto. Aparentemente, os mortos vivos não eram imunes ao tempo, e com o passar dele, foram caindo um a um. Porém, Randon foi ver se eles ainda mordiam, e da pior forma possível descobriu que sim. Explodiu logo após isso.
-Renanzim, nós vamos precisar de algum transporte para chegarmos lá. Que tal se a gente procurar por algo que possa ser útil?
-Sim, boa ideia. Mas onde que vamos encontrar patins?
-É....eu estava pensando em algo que nos desse menos trabalho...
Na casa, os 3 ainda não haviam conseguido pensar em nada. Passado algum tempo, Renanzim e Sprite voltaram pra casa, e escutaram Buda, 14 e Jhon discutindo o que fazer. Renanzim disse para 14:
-Por que você não fareja o peão que você era aprisionado? Kronos com certeza usava as mãos dele para segurar o peão...
E Jhon fez isso, sentiu o aroma de Kronos e disse:
-Ele pode estar em dois lugares. Aqui, na casa, ou muito longe a Noroeste daqui. Mas como também tem o cheiro de 14, então ele está muito longe mesmo.
-E como nós vamos para lá? A pé? Sedex 10 novamente? Não temos o endereço exato para chegarmos lá.... - disse 14.
-Aí que vocês se enganam. Nós temos o nosso transporte já feito, pessoal. - disse em voz alta Sprite.
-E o que é?- perguntou Buda.
-Uma catapulta. - respondeu o agente, com os olhos brilhando, crente que estava sendo imponente e importante.
Buda jogou outro ossinho, e o agente foi buscar...
-Vamos para a faculdade. De lá nós podemos utilizar o transporte C. - disse o espírito de Randon.
-Ahhh, verdade, eu ouvi falar sobre isso. Eu lembro ter visto ele enquanto treinava, hehehe. - disse Sprite.
E foram. Pegaram um veículo qualquer, descobriram que não tinha mais gasolina em lugar algum, e foram a pé para a faculdade.
Continua...
terça-feira, 24 de julho de 2012
Capítulo 19 - As masmorras da paixão
Em uma casa desconhecida, chegou pela sexta vez o
moço do Sedex, de saco cheio por ter sido burro em não levar todas as
encomendas de uma vez só. Entretanto, ele havia deixado uma sétima encomenda
para trazer depois, ainda no mesmo dia. Jogou de qualquer jeito o pacote na
frente da casa.
Era uma encomenda grande. Todos os pacotes eram
enormes, e pesados. Alguns mal cheirosos. Em cada encomenda, havia um agente C.
Aos poucos, eles foram saindo de dentro das embalagens, e colocando a conversa
em dia. Mas como ninguém tinha assunto, ficaram rosnando.
Buda, Randon, Sprite, 14, Renanzim e Jhon estavam
lá. Não haviam percebido, mas Kronos ainda não estava lá. Passado algum tempo,
o carteiro veio novamente. Só que, ao invés de trazer uma encomenda contendo
Kronos, ele trouxe apenas uma carta. Entregou sabiamente para 14, que começou a
ler:
“Seu amigo foi capturado pelas forças do mal. Vocês
precisam unir o conhecimento adquirido com este tempo que passaram sozinhos, e
ajudar a resgatá-lo. Ele corre sério perigo.”
-Perigo de que? – perguntava Randon para si mesmo...
-Tá Randon, vai lá, pega o ossinho, vai. – Buda,
após falar isso, jogou um pequeno osso para o agente ir brincar. – Como nós
vamos encontrá-lo? Sequer sabemos onde estamos.
-Nós estamos em uma casa. – respondeu Jhon.
-Sério, e como você sabe? – insistiu Buda.
-Porque está escrito na placa: “Aqui é uma casa”.
-Nossa, é muito sua cara esta residência, seu
idiota. Eu não me surpreenderia se fosse você que morasse aqui...
-Mas é a minha casa mesmo, caralho. Vamos entrar um
pouco, tenho que depilar minhas unhas dos pés.
-Jhon, eu acho que você quiser dizer outra coisa, né,
amigo? – disse 14.
Quando entraram, o agente óbvio foi buscar cera
quente, passou em suas unhas, e começou a se depilar. Do lado de fora da casa,
ouviram uma explosão, mas logo constataram que não era nada demais, apenas
Randon que tinha morrido para um ovni.
14 resolveu começar a conversa com uma pergunta
direta: “Qual amigo mesmo que está faltando?”.
E começaram a pensar. Sem sucesso. Não conseguiam se
lembrar de nenhum amigo ausente naquele lugar, fora o falecido do capítulo, mas
que também não fazia falta para eles. Passados alguns minutos, o carteiro
novamente bateu na porta da casa, desta vez para entregar um bilhete. Entregou
para Jhon.
O agente engoliu e comeu o papel. Uma hora depois,
veio o carteiro, com uma escopeta nas mãos, entregar aquele que ele adoraria
ser a última carta do dia. Mas era um telegrama legal do Gugu, que por ser
zumbi, foi incinerado por Buda. Em seus restos mortais, havia um bilhete ainda
não carbonizado, que 14 pegou e leu: “Quem está faltando é o Kronos, porra”.
O agente deu uma olhada na janela da casa e viu um
idiota mumificado escrevendo os bilhetes, que saiu correndo quando viu que foi
detectado. Nenhum dos agentes quis ir atrás da múmia, estavam preocupados mesmo
era se Kronos estava se alimentando bem.
-Onde será que ele pode estar? Como vamos encontrá-lo
se sequer sabemos para onde ele foi levado? – perguntava Renanzim.
-Eu sei como encontrá-lo. – afirmou Jhon, já com as unhas
dos pés impecáveis.
-Como? – perguntou Sprite.
-Eu vou farejá-lo. – respondeu o moço das unhas dos
pés recém-depiladas.
Continua...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Capítulo 18 - Eu sou primal
Renanzim
acordou em um lugar desértico. Além de areia tinha Renanzim. Por causa do
calor, o agente tentou fingir de morto, para ver se o sol não o via e por fim
não o castigava. Pela lógica, não deu certo. Mas na realidade, não funcionou
também. Revoltado, o agente se levantou, deu um chute na areia, e parte dela
foi parar nos olhos dele.
Mais
revoltado ainda, ele resolveu andar, pois qualquer coisa que ele fizesse, no
mínimo ele seria o culpado no fim das contas. Mas por mais que ele se
movimentasse, ele não ia para lugar algum, pelo menos ele não conseguia ter
noção de absolutamente nada. Tudo era areia. O máximo que o agente visualizou
foi uma caravana distribuindo Gatorade, mas que ele julgou irrelevante e não perdeu
tempo.
Quando
anoiteceu, veio o frio. Estrategista genial como só ele, ficou nu, pois seus
pelos corporais iriam protegê-lo. Curiosamente, não deu certo. Quando estava
quase desmaiando, teve uma epifania que na verdade era uma galinha falante.
-Este
não é seu lugar, agente. Você sacrificou todo o conhecimento que iria adquirir
em seu curso para um bem maior, combater um mal muito mais perigoso. Você
precisa sair daqui.
-Mas
como eu faço isso? Eu não faço ideia de onde estou, muito menos como sair
daqui.
-Para
conseguir sair, você terá que despertar o seu eu interior.
-Um
galo?
-Não,
seu retardado.
-O que
então?
-Outra
galinha.
Jhon, o
agente sedutor, irresistível para os insetos. Para os insetos. Ele acordou em
uma cama em um hospital desconhecido, completamente amarrado, e em seus dois
braços eram injetados algo que ele não sabia afirmar ao certo o que era.
Mas ele
sabia que estava sofrendo de uma vontade irresistível de evacuar. E como não
tinha ninguém mesmo, mandou ver, nas calças, do jeito que a criançada gosta.
Passadas
4 horas, a torneira anal não havia cessado. Cagava com gosto, sem misericórdia,
sem perdão, com fúria, bravura e honra. Saia aos jatos, litros, parecia
petróleo, mas era menos valoroso (infinitamente menos). Uma fada dos dentes
entrou voando pelo quarto, com 3 máscaras tampando suas narinas, e começou a
falar:
-É
impressionante o resultado. Aplicamos doses cavalares de remédios para prender
seu intestino, e você não para. É uma verdadeira fábrica de merda.
-Você
não sabe como isso é bom.
-Você é
que não sabe o quão ruim isso é para você. Quando eu sair deste quarto, ele não
terá mais nenhuma saída nem entrada (i/o bound?, precisava mencionar isso).
Assim, você morrerá com seu próprio veneno.
E a fada
saiu. A princípio Jhon continuou mandando ver, sem hesitar, com gosto. Mas aos
poucos, o mar marrom e aromatizado foi inundando o quarto, e o agente entrou em
desespero, o que intensificou a diarreia.
-Merda,
eu não acredito que vou ter a morte mais vergonhosa da história da humanidade.
Eu vou morrer afogado na minha própria bosta. Socorro! Alguém me ajuda, por
favor!
E os
coliformes foram dominando o quarto até o momento que o agente ficou
submerso...
CONTINUA!!!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Capítulo 17 - Os super canários de 1975
Buda abriu os olhos e viu que estava em um lugar diferente do habitual. Ele era poligonal, e possuía um corpo feminino. Apesar disso, ainda soltava chamas pelos olhos. E se queimava com isso. Tanto fisicamente, quanto moralmente. Ele estava situado no alto de uma torre fortificada. Várias armadilhas estavam acopladas no local, enquanto Buda descia pela torre. Ele descobriu as armadilhas de uma forma inteligente, caindo nelas. No total ele perdeu apenas 207 hp. Ao chegar no térreo, encontrou aproximadamente 70 outros personagens, e para sua surpresa, estavam lá exatamente para matá-lo.
-O que que tá acontecendo aqui? - gritou Buda.
-Matem o boss, matem o boss. Se derrotarmos ele, pegaremos o loot mais raro do Barbie MMO.
