sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Capítulo 22 - Sem saco pra pensar em nome de capítulo
Os dois robos trocavam socos e chutes, em uma luta parelha. Credilei e Sprite tiravam uma ferrenha batalha de par ou ímpar, também equilibrada. Como os dois perderam na partida de par ou ímpar, partiram para a ignorância, trocando golpes. Credilei puxou um violão de sua mente e começou a tocar Credilei's Song, paralizando tudo que estava no alcance da música, inclusive o megazord aliado de Sprite. Com todos paralizados, Credilei puxou alguns fios de seus cabelos, e destes fios nasceram cópias dele mesmo, que atacaram Sprite, e ao entrar em contato com o agente, explodiram.
Bastante ferido, o agente tentava levantar, mas foi atingido por um novo golpe do rei, Credilei's Beautiful Punch. O impacto foi tão potente que levantou muita poeira com os escombros que criou no chão. O megazord do agente também estava com forte desvantagem, pois ainda estava imobilizado. Apenas apanhava, imóvel. Era questão de tempo para cair derrotado.
Credilei começou a caminhar na direção dos demais agentes, que também estavam sob o efeito de paralisia. Entretanto, do meio da poeira saiu uma esfera de luz branca que atingiu o rei em cheio, jogando-o para longe e desfazendo o efeito da paralizia.
Antes que a luta retomasse, ouviram uma voz gritando, furiosa:
- BBAufbuafbauufbUbUBuUFBubUFUbf!!!
- Quê? - respondeu Credilei e Sprite.
- ABUAbsuaUAbausbausbsaUAFFBUfbaUb aubau bfuabau bfua bufbau BAufb aUb aua babfuafbu aufbaufabufbaubauf!!!
O