Buda quando ouviu isso, arregalou os olhos. Incinerou uns 20, deixando eles no red supremo. Aproveitou o descuido do grupo e saiu correndo, sem rumo definido. No trajeto encontrou personagens desprovidos de talentos, que ao invés de fugirem do perigo, falavam "Mim dá um item". Buda os incinerou. No caso dos infelizes, dead para eles.
O jovem agente correu por vários quilômetros, pois sua stamina era alta por lá. Quando enfim encontrou uma cabana. Lá havia alguns inimigos mais fracos. Buda tratou de derrotá-los, sem dificuldades. Se sentou por algum tempo. Precisava saber o que estava acontecendo. Onde ele estava de fato. Como ele havia parado lá.
Para sua surpresa, encontrou um bilhete. Pegou e começou a ler. Lá estava escrito:
"O conhecimento te cega. O Estado paga muito caro para manter o aluno em uma faculdade. A porta serial de saída é a mesma da de entrada. Uma vez aqui dentro, você só sai completando esta quest. Eu sou bonito, mais do que aquele que rola no mato e come capim. Assinado: AB8085"
-O que ele quis dizer com isso? - pensou Buda.
Sobre sua cabeça apareceu a mensagem "Your questlog has been updated". Ainda sem saber o que fazer, Buda pensou em dar um alt tab e procurar por algum spoiler da dita quest, mas logo se recordou que ele não estava em um computador, ele era o char. Para sua tristeza, começou a cantar "Para sua alegria" em sua mente. E se lembrou do mais importante, ele não gostava de cortar as unhas dos pés, e também achava o Alexandre Pires um ótimo cantor.
Em outro lugar que nem na puta que pariu se situa, 14 acordava. Ele não conseguia reconhecer o lugar, assim como todos os outros agentes não haviam reconhecido (ou seja, isso já é algo conhecido por default). Felizmente, ele não estava mais dentro de um peão. Muito menos era subalterno de Kronos. Enfim, parte da tortura psicológica havia terminado.
Começou a avançar para qualquer direção dançando, com seus pés de cartilagem. Dançou I Will Survive, IMCA, Bossa Nova, Créu e por fim Dancing Queen. Gritava de alegria, de felicidade, de vontade de programar. Gritava tão alto, que começou a escutar vozes se esgueirando por trás das paredes. Neste momento, ele percebeu que não estava sozinho. E pouco depois descobriu que seu pesadelo estava começando novamente, mas em uma dose muito mais intensa. Vários Kronos trajados como índios (alguns com tangas, alguns nus, e todos com pinturas estranhas por todo o corpo) começaram a cercar o agente. De tanto ódio, 14 se transformou em SuperSayajin, e começou a espancar os Kronos, que apenas soletravam Pokemon, Pokemon. Colocou vários para dormir, mas os clones eram muito mais numerosos do que ele imaginava. Tirou a peruca loira, as lentes de contato azuis, voltou ao normal, e saiu correndo. Os clones de Kronos logo atrás dele.
-O que vocês querem de mim? - gritava o agente enquanto corria, desesperado.
-Pokemon, pokemon, pokemon... - grunhiam os Kronos.
14 correu para uma cabana, lá dentro começou a procurar por objetos que poderiam servir para um possível combate. Mas tudo que ele tocava se transformava em Kronos. Ele gritava desesperado, não sabia para onde ir, não sabia sequer como se livrar da situação. Voltou a correr, agora chorando. E a Kronaiada atrás dele. Correu por vários minutos, até, sem forças, tropeçar, e cair no chão. Não conseguia mais levantar, e só viu a multidão de Kronos se aproximar.
Desesperado, tentou se voltar para o outro lado e sair correndo, mesmo que fosse engatinhando. Porém, o que ele havia tocado no chão havia se transformado em Kronos, que já havia agarrado o braço dele. Quando todos se aglomeraram em cima de 14, só foi possível ouvir um grito que continha desespero, ódio, tristeza e por fim azeite de oliva.
-NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!
Continua...
Capítulo 16 - Os brutais acentos da língua dinamarquesa.
Agente Randon acordou em um lugar muito estranho. Não havia nada, era tudo branco, mesmo pisando em algo sólido, ele não conseguia discernir chão do restante. De qualquer forma, começou a andar, sem direção definida, pois ele não sabia absolutamente nada sobre o local, e dificilmente teria algum recurso para aprender. Continuou avançando até chegar em um local aparentemente diferente. Mas não era, era branco da mesma forma, não tinha nada, e ele continuou avançando. Até ficar exausto, e caiu como um saco de fezes suínas no chão, batendo de cara no chão.
Enquanto estava deitado, começou a ouvir passos vindos da direita de onde ele estava. Ele olhou para a direção dos passos e viu SuperInframan avançando para onde ele estava. Confuso, começou a gritar:
-Quem é você? Eu sou o Inframan! Você é um impostor! Você é um impostor de ICMS!
O herói então respondeu:
-Você corre grande perigo. Vocês, os escolhidos, são muito poderosos, mas hoje são mais frágeis que as unhas de Jhon. Você precisa ser verdadeiramente forte para honrar este manto sagrado do SuperInframan.
-Mas eu sou um homem honrado. Eu me esforcei muito para manter minha média de 6 DPs por semestre, como você ousa me chamar de despreparado? Eu te desafio!
E o desafio foi aceito. Randon, no entanto, espancou facilmente SuperInframan. Uma vez surrado, totalmente derrotado no chão, o herói não conseguia mais levantar, e assim Randon começou a provocar:
-Quem que é o fraco agora? Quem?
O herói então tirou a máscara. Era o próprio agente Randon. Com muita dificuldade, começou a falar:
-Quando você veste esta armadura, você fica mais fraco. Você precisa aprender a melhorar esta situação desfavorável, só assim irá conseguir vencer o mal que está querendo dominar o mundo... - E desapareceu logo depois.
Depois, vários SuperInframans apareceram diante de Randon. E começou uma luta extremamente acirrada...
Em um outro lugar desconhecido, Sprite acordava. Aparentemente era um lugar alto, pois estava escrito na plaquinha ao lado do agente: "Cuidado, lugar alto". O agente se levantou, e constatou que estava em cima de uma caixa d'água. Porém, só havia um caminho linear a seguir. Se tentasse ir para outra direção, ele esbarrava em uma parede invisível, tornando impossível se mexer para outra direção. Desceu da caixa, e começou a avançar pela trilha. O lugar era conhecido, parecia a faculdade, e o caminho levava até a Pirâmide. Quando entrou na pirâmide, uma luz o sugou para cima, para dentro de um ovni. Lá dentro, o agente foi posto para dormir, sem sequer saber como.
Aparentemente em um sonho, vários Aliens apareceram diante dele e milagrosamente conseguiam se comunicar com ele:
-Nós vamos treinar você, a pedido do Mestre.
-Poxa, que bom, cara. Obrigado. Uma pergunta, algum de vocês consegue escrever o próprio nome?
Os aliens olharam entre si, sabiam que não conseguiam escrever o próprio nome, e viraram e deram uma rabada na cara do agente, e começaram a gritar. Antes que parassem, o Predador apareceu. Agia como se fosse o líder do grupo. Sprite se voltou para o Predador e perguntou:
-E você, sabe escrever seu nome?
Antes que o bicho ficasse nervoso, ele retrucou:
-Eu escrevo o meu nome, só depois de você compilar um código C que gere um Hello Word.
Após isso, Sprite concluiu que seria mais construtivo treinar com as criaturas. Mas, ele não parava de pensar "Olha o nível dos meus instrutores"
Continua...
sábado, 5 de maio de 2012
Equipe C prova algo muito importante
Prova definitiva de que estudo não dá futuro. Aprendam:
estudar = não fracasso
não estudar = fracasso
estudar + não estudar = não fracasso + fracasso =>
=> estudar * (1+não) = fracasso * (1+não) =>
=> estudar = fracasso
estudar = não fracasso
não estudar = fracasso
estudar + não estudar = não fracasso + fracasso =>
=> estudar * (1+não) = fracasso * (1+não) =>
=> estudar = fracasso
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Capítulo 15 - Feriado = Feriado
Muita correria e confusão tomou conta do lugar. As pessoas corriam para vários lugares buscando abrigo. Os militares que cuidavam do lugar corriam e procuravam se organizar taticamente para defender com a maior eficácia o local. Os cavaleiros de aço morreram para o primeiro zumbi, mesmo não combatendo com nenhum. No meio da bagunça, esqueceram os agentes de lado, que sozinhos, resolveram partir. Entretanto, o coração puro de Renanzim resolveu ficar e lutar ao lado das pessoas. Era doloroso demais para ele ver inocentes morrendo injustamente. Justamente podia. E todos os agentes ficaram para lutar no final.
Por mais pífia que a equipe C. aparentasse ser, eles eram muito eficientes em combate, e realmente estavam obtendo enorme sucesso contra os mortos vivos. Juntos, eles eram letais, matavam dezenas de mortos vivos, e praticamente não corriam riscos. Com exceção de Randon, que achava que conseguiria derrotar os zumbis com seu pênis. Foi infectado, fuzilado por um dos militares e faleceu, abraçado com um poste.
Os agentes foram fundamentais para a vitória local. Todos os invasores haviam sido derrotados, apesar do considerável número de baixas. Sem muito fôlego, comemoravam entre si, se abraçando, cumprimentando e imitando galinhas. Porém, não foram capazes de perceber que o perigo ainda não havia sido erradicado de vez. Um único inimigo, envolto em uma capa preta, com um golpe apenas, destruiu diversos edifícios, assassinando vários locais, e colocando um fim trágico em vários caças palavras intactos, até mesmo livrinhos de colorir que Kronos tanto amava.
Sprite em um movimento rápido deu um tiro certeiro de lança granadas contra o invasor. Apesar da ótima pontaria, o tiro foi rechaçado, explodindo longe do oponente. Na verdade, explodiu sobre Kronos e 14. Desesperado, o agente pedia desculpas para os aliados. Não percebeu que o oponente agora mirava nele. O inimigo abriu um laptop e rapidamente criou um código fonte que gerou uma esfera de conhecimento, que foi atirada contra o agente.
14 empurrou o agente, e o salvou, recebendo completamente o ataque. Enquanto grunhia, ele chorava e lamentava:
- Maldição, agora sei calcular derivadas. Maldito seja.
Buda começou a lançar chamas contra o inimigo. Entretanto, ele era imune a fogo, e sequer se preocupava em esquivar. Em resposta, com uma de suas mãos, ele criou uma energia estranha que sugou 14, e o arremessou contra Buda.
Renanzim tomava sorvete em um lugar aleatório, ignorando os combates.
Jhon fora derrotado apenas com um olhar do inimigo estranho. Kronos gritou alto, engasgou e desmaiou.
Pouco tempo depois, só restavam Buda e Sprite ativos no combate. E logo depois, apenas Sprite, pois Buda havia partido para cagar. O agente estava enfurecido após ver seus amigos caindo, um a um, diante de seus olhos. Não que ele havia realmente visto todos serem derrotados, pois não estava prestando muita atenção, mas a tristeza era válida. Começou a atirar alucinadamente, com várias armas distintas, contra o inimigo. Entretanto, sem sucesso. Quando ele não reencaminhava os disparos, ele esquivava. Foi neste momento que o agente percebeu que o cretino não havia proferido nenhuma palavra sequer.
-Quem é você, seu rato repugnante?
-Abbfuabffubuafbufaufbfbfubf faufb ufbu faub aufbaufbaubafu bufbf uafbu ufbu fabfau.
-Mestre? - perguntou Sprite após reconhecer a fala fanha. Mas logo percebeu que não era Ele, pois o mestre não atacaria seus aliados. O inimigo voltou a atirar uma esfera de conhecimento, que agora ensinava C++. Sprite se esquivou por muito pouco, pulando para o lado. Porém, quando colocou novamente seus pés no chão, foi interceptado por uma rajada de laser do oponente. Enquanto caia de costas para o chão, o inimigo se moveu rapidamente e deu um incrível chute nas costas do agente. Sprite alçou vôo. Quando ele parou no ar e ia começar a cair, sentiu um forte soco em seu estômago. Caiu completamente derrotado.
O inimigo se moveu para perto de Kronos (o mais próximo dele), e antes que pudesse tocar nele foi interceptado pelo cavaleiro secreto da equipe C. Randon, retornando do harém, equipando a armadura sagrada de Inframan, estava pronto para o combate mortal, que decidiria o futuro dos agentes da Equipe C.
Foi derrotado logo em seguida. O inimigo, então, apenas com um toque, teletransportou cada um dos agentes para um lugar oculto, separando assim a Equipe C. Aquele dia foi marcado pela derrota dos agentes. Todos haviam sido derrotados por apenas um inimigo. Um dia triste, um dia doloroso, mas pelo menos não tinha mais aulas. Aonde eles haviam parado, nem eles mesmos sabiam. Enquanto acordavam, estranhavam os locais, e procuravam sobreviver. Se conseguiriam, é muito provável, pois este não é o último capítulo.
Continua!!!
domingo, 8 de abril de 2012
Capítulo 14 - Eu garanto, o capítulo passado foi um capítulo.
Os agentes foram levados para a prisão local, por desacato e feiúra excessiva. Já na prisão, que na verdade era a biblioteca municipal, o sofrimento veio para os agentes. Eles seriam capazes de suportar qualquer tipo de tortura, qualquer tipo de pressão psicológica (mesmo porque eles não possuiam psicológico), mas conviver com livros, conhecimento, era algo muito mais intenso do que eles estavam habituados. Buda vomitava direto, Randon chorava e batia com a cabeça no chão, Jhon se alimentava com detritos nasais, 14 tentou se cegar, mas era um peão e não tinha dedos para atacar seus olhos. Era triste ver os agentes secretos mais vagabundos do mundo sendo tão brutalmente torturados, mesmo que a intenção era apenas de mantê-los presos.
Passado algum tempo, veio um homem alto, de porte elegante, porém trajado como mendigo. Ele começou a fazer perguntas para os agentes, visando obter informações de como estava o mundo além da cidade de São Paulo, como eles ainda estavam vivos, e qual era o número do canal da rede vida. Na verdade, o mendigo elegante sabia muito bem que aquele grupo não era de todo ruim, como todas as aparências indicavam. Sabia que eles deviam possuir muitos talentos. Por fim, saiu de lá e foi procurar um bar, beber e depois dormir na rua, pois era de fato um mendigo (a segurança da prisão se mostrava passiva demais).
Uma semana depois, veio um homem fardado ao encontro do grupo, e começou a falar:
-Nossos líderes querem que vocês nos digam o que aconteceu com o seu grupo desde que este caos começou. Queremos saber de tudo.
14 explicou tudo, em detalhes que até mesmo a Verdade desconhecia. O homem ficou satisfeito com as respostas, e após coletar as informações e algumas amostras de sangue, foi embora. Novamente, a equipe C se viu trancafiada, sem saber de mais nada, o desespero reinava na mente deles. 3 dias depois, o mesmo homem entrou com passos rápidos no recinto, com ar desconfortante, e começou logo a perguntar quem era Buda. O jovem respondeu que era ele, e foi indagado:
-Nos testes de sangue, detectamos, no lugar de hemoglobinas, hemácias e coisas do tipo; urina, varíola, peste bubônica, dióxido de enxofre, óleo frito e muito, mas muito Energil C.
Sim, isso é óbvio, respondeu Buda, sem saber o que eram os elementos. O guarda continuou:
-Randon apresenta células que se regeneram em velocidade impressionante, e também é soro positivo. Sprite não tem sangue. 14 também não, mas pelo menos possui óleo no lugar. Kronos tem caricaturas dele mesmo no lugar de células. Renanzim possui sangue normal e este Jhon possui celulites. Quem são vocês, afinal de contas?
Buda respondeu, com ar arrogante:
-Nós somos o lado burro da sua mente, seu inútil.
Vocês serão levados para os nosso líderes agora mesmo, eles querem saber com que tipo de pessoas eles estão lidando. E foram transferidos para uma sala enorme, em um prédio que eles não conseguiram reconhecer. Diante deles, surgiu o semblante de 3 homens, vestindo uma armadura relativamente familiar, mas que não transmitia imponência nenhuma. 14 perguntou:
-Quem são vocês?
-Calados!!! Vocês não estão aqui para fazerem perguntas, e sim para responder as nossas. Quem são vocês? De onde vocês vieram?
-Eu só respondo quando vocês nos disserem que são vocês. - insistiu 14.
-Tá bom, tá bom. Mas esta será a nossa única resposta para vocês. Nós somos os Cavaleiros de Aço, demitidos após nossos 3 ou 4 episódios de aparição irrevelante. Não sabemos sequer a constelação que representamos, não fomos aceitos para defender a Athena, fomos demitidos e cá estamos, cuidando desta cidade sitiada pelo mal.
-Nunca ouvi falar. Isso significa que vocês já foram importantes para alguém algum dia? - respondeu 14.
Chorando, um dos cavaleiros de latão respondeu:
-Infelizmente, ninguém nos valorizou, nós até tentamos nos tornar cavaleiros do zodíaco importantes, batalhando contra alguns inimigos sem armadura. Mas perdemos todas as batalhas, até mesmo a Saori que era passiva nos derrotou, lutando com mãos nuas. Assim, aquele cavaleiro do cavalo de asas nos demitiu.
Durante a conversa, um dos soldados locais entrou correndo no salão, gritando:
-Os zumbis passaram por nossas defesas!!! Uma parte do nosso muro foi destruída, e agora os zumbis passaram pelas nossas defesas!!!
Continua...
Passado algum tempo, veio um homem alto, de porte elegante, porém trajado como mendigo. Ele começou a fazer perguntas para os agentes, visando obter informações de como estava o mundo além da cidade de São Paulo, como eles ainda estavam vivos, e qual era o número do canal da rede vida. Na verdade, o mendigo elegante sabia muito bem que aquele grupo não era de todo ruim, como todas as aparências indicavam. Sabia que eles deviam possuir muitos talentos. Por fim, saiu de lá e foi procurar um bar, beber e depois dormir na rua, pois era de fato um mendigo (a segurança da prisão se mostrava passiva demais).
Uma semana depois, veio um homem fardado ao encontro do grupo, e começou a falar:
-Nossos líderes querem que vocês nos digam o que aconteceu com o seu grupo desde que este caos começou. Queremos saber de tudo.
14 explicou tudo, em detalhes que até mesmo a Verdade desconhecia. O homem ficou satisfeito com as respostas, e após coletar as informações e algumas amostras de sangue, foi embora. Novamente, a equipe C se viu trancafiada, sem saber de mais nada, o desespero reinava na mente deles. 3 dias depois, o mesmo homem entrou com passos rápidos no recinto, com ar desconfortante, e começou logo a perguntar quem era Buda. O jovem respondeu que era ele, e foi indagado:
-Nos testes de sangue, detectamos, no lugar de hemoglobinas, hemácias e coisas do tipo; urina, varíola, peste bubônica, dióxido de enxofre, óleo frito e muito, mas muito Energil C.
Sim, isso é óbvio, respondeu Buda, sem saber o que eram os elementos. O guarda continuou:
-Randon apresenta células que se regeneram em velocidade impressionante, e também é soro positivo. Sprite não tem sangue. 14 também não, mas pelo menos possui óleo no lugar. Kronos tem caricaturas dele mesmo no lugar de células. Renanzim possui sangue normal e este Jhon possui celulites. Quem são vocês, afinal de contas?
Buda respondeu, com ar arrogante:
-Nós somos o lado burro da sua mente, seu inútil.
Vocês serão levados para os nosso líderes agora mesmo, eles querem saber com que tipo de pessoas eles estão lidando. E foram transferidos para uma sala enorme, em um prédio que eles não conseguiram reconhecer. Diante deles, surgiu o semblante de 3 homens, vestindo uma armadura relativamente familiar, mas que não transmitia imponência nenhuma. 14 perguntou:
-Quem são vocês?
-Calados!!! Vocês não estão aqui para fazerem perguntas, e sim para responder as nossas. Quem são vocês? De onde vocês vieram?
-Eu só respondo quando vocês nos disserem que são vocês. - insistiu 14.
-Tá bom, tá bom. Mas esta será a nossa única resposta para vocês. Nós somos os Cavaleiros de Aço, demitidos após nossos 3 ou 4 episódios de aparição irrevelante. Não sabemos sequer a constelação que representamos, não fomos aceitos para defender a Athena, fomos demitidos e cá estamos, cuidando desta cidade sitiada pelo mal.
-Nunca ouvi falar. Isso significa que vocês já foram importantes para alguém algum dia? - respondeu 14.
Chorando, um dos cavaleiros de latão respondeu:
-Infelizmente, ninguém nos valorizou, nós até tentamos nos tornar cavaleiros do zodíaco importantes, batalhando contra alguns inimigos sem armadura. Mas perdemos todas as batalhas, até mesmo a Saori que era passiva nos derrotou, lutando com mãos nuas. Assim, aquele cavaleiro do cavalo de asas nos demitiu.
Durante a conversa, um dos soldados locais entrou correndo no salão, gritando:
-Os zumbis passaram por nossas defesas!!! Uma parte do nosso muro foi destruída, e agora os zumbis passaram pelas nossas defesas!!!
Continua...
sábado, 31 de março de 2012
Capítulo 13 - Isso é um capítulo
Sem grandes preocupações o plano dos zumbis foi arruinado. Os agentes abateram todos, sem grandes perigos. E passaram a noite por lá. Já durante o dia, chegaram a um consenso de que seria mais apropriado procurar por mais sobreviventes. E naquele mesmo dia partiram. Dirigiram por 3 dias, sem rumo definido, até que o veículo apresentou problemas, e ficaram a pé. Levaram consigo apenas o emergencial, a estratégia era buscar, pelas redondezas, algum veículo funcional, para que eles não precisassem deixar nada para trás. Passado algum tempo, todos retornaram até o veículo quebrado, para dar as notícias. Entretanto, Renanzim não havia retornado ainda.
14 havia encontrado um veículo que poderia ser usado, mas era um submarino (eles ainda estavam no interior do estado), e Buda tinha medo de submarinos, pois poderiam afundar. Renanzim veio correndo ao encontro dos demais agentes, gritando e comemorando loucamente.
-O que aconteceu? - perguntou Kronos.
-Olha o que eu encontrei!!! - gritou Renanzim segurando uma peruca.
-Bela porcaria... - respondeu Randon, que logo depois levou um soco na cara do agente de peruca.
-Seu imprestável, era óbvio que uma pessoa sem o gosto rebuscado que eu possuo não iria reconhecer esta iguaria. Isso aqui é a peruca da Pocahontas, e significa muito para mim. Será a partir de hoje meu novo penteado.
-Tudo bem, seu índio gigante viado, mas não precisava me atacar. Agora você vai ver com quantos paus se pega uma dp. - respondeu ferozmente Randon, partindo para cima do fã da índia.
Antes que a briga virasse sexo sujo, os demais agentes acalmaram os ânimos dos dois. Para tentar a sorte, 14 tentou ligar o veículo mais uma vez, e por incrível que pareça o mesmo ligou normalmente. E ele perguntou para Jhon:
-O que aconteceu com o carro que havia parado de funcionar anteriormente?
-Uai, sei lá, eu só sei que ele parou de andar logo depois de eu tirar a chave para escovar meus dentes...
E a tropa entrou no veículo, e partiram novamente. Após algumas horas, avistaram uma placa informando "Sejam bem vindos a São Paulo".
A cidade estava deserta, aparentemente tudo estava morto, muitas construções destruídas, muitas lojas saqueadas. Os agentes começaram a se organizar dentro do veículo.
-Precisamos de suprimentos.
-Sim, e precisamos encontrar alguma loja que tem cartas de Magic também. - respondeu Sprite, mas infelizmente sua idéia havia sido rechaçada.
Pararam em algum supermercado. Lá dentro havia uma quantidade relativamente alta de zumbis, mas foram abatidos rapidamente pelos agentes. Para a surpresa do grupo, Sprite havia obtido um desempenho espetacular com a metralhadora. Havia acertado todos os disparos, e também executado vários zumbis com apenas um tiro. 14 perguntou para ele:
-Você andou praticando, agente?
-Não meu caro, esta é a minha habilidade. Minha eficácia nos disparos é diretamente proporcional ao número de reprovações que possuo. O número de monstros que irei abater com apenas um tiro também é diretamente proporcional ao número de reprovações vexatórias que eu obtive. Assim, mesmo que eu não mire nos zumbis, eu os acertarei.
-Impressionante, pelo jeito temos o nosso atirador. - sorria Renanzim, ainda com a peruca, que logo após dizer isso ficou enfurecido após perceber que era motivo de piadas jacosas de um grupo de zumbis do lado de fora do supermercado. Foi lá, e matou os zumbis com suas próprias mãos.
Pegaram o que dava para ser pego e partiram de lá. Entretanto, esqueceram Randon, que fazia necessidades no banheiro. Uma vez abandonado, o agente virou refeição dos zumbis. Ainda sem perceber a ausência do agente (não se sabia se era algo forçado isso), o grupo passou pela cidade, procurando por alguém. Entretanto, se depararam com muros enormes, e fortemente edificados. Provavelmente era alguma barragem para evitar o avanço dos zumbis. Com apenas um tiro, Sprite matou um trecho do muro, e entraram no buraco feito pelo agente.
Neste outro lado da muralha, as coisas pareciam muito mais normais, a cidade não estava destruída, e mesmo com vários corpos de zumbis queimados em diversos pontos, era possível notar que algum grupo viva por lá. Assim, os agentes desceram do veículo, para procurar por pessoas. Entretanto, logo após descer, foram cercados por diversos homens armados.
-Quem são vocês? - perguntou o líder dos homens.
-Nós somos a personificação da vagabundisse absoluta. Não pensem que com apenas estas armas vocês irão deter a nossa ignorância. - respondeu Buda.
A tensão havia aumentado no local.
CONTINUA...
14 havia encontrado um veículo que poderia ser usado, mas era um submarino (eles ainda estavam no interior do estado), e Buda tinha medo de submarinos, pois poderiam afundar. Renanzim veio correndo ao encontro dos demais agentes, gritando e comemorando loucamente.
-O que aconteceu? - perguntou Kronos.
-Olha o que eu encontrei!!! - gritou Renanzim segurando uma peruca.
-Bela porcaria... - respondeu Randon, que logo depois levou um soco na cara do agente de peruca.
-Seu imprestável, era óbvio que uma pessoa sem o gosto rebuscado que eu possuo não iria reconhecer esta iguaria. Isso aqui é a peruca da Pocahontas, e significa muito para mim. Será a partir de hoje meu novo penteado.
-Tudo bem, seu índio gigante viado, mas não precisava me atacar. Agora você vai ver com quantos paus se pega uma dp. - respondeu ferozmente Randon, partindo para cima do fã da índia.
Antes que a briga virasse sexo sujo, os demais agentes acalmaram os ânimos dos dois. Para tentar a sorte, 14 tentou ligar o veículo mais uma vez, e por incrível que pareça o mesmo ligou normalmente. E ele perguntou para Jhon:
-O que aconteceu com o carro que havia parado de funcionar anteriormente?
-Uai, sei lá, eu só sei que ele parou de andar logo depois de eu tirar a chave para escovar meus dentes...
E a tropa entrou no veículo, e partiram novamente. Após algumas horas, avistaram uma placa informando "Sejam bem vindos a São Paulo".
A cidade estava deserta, aparentemente tudo estava morto, muitas construções destruídas, muitas lojas saqueadas. Os agentes começaram a se organizar dentro do veículo.
-Precisamos de suprimentos.
-Sim, e precisamos encontrar alguma loja que tem cartas de Magic também. - respondeu Sprite, mas infelizmente sua idéia havia sido rechaçada.
Pararam em algum supermercado. Lá dentro havia uma quantidade relativamente alta de zumbis, mas foram abatidos rapidamente pelos agentes. Para a surpresa do grupo, Sprite havia obtido um desempenho espetacular com a metralhadora. Havia acertado todos os disparos, e também executado vários zumbis com apenas um tiro. 14 perguntou para ele:
-Você andou praticando, agente?
-Não meu caro, esta é a minha habilidade. Minha eficácia nos disparos é diretamente proporcional ao número de reprovações que possuo. O número de monstros que irei abater com apenas um tiro também é diretamente proporcional ao número de reprovações vexatórias que eu obtive. Assim, mesmo que eu não mire nos zumbis, eu os acertarei.
-Impressionante, pelo jeito temos o nosso atirador. - sorria Renanzim, ainda com a peruca, que logo após dizer isso ficou enfurecido após perceber que era motivo de piadas jacosas de um grupo de zumbis do lado de fora do supermercado. Foi lá, e matou os zumbis com suas próprias mãos.
Pegaram o que dava para ser pego e partiram de lá. Entretanto, esqueceram Randon, que fazia necessidades no banheiro. Uma vez abandonado, o agente virou refeição dos zumbis. Ainda sem perceber a ausência do agente (não se sabia se era algo forçado isso), o grupo passou pela cidade, procurando por alguém. Entretanto, se depararam com muros enormes, e fortemente edificados. Provavelmente era alguma barragem para evitar o avanço dos zumbis. Com apenas um tiro, Sprite matou um trecho do muro, e entraram no buraco feito pelo agente.
Neste outro lado da muralha, as coisas pareciam muito mais normais, a cidade não estava destruída, e mesmo com vários corpos de zumbis queimados em diversos pontos, era possível notar que algum grupo viva por lá. Assim, os agentes desceram do veículo, para procurar por pessoas. Entretanto, logo após descer, foram cercados por diversos homens armados.
-Quem são vocês? - perguntou o líder dos homens.
-Nós somos a personificação da vagabundisse absoluta. Não pensem que com apenas estas armas vocês irão deter a nossa ignorância. - respondeu Buda.
A tensão havia aumentado no local.
CONTINUA...
sexta-feira, 23 de março de 2012
Capítulo 12 - Quando sonhar algo ruim, não passe adiante.
Jhon, o belo, dirigia o ônibus para qualquer lugar, fora da cidade. Ele sabia que ali não havia mais chances de emprego, nem de futuro, muito menos bolero. Levou algumas horas para entender que para sair de uma rotatória, ele precisava tomar um rumo, ao invés de ficar apenas girando no círculo. No final das contas, caiu na estrada e, já fora da cidade, buscava cidade menos populosa, com o intuito de encontrar mais paz. 14 apenas cumpriu sua promessa do capítulo anterior, e deu um tiro em Randon e o chutou para fora do carro. Enquanto ele rolava no chão, explodiu, pois havia almoçado pólvora e nitroglicerina, encontrados no Posto Ipiranga. Lá lancharam, abasteceram o ônibus, cortaram os cabelos, compraram novas skills, adquiriram galinhas d'angola, compraram passagens para Estocolmo (de balsa) e, por fim, compraram a dívida externa da Bulgária. Deram adeus aos npcs do posto e foram embora, novamente sem rumo definido.
E naquele dia, estavam com sorte. Encontraram um condomínio aparentemente vazio, mas com muros altos, sendo um possível lugar para ficarem. Buda entrou primeiro, pois era o lança chamas do grupo. Naquele momento, o japonês peludo já sabia controlar a hora de lançar ou não chamas pelos olhos, apesar de se queimar quando o fazia. Kronos foi logo atrás, com 14 junto. O lugar estava deserto, e passado algum tempo todos os agentes já estavam lá dentro. Havia muitas casas por lá, e cada agente tomou uma para si. Menos Kronos, que levou seu escravo 14 junto.
Quando a noite começou, um grupo que não havia sido detectado continuava a observar os agentes. Não eram humanos, mas também não eram simples zumbis. Era uma espécie diferente de morto vivo, mais inteligente. Eram realmente muito inteligentes, mas não tinham memória. Usavam muito o cérebro quando se uniam e ficavam filosofando sobre a origem da vida, as religiões dominantes no mundo, o catolicismo dos ateus, e outras coisas igualmente importantes. A biblioteca criada por eles se situava naquele condomínio e servia para se lembrarem do que falavam. Entretanto, Sprite havia selecionado a biblioteca como casa. 14 e Kronos haviam escolhido a base militar como moradia. Cada agente iria dormir em uma construção específica, com exceção de Renanzim, que havia selecionado o quiosque como casa, pois achava lá muito mais seguro e pseudoparapsicológico. Lá ele poderia estudar sobre a importância dos ovnis na aviação brasileira.
O ataque dos zumbis inteligentes enfim havia sido arquitetado, e começaram a por o plano em ação, começando um ataque em massa contra Sprite. Entretanto, não foi necessária nenhuma ação para capturá-lo. Quando ele se trancou no banheiro para passar um fax para o governador, ele trancou a porta, e ficou brincando de barquinho com a chave na privada. Quando quis tornar a brincadeira mais divertida criando um maremoto, deu adeus à chave, e assim ficou preso no banheiro. Quando os zumbis chegaram na frente da porta do banheiro começaram a discutir:
-Capturamos ele, mas o que que era pra fazer depois mesmo?
-Puts, não lembro.
E ouviram uma voz gritando de dentro do banheiro:
-Eu me lembro sim, vocês haviam combinado de destrancar a porta do banheiro para mim.
Para a surpresa do agente, eles o fizeram, e depois perguntaram:
-E agora?
O agente, já sabendo que poderia, e deveria, tomar proveito da situação, disse:
-Agora vocês devem reativar a Steam. E depois, manterem ela ativa, pelo resto da vossa eternidade. Isso é o vosso legado.
E assim fizeram. 34 segundos após a Steam voltar, foi possível ouvir, vindo da casa de Buda, um grito forte, com uma mistura de desespero, emoção, adrenalina e por fim tesão. Porém, um dos zumbis havia feito uma anotação no próprio braço, que continha a mensagem de assassinar a todos os agentes invasores. E logo pararam de trabalhar na manutenção da Steam (e novamente, vindo da casa de Buda, um grito "Nããããããão" contendo muita dor, angústia e ejaculação precoce pôde ser ouvido pelo planeta todo) e cercaram o agente. Sprite, entretanto, estava preparado para este incidente, e já estava em posse de uma metralhadora, fuzilando os zumbis antes que pudesse ser atacado.
Na casa de Kronos, entretanto, a situação era mais delicada. Os zumbis atacavam de forma sincronizada, e o agente mal conseguia se esquivar. Antes que sofresse um golpe final, se lembrou que 14 era sua beyblade e o usou para um contra ataque. Porém, 14 era apenas um, e logo estava sem forças para continuar combatendo os vários oponentes. Usando de estratégia e posicionamento, os zumbis cercaram os agentes e estavam prestes a acabar com eles. Mas não esperavam por um fato inusitado. Do céu e do inferno, do leste e do oeste, surgiu um emblemático guerreiro, dotado dos mais deprimentes superpoderes, das mais baratas vestimentas, e do mais precário intelecto. Enquanto uma música de péssima qualidade era tocada pelo ar, agente Randon, transformado em SuperInframan, retornou das cinzas, para salvar a vida de seus amigos. Com uma visão deturpada por eixos cartesianos esverdeados, ele perdia 84% de sua visão normal. Com a roupa feita de papelão e celofane, ele perdia 406% de sua capacidade de se locomover. Com seu capacete sagrado, sua inteligência era reduzida a apenas 0,04% da original, que já era bem limitada. Entretanto, o ensandecido agente ganhava 800% a mais em sua capacidade de danificar objetos, com seus potentes raios catódicos situados estrategicamente em seu calcanhar. Em rápidos movimentos, Randon eliminou todos os zumbis, e, enquanto ria alucinadamente com as mãos na cintura, acabou ativando acidentalmente a autodestruição. Morreu pela segunda vez. Entretanto, sobre a cabeça do agente surgiu a mensagem "You have enabled the achievement Donkey Kamikaze (dying twice in the same chapter)".
Continua...
E naquele dia, estavam com sorte. Encontraram um condomínio aparentemente vazio, mas com muros altos, sendo um possível lugar para ficarem. Buda entrou primeiro, pois era o lança chamas do grupo. Naquele momento, o japonês peludo já sabia controlar a hora de lançar ou não chamas pelos olhos, apesar de se queimar quando o fazia. Kronos foi logo atrás, com 14 junto. O lugar estava deserto, e passado algum tempo todos os agentes já estavam lá dentro. Havia muitas casas por lá, e cada agente tomou uma para si. Menos Kronos, que levou seu escravo 14 junto.
Quando a noite começou, um grupo que não havia sido detectado continuava a observar os agentes. Não eram humanos, mas também não eram simples zumbis. Era uma espécie diferente de morto vivo, mais inteligente. Eram realmente muito inteligentes, mas não tinham memória. Usavam muito o cérebro quando se uniam e ficavam filosofando sobre a origem da vida, as religiões dominantes no mundo, o catolicismo dos ateus, e outras coisas igualmente importantes. A biblioteca criada por eles se situava naquele condomínio e servia para se lembrarem do que falavam. Entretanto, Sprite havia selecionado a biblioteca como casa. 14 e Kronos haviam escolhido a base militar como moradia. Cada agente iria dormir em uma construção específica, com exceção de Renanzim, que havia selecionado o quiosque como casa, pois achava lá muito mais seguro e pseudoparapsicológico. Lá ele poderia estudar sobre a importância dos ovnis na aviação brasileira.
O ataque dos zumbis inteligentes enfim havia sido arquitetado, e começaram a por o plano em ação, começando um ataque em massa contra Sprite. Entretanto, não foi necessária nenhuma ação para capturá-lo. Quando ele se trancou no banheiro para passar um fax para o governador, ele trancou a porta, e ficou brincando de barquinho com a chave na privada. Quando quis tornar a brincadeira mais divertida criando um maremoto, deu adeus à chave, e assim ficou preso no banheiro. Quando os zumbis chegaram na frente da porta do banheiro começaram a discutir:
-Capturamos ele, mas o que que era pra fazer depois mesmo?
-Puts, não lembro.
E ouviram uma voz gritando de dentro do banheiro:
-Eu me lembro sim, vocês haviam combinado de destrancar a porta do banheiro para mim.
Para a surpresa do agente, eles o fizeram, e depois perguntaram:
-E agora?
O agente, já sabendo que poderia, e deveria, tomar proveito da situação, disse:
-Agora vocês devem reativar a Steam. E depois, manterem ela ativa, pelo resto da vossa eternidade. Isso é o vosso legado.
E assim fizeram. 34 segundos após a Steam voltar, foi possível ouvir, vindo da casa de Buda, um grito forte, com uma mistura de desespero, emoção, adrenalina e por fim tesão. Porém, um dos zumbis havia feito uma anotação no próprio braço, que continha a mensagem de assassinar a todos os agentes invasores. E logo pararam de trabalhar na manutenção da Steam (e novamente, vindo da casa de Buda, um grito "Nããããããão" contendo muita dor, angústia e ejaculação precoce pôde ser ouvido pelo planeta todo) e cercaram o agente. Sprite, entretanto, estava preparado para este incidente, e já estava em posse de uma metralhadora, fuzilando os zumbis antes que pudesse ser atacado.
Na casa de Kronos, entretanto, a situação era mais delicada. Os zumbis atacavam de forma sincronizada, e o agente mal conseguia se esquivar. Antes que sofresse um golpe final, se lembrou que 14 era sua beyblade e o usou para um contra ataque. Porém, 14 era apenas um, e logo estava sem forças para continuar combatendo os vários oponentes. Usando de estratégia e posicionamento, os zumbis cercaram os agentes e estavam prestes a acabar com eles. Mas não esperavam por um fato inusitado. Do céu e do inferno, do leste e do oeste, surgiu um emblemático guerreiro, dotado dos mais deprimentes superpoderes, das mais baratas vestimentas, e do mais precário intelecto. Enquanto uma música de péssima qualidade era tocada pelo ar, agente Randon, transformado em SuperInframan, retornou das cinzas, para salvar a vida de seus amigos. Com uma visão deturpada por eixos cartesianos esverdeados, ele perdia 84% de sua visão normal. Com a roupa feita de papelão e celofane, ele perdia 406% de sua capacidade de se locomover. Com seu capacete sagrado, sua inteligência era reduzida a apenas 0,04% da original, que já era bem limitada. Entretanto, o ensandecido agente ganhava 800% a mais em sua capacidade de danificar objetos, com seus potentes raios catódicos situados estrategicamente em seu calcanhar. Em rápidos movimentos, Randon eliminou todos os zumbis, e, enquanto ria alucinadamente com as mãos na cintura, acabou ativando acidentalmente a autodestruição. Morreu pela segunda vez. Entretanto, sobre a cabeça do agente surgiu a mensagem "You have enabled the achievement Donkey Kamikaze (dying twice in the same chapter)".
Continua...
sábado, 17 de março de 2012
Capítulo 11 - Estudei muito hoje, hora de estudar mais um pouco
Chovia forte naquele dia. Randon rolava na terra úmida da parte externa do Tiro de Guerra. Buda bebia água empoçada em um canto qualquer. Sprite procurava aprender como amarrar os sapatos, mesmo usando chinelo. O progresso era inexistente, eles não procuravam por suprimentos ou armas. Raramente procuravam por bolas de gude, pois eles julgavam primordial para a existência do grupo. Entraram enfim na construção que haviam sido designados a averiguar. Lá dentro, eles estavam em um corredor reto, longo, bem iluminado, sem nenhuma porta nas paredes, apenas na outra extremidade do corredor, entretanto ela já estava aberta. Eles se perderam.
No outro grupo, Renanzim procurava entender o motivo de não estarem mais lançando a revista Contigo. 14 e Kronos procuravam por toda a parte por algo que poderia ser usado, mas infelizmente não estavam obtendo grande sucesso. Haviam encontrado um facão, e algumas latas de conservados. Entretanto, foram surpreendidos pelos gritos de Jhon, que dizia ter encontrado algo muito importante. Todos se animaram e correram para o encontro do agente. E se depararam com ele abraçando e acariciando uma privada, gemendo e grunhindo que aquilo era a coisa mais importante do mundo. Kronos usou 14 para bater nele.
Saíram do prédio, e começaram a esperar pelo outro grupo. Mas este segundo grupo estava demorando muito para retornar. 14 sugeriu que deveriam procurar por eles, pois estava com um mau pressentimento. E foram. Ao chegar lá, encontraram, na porta, Randon, Buda e Sprite agachados em um canto do corredor chorando. Kronos perguntou o que havia acontecido, quando foi surpreendido por um abraço dos 3 agentes, que aos choros falaram que estavam perdidos.
-Como vocÊs deram conta de se perder, seus imbecis? Isso aqui é um corredor, basta ir reto que vocês chegam no fim dele. E olhem bem, no fim do corredor chegaremos na cozinha aqui do tiro. Vocês são muito imprestáveis, puta que pariu. - gritava Renanzim.
-Renanzim, não é a cozinha não cara, olha direito. Ali é a sala de armas, cara.... - respondeu 14.
-Não interessa, é a mesma coisa. - gritou Renanzim em resposta.
E foram para o fim do corredor. Lá havia diversos tipos de armas, dos mais variados formatos. Kronos e 14 escolheram quais levar, para evitar qualquer cagada. Equilibraram bem os tipos, levando uma boa quantidade tanto de armas brancas, como armas de fogo com uma quantidade razoável de munição. Kronos decidiu que seria mais prudente irem com algum veículo relativamente resistente. Nas redondezas do tiro, ele havia visto um mini ônibus, que seria o ideal para transportar os agentes, comida e as armas.
Ao chegarem no veículo, já com as armas e comida encontradas, checaram a quantidade de combustível no ônibus, e entenderam que seria necessário encher o tanque, pois já estava quase vazio. 14 deduziu que não seria prudente procurarem em um posto de gasolina na região central da cidade, pois lá haveria muitos inimigos. Infelizmente para todos, Randon assumiu o controle do veículo antes de qualquer outro e saiu dirigindo alucinadamente, achando que aquilo era um tromba tromba de parques de diversão. Acabou colidindo com uma casa, explodindo o veículo e a ele mesmo, junto com as armas e comida. 14 jurou para si mesmo, que no respawn seguinte do agente, ele seria a causa da morte do mesmo.
Após o incidente, eles puderam reaproveitar apenas algumas latas de comida, duas glocks, um rifle e quatro caixas de munição para glock.
Entretanto, a sorte estava ao lado deles. Após Buda apontar para um veículo perguntando se ele servia para o transporte deles. Era parecido com um ônibus convencional, mas mais resistente, e lá dentro havia muitos suprimentos, e armas. Estava estacionado na frente do Tiro de Guerra... Estava com uma quantidade baixa de combustível, entretanto.
Sprite deu a idéia de irem para o estacionamento da principal frota de ônibus da cidade, pois lá era distante da região central e provavelmente haveria sucesso em encontrarem combustível. Todos ficaram olhando para ele, com os olhos arregalados, inclusive alguns zumbis nas redondezas. Pela primeira vez, ele havia elaborado uma idéia que consumia mais que 3 neurônios funcionais.
E o grupo partiu para o local, com Jhon dirigindo. Ao chegar lá, perceberam duas coisas interessantes. A primeira é que o lugar estava funcionando normalmente, pois conforme já havia sido dito, o transporte público permaneceu inalterado após o incidente que transformou quase todos em mortos vivos. E o segundo, o lugar ficava ao lado do cemitério. Assim, a região estava mais ou menos igualmente povoada por zumbis, se comparado ao centro da cidade.
Quando o aglomerado de mortos vivos se voltou contra o veículo que os agentes estavam, todos começaram a gritar uns para os outros. "Aonde vamos agora?", "O que faremos?", "Precisamos agir, e rápido", "Eu tenho mais DPs que você", "Não, eu fui eleito o aluno mais burro da histórias das universidades", eram as coisas mais proferidas pelos agentes. No final das contas, Jhon, acelerou o ônibus e saiu de lá, saindo da cidade. Para onde eles iriam? PlayCenter? Beto Carrero? Ou para uma região fortificada, procurar por segurança?
Continua...
No outro grupo, Renanzim procurava entender o motivo de não estarem mais lançando a revista Contigo. 14 e Kronos procuravam por toda a parte por algo que poderia ser usado, mas infelizmente não estavam obtendo grande sucesso. Haviam encontrado um facão, e algumas latas de conservados. Entretanto, foram surpreendidos pelos gritos de Jhon, que dizia ter encontrado algo muito importante. Todos se animaram e correram para o encontro do agente. E se depararam com ele abraçando e acariciando uma privada, gemendo e grunhindo que aquilo era a coisa mais importante do mundo. Kronos usou 14 para bater nele.
Saíram do prédio, e começaram a esperar pelo outro grupo. Mas este segundo grupo estava demorando muito para retornar. 14 sugeriu que deveriam procurar por eles, pois estava com um mau pressentimento. E foram. Ao chegar lá, encontraram, na porta, Randon, Buda e Sprite agachados em um canto do corredor chorando. Kronos perguntou o que havia acontecido, quando foi surpreendido por um abraço dos 3 agentes, que aos choros falaram que estavam perdidos.
-Como vocÊs deram conta de se perder, seus imbecis? Isso aqui é um corredor, basta ir reto que vocês chegam no fim dele. E olhem bem, no fim do corredor chegaremos na cozinha aqui do tiro. Vocês são muito imprestáveis, puta que pariu. - gritava Renanzim.
-Renanzim, não é a cozinha não cara, olha direito. Ali é a sala de armas, cara.... - respondeu 14.
-Não interessa, é a mesma coisa. - gritou Renanzim em resposta.
E foram para o fim do corredor. Lá havia diversos tipos de armas, dos mais variados formatos. Kronos e 14 escolheram quais levar, para evitar qualquer cagada. Equilibraram bem os tipos, levando uma boa quantidade tanto de armas brancas, como armas de fogo com uma quantidade razoável de munição. Kronos decidiu que seria mais prudente irem com algum veículo relativamente resistente. Nas redondezas do tiro, ele havia visto um mini ônibus, que seria o ideal para transportar os agentes, comida e as armas.
Ao chegarem no veículo, já com as armas e comida encontradas, checaram a quantidade de combustível no ônibus, e entenderam que seria necessário encher o tanque, pois já estava quase vazio. 14 deduziu que não seria prudente procurarem em um posto de gasolina na região central da cidade, pois lá haveria muitos inimigos. Infelizmente para todos, Randon assumiu o controle do veículo antes de qualquer outro e saiu dirigindo alucinadamente, achando que aquilo era um tromba tromba de parques de diversão. Acabou colidindo com uma casa, explodindo o veículo e a ele mesmo, junto com as armas e comida. 14 jurou para si mesmo, que no respawn seguinte do agente, ele seria a causa da morte do mesmo.
Após o incidente, eles puderam reaproveitar apenas algumas latas de comida, duas glocks, um rifle e quatro caixas de munição para glock.
Entretanto, a sorte estava ao lado deles. Após Buda apontar para um veículo perguntando se ele servia para o transporte deles. Era parecido com um ônibus convencional, mas mais resistente, e lá dentro havia muitos suprimentos, e armas. Estava estacionado na frente do Tiro de Guerra... Estava com uma quantidade baixa de combustível, entretanto.
Sprite deu a idéia de irem para o estacionamento da principal frota de ônibus da cidade, pois lá era distante da região central e provavelmente haveria sucesso em encontrarem combustível. Todos ficaram olhando para ele, com os olhos arregalados, inclusive alguns zumbis nas redondezas. Pela primeira vez, ele havia elaborado uma idéia que consumia mais que 3 neurônios funcionais.
E o grupo partiu para o local, com Jhon dirigindo. Ao chegar lá, perceberam duas coisas interessantes. A primeira é que o lugar estava funcionando normalmente, pois conforme já havia sido dito, o transporte público permaneceu inalterado após o incidente que transformou quase todos em mortos vivos. E o segundo, o lugar ficava ao lado do cemitério. Assim, a região estava mais ou menos igualmente povoada por zumbis, se comparado ao centro da cidade.
Quando o aglomerado de mortos vivos se voltou contra o veículo que os agentes estavam, todos começaram a gritar uns para os outros. "Aonde vamos agora?", "O que faremos?", "Precisamos agir, e rápido", "Eu tenho mais DPs que você", "Não, eu fui eleito o aluno mais burro da histórias das universidades", eram as coisas mais proferidas pelos agentes. No final das contas, Jhon, acelerou o ônibus e saiu de lá, saindo da cidade. Para onde eles iriam? PlayCenter? Beto Carrero? Ou para uma região fortificada, procurar por segurança?
Continua...
sexta-feira, 9 de março de 2012
Capítulo 10 - Oi, eu sou legal.
O abuso sexual e espancamento diários continuava a acontecer com os agentes. Os saguis despejavam ódios e desejos nos agentes. As pobres almas continuavam a sofrer com isso. Buda executava a Steam em sua mente para tentar aliviar a dor, às vezes. Jhon existia, pensando como que ele pensava. Os agentes estavam fudidos, e não eram pagos por isso. Pelo menos Kronos se deliciava com as fezes dos saguis.
Mas a Equipe C. contava com seu super trunfo, a carta imune a até mesmo cartas que continham o número 1. Agente Randon estava arquitetando um plano infalível para retomar a faculdade. O plano consistia em retomar a faculdade. Genial.
Em uma matina nublada, o agente resolveu começar a colocar seu plano em prática. Enquanto era abusado por um sagui excitado, disse que o rei dos saguis havia ironizado o pênis dele, visando começar o motim. Mas infelizmente o sagui ficou enfurecido e continuou abusando do agente, mas também o violentando.
Passadas duas semanas, 14 percebeu algo óbvio, mas a falta de perspicácia era ainda mais óbvia. Os saguis não amarravam mais seus escravos, muito menos os trancafiavam. Eles apenas os colocavam no pólo, com um papel em cada saída dizendo "Não saia, o bicho papão está lá fora". Após pensar por 40 minutos, 14 se recordou que o habitat do bicho papão não era a faculdade, e sim creches. Assim, eles poderiam fugir a vontade.
Saíram do polo enfurecidos, com Randon gritando alucinadamente, mordendo o que tinha no caminho. Ele dilacerou todos os saguis sozinho, mas também mordeu por engano alguns zumbis que haviam sido convencidos também de que eram escravos e lá trabalhavam como carpinteiros, educadores e amigos da escola.
Como ele não contou para ninguém, todos comemoraram a retomada do território C. Saíram pulando e gritando, se abraçando e se roubando. Gritaram tanto que chamaram a atenção de alguns zumbis. Muitos. Inclusive um zumbi modificado dos demais, muito maior e mais forte. Entretanto, um zumbi gentleman, que ao invés de atacá-los, atacou assim mesmo. Destruiu o portão de entrada da faculdade, facilitando o acesso dos demais zumbis, cachorros zumbis, e testemunhas de Jeová.
Os agentes fugiram assim por um outro portão alernativo, correndo à deriva até chegar em um lugar protegido, um campo de futebol. Buda então se recordou:
-Nós deixamos algumas bombas plantadas na faculdades para casos assim. Já que não vamos mais ter acesso à faculdade, vamos demolir ela.
E ele apertou um botão. Randon explodiu, pois havia pego as bombas, confundido com quindins, e ele amava quindins.
Após esta tragédia, pegaram um ônibus aleatório, e foram parar no terminal rodoviário novamente. Felizmente o fluxo de zumbis era quase nulo por lá. Infelizmente, o motivo eram os pedintes de ônibus, que logo vieram "Boa tarde (mesmo sendo noite), eu poderia estar roubando...". Renanzim, todo choroso, deu tudo o que tinha para os pedintes. Tudo. Ficou completamente nu. Os outros agentes roubaram os pedintes, mas não devolveram os pertences de Renanzim, enviaram para a Tanzânia por Sedex 10. Kronos tomou a frente e começou a falar:
-Precisamos nos armar, não podemos enfrentar este caos sozinhos, e despreparados, vamos precisar de suprimentos e principalmente armas de fogo e armas brancas para nos defender.
-Arma branca.... que que é isso? - resmungava o espírito de Randon, esperando dar respawn pro próximo capítulo.
Por falta de capacidade dos agentes em elaborar um plano melhor, a não ser o de Renanzim ao sugerir para todos irem na Hi Happy ( o que na verdade foi o plano que foi elegido o mais apropriado pelos agentes, mas não tinha ônibus no terminal na hora), todos partiram para o Tiro de Guerra.
Ao chegar lá, se depararam com um enigma na porta: "Decifrem este problema para terem acesso ao Tiro de Guerra. Quando as andorinhas voam pelo céu de verão deste município, ela trafegam a uma velocidade variável, cuja média é limite de y elevado a épsilon + 7988 - sin (derivada em ômega de z+pi), com x tendendo a 9. Ache a tensão eletrostática."
Os agentes pularam o muro. Menos Renanzim, que insistia em resolver o problema. Ele jurava ter visto algo similar no facebook do Buda.
Lá dentro não havia absolutamente ninguém, pelo menos na parte externa da construção. Assim Kronos resolveu organizar o time em grupos para buscar suprimentos e armas. Buda, Sprite e Randon (renascido no próximo capítulo) iriam buscar suprimentos. Kronos, 14, Jhon e Renanzim iriam buscar armas. O time havia sido dividido intelectualmente, visando equilibrar a inteligência dos grupos, para que ninguém corresse risco caso a inteligência fosse um fator requisitado. Entretanto, a forma como a divisão havia sido feita não fora de todo correta. Os mais inteligentes foram para um grupo, os burros pro outro. E assim estava feita a divisão. O balanceamento era um detalhe irrelevante que foi esquecido por todos...
CONTINUA...
Mas a Equipe C. contava com seu super trunfo, a carta imune a até mesmo cartas que continham o número 1. Agente Randon estava arquitetando um plano infalível para retomar a faculdade. O plano consistia em retomar a faculdade. Genial.
Em uma matina nublada, o agente resolveu começar a colocar seu plano em prática. Enquanto era abusado por um sagui excitado, disse que o rei dos saguis havia ironizado o pênis dele, visando começar o motim. Mas infelizmente o sagui ficou enfurecido e continuou abusando do agente, mas também o violentando.
Passadas duas semanas, 14 percebeu algo óbvio, mas a falta de perspicácia era ainda mais óbvia. Os saguis não amarravam mais seus escravos, muito menos os trancafiavam. Eles apenas os colocavam no pólo, com um papel em cada saída dizendo "Não saia, o bicho papão está lá fora". Após pensar por 40 minutos, 14 se recordou que o habitat do bicho papão não era a faculdade, e sim creches. Assim, eles poderiam fugir a vontade.
Saíram do polo enfurecidos, com Randon gritando alucinadamente, mordendo o que tinha no caminho. Ele dilacerou todos os saguis sozinho, mas também mordeu por engano alguns zumbis que haviam sido convencidos também de que eram escravos e lá trabalhavam como carpinteiros, educadores e amigos da escola.
Como ele não contou para ninguém, todos comemoraram a retomada do território C. Saíram pulando e gritando, se abraçando e se roubando. Gritaram tanto que chamaram a atenção de alguns zumbis. Muitos. Inclusive um zumbi modificado dos demais, muito maior e mais forte. Entretanto, um zumbi gentleman, que ao invés de atacá-los, atacou assim mesmo. Destruiu o portão de entrada da faculdade, facilitando o acesso dos demais zumbis, cachorros zumbis, e testemunhas de Jeová.
Os agentes fugiram assim por um outro portão alernativo, correndo à deriva até chegar em um lugar protegido, um campo de futebol. Buda então se recordou:
-Nós deixamos algumas bombas plantadas na faculdades para casos assim. Já que não vamos mais ter acesso à faculdade, vamos demolir ela.
E ele apertou um botão. Randon explodiu, pois havia pego as bombas, confundido com quindins, e ele amava quindins.
Após esta tragédia, pegaram um ônibus aleatório, e foram parar no terminal rodoviário novamente. Felizmente o fluxo de zumbis era quase nulo por lá. Infelizmente, o motivo eram os pedintes de ônibus, que logo vieram "Boa tarde (mesmo sendo noite), eu poderia estar roubando...". Renanzim, todo choroso, deu tudo o que tinha para os pedintes. Tudo. Ficou completamente nu. Os outros agentes roubaram os pedintes, mas não devolveram os pertences de Renanzim, enviaram para a Tanzânia por Sedex 10. Kronos tomou a frente e começou a falar:
-Precisamos nos armar, não podemos enfrentar este caos sozinhos, e despreparados, vamos precisar de suprimentos e principalmente armas de fogo e armas brancas para nos defender.
-Arma branca.... que que é isso? - resmungava o espírito de Randon, esperando dar respawn pro próximo capítulo.
Por falta de capacidade dos agentes em elaborar um plano melhor, a não ser o de Renanzim ao sugerir para todos irem na Hi Happy ( o que na verdade foi o plano que foi elegido o mais apropriado pelos agentes, mas não tinha ônibus no terminal na hora), todos partiram para o Tiro de Guerra.
Ao chegar lá, se depararam com um enigma na porta: "Decifrem este problema para terem acesso ao Tiro de Guerra. Quando as andorinhas voam pelo céu de verão deste município, ela trafegam a uma velocidade variável, cuja média é limite de y elevado a épsilon + 7988 - sin (derivada em ômega de z+pi), com x tendendo a 9. Ache a tensão eletrostática."
Os agentes pularam o muro. Menos Renanzim, que insistia em resolver o problema. Ele jurava ter visto algo similar no facebook do Buda.
Lá dentro não havia absolutamente ninguém, pelo menos na parte externa da construção. Assim Kronos resolveu organizar o time em grupos para buscar suprimentos e armas. Buda, Sprite e Randon (renascido no próximo capítulo) iriam buscar suprimentos. Kronos, 14, Jhon e Renanzim iriam buscar armas. O time havia sido dividido intelectualmente, visando equilibrar a inteligência dos grupos, para que ninguém corresse risco caso a inteligência fosse um fator requisitado. Entretanto, a forma como a divisão havia sido feita não fora de todo correta. Os mais inteligentes foram para um grupo, os burros pro outro. E assim estava feita a divisão. O balanceamento era um detalhe irrelevante que foi esquecido por todos...
CONTINUA...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Capítulo 9 - Nós não temos reprovações.
Mais um belo dia ensolarado havia começado na faculdade. Agente Randon lavava as roupas sujas em uma privada usada qualquer (descarga naquela privada não funcionava e os agentes a usavam para necessidades). Buda escrevia sua carta para o Papai Noel, mas ao invés de colocar o próprio nome, colocou o RA. Isso sem tirar que não havia se comportando, batendo alguns recordes nacionais do universo burro, como por exemplo, pegar 4 DPs na primeira semana de aula, ou ter a média geral negativa, ou mesmo ter um número total de reprovações tendendo o infinito.
Renanzim havia tentado novamente ir comprar cigarros na cantina inflacionada, para brincar de palitinho no modo fácil com Kronos. Sprite estava vigiando a faculdade, junto com 14 e Jhon. E estes três agentes viram uma cena inusitada, um grupo de saguis saudáveis entraram nos domínios da faculdade, e procuraram fazer contato com os agentes, alternando entre gestos e barulhos.
Eram muito graciosos, pequeninos e fofinhos, pareciam bichinhos de pelúcia. Agente Randon amava animais que lembravam bichinhos de pelúcia, fritos e mal passados. Ele se sentia faminto nestes momentos. Queria a qualquer custo fazer dos animais o almoço da equipe. Por azar do destino, os demais agentes rechaçaram a ideia e comeram lombo de carteiras da faculdade. Estava deliciosamente impecável. Todos passaram mal.
No final das contas, os agentes pegaram os saguis pra criar, como animais de estimação. Assim o tempo passaria mais facilmente, seria menos doloroso. Todos sentiam falta da Steam, de Magic, de beber refrigerantes, de estudar...
Agente Renanzim e Jhon, para animar o grupo, resolveram brincar de casamento de mentirinha. Um dos saguis foi o padre. Na hora que o sagui perguntou se tinha alguém que era contra o casório, um grupo de zumbis junto com qualquer outra forma animada apareceram e rechaçaram as chances desta idiotice de fato acontecer. Buda rapidamente começou a incinerar os mortos vivos, e 14 o ajudava. Os saguis, de forma inexplicável, sabiam se defender de forma extremamente organizada, batiam nos zumbis usando Agente Randon e Agente Sprite de aríetes.
Quando o grupo de invasores haviam enfim sido derrotados, Buda percebeu que os saguis comunicavam entre si. Ficou mimando os animais. O imbecil não fazia a menor ideia do assunto dos animais. “Até que estes inúteis podem nos servir para algo. Nós não devemos nos livrar deles como nos livramos das nossas fezes. Melhor, podemos alimentar eles com as nossas fezes e fazer deles nossos escravos”. E os saguis maliciosamente voltaram a fazer micagens e brincar com os agentes.
No dia seguinte os sete amanheceram amarrados. Agente Randon amarrado em um tronco apanhando, por diversão dos animais. E a verdade era que todos os outros agentes aprisionados também se divertiam em ver o amigo sendo espancado. A união era algo destacável na Equipe C.
Antes que entendessem que estavam rindo, o sagui principal tomou a frente e foi falando: “A partir de agora, vocês serão nossos escravos, servirão para nos proteger desta catástrofe que aconteceu neste planeta. E queremos que vocês sejam úteis, senão irão apanhar pra valer. Iremos abusar sexualmente de cada um de vocês, e hoje começaremos com este pequeno japonês”. Ninguém entendeu bulhufas, pois ninguém sabia a língua dos saguis. Mas Buda descobriu que o que eles haviam proferido não era bom, quando começou a ser abusado. A verdade é que ele tinha amado, mas tinha vergonha em assumir.
Enquanto estavam trancafiados no banheiro, Randon e Kronos conversavam sobre a situação inesperada:
-Demos conta de ser feitos de reféns por um bando de mini macacos. Puta que pariu, que vergonha.
- Eles são macacos, mas não são burros, cara.
-Nós precisamos dar um jeito de fugir.
Quando Randon terminou de falar isso, um sagui guarda entrou no local, gritou para ele, e levou o agente para o lado de fora. Lá, ele foi julgado culpado pelo sagui juiz, condenado pelo júri de saguis a guilhotina. Mas como não havia esta arma lá no local disponível, o mesmo foi forçado a estudar derivadas triplas pelo restante da noite. Enquanto estudava, um sagui psicopata invadiu o local, bateu nele e entrou no ânus do agente. Randon explodiu.
CONTINUA!!!
Renanzim havia tentado novamente ir comprar cigarros na cantina inflacionada, para brincar de palitinho no modo fácil com Kronos. Sprite estava vigiando a faculdade, junto com 14 e Jhon. E estes três agentes viram uma cena inusitada, um grupo de saguis saudáveis entraram nos domínios da faculdade, e procuraram fazer contato com os agentes, alternando entre gestos e barulhos.
Eram muito graciosos, pequeninos e fofinhos, pareciam bichinhos de pelúcia. Agente Randon amava animais que lembravam bichinhos de pelúcia, fritos e mal passados. Ele se sentia faminto nestes momentos. Queria a qualquer custo fazer dos animais o almoço da equipe. Por azar do destino, os demais agentes rechaçaram a ideia e comeram lombo de carteiras da faculdade. Estava deliciosamente impecável. Todos passaram mal.
No final das contas, os agentes pegaram os saguis pra criar, como animais de estimação. Assim o tempo passaria mais facilmente, seria menos doloroso. Todos sentiam falta da Steam, de Magic, de beber refrigerantes, de estudar...
Agente Renanzim e Jhon, para animar o grupo, resolveram brincar de casamento de mentirinha. Um dos saguis foi o padre. Na hora que o sagui perguntou se tinha alguém que era contra o casório, um grupo de zumbis junto com qualquer outra forma animada apareceram e rechaçaram as chances desta idiotice de fato acontecer. Buda rapidamente começou a incinerar os mortos vivos, e 14 o ajudava. Os saguis, de forma inexplicável, sabiam se defender de forma extremamente organizada, batiam nos zumbis usando Agente Randon e Agente Sprite de aríetes.
Quando o grupo de invasores haviam enfim sido derrotados, Buda percebeu que os saguis comunicavam entre si. Ficou mimando os animais. O imbecil não fazia a menor ideia do assunto dos animais. “Até que estes inúteis podem nos servir para algo. Nós não devemos nos livrar deles como nos livramos das nossas fezes. Melhor, podemos alimentar eles com as nossas fezes e fazer deles nossos escravos”. E os saguis maliciosamente voltaram a fazer micagens e brincar com os agentes.
No dia seguinte os sete amanheceram amarrados. Agente Randon amarrado em um tronco apanhando, por diversão dos animais. E a verdade era que todos os outros agentes aprisionados também se divertiam em ver o amigo sendo espancado. A união era algo destacável na Equipe C.
Antes que entendessem que estavam rindo, o sagui principal tomou a frente e foi falando: “A partir de agora, vocês serão nossos escravos, servirão para nos proteger desta catástrofe que aconteceu neste planeta. E queremos que vocês sejam úteis, senão irão apanhar pra valer. Iremos abusar sexualmente de cada um de vocês, e hoje começaremos com este pequeno japonês”. Ninguém entendeu bulhufas, pois ninguém sabia a língua dos saguis. Mas Buda descobriu que o que eles haviam proferido não era bom, quando começou a ser abusado. A verdade é que ele tinha amado, mas tinha vergonha em assumir.
Enquanto estavam trancafiados no banheiro, Randon e Kronos conversavam sobre a situação inesperada:
-Demos conta de ser feitos de reféns por um bando de mini macacos. Puta que pariu, que vergonha.
- Eles são macacos, mas não são burros, cara.
-Nós precisamos dar um jeito de fugir.
Quando Randon terminou de falar isso, um sagui guarda entrou no local, gritou para ele, e levou o agente para o lado de fora. Lá, ele foi julgado culpado pelo sagui juiz, condenado pelo júri de saguis a guilhotina. Mas como não havia esta arma lá no local disponível, o mesmo foi forçado a estudar derivadas triplas pelo restante da noite. Enquanto estudava, um sagui psicopata invadiu o local, bateu nele e entrou no ânus do agente. Randon explodiu.
CONTINUA!!!
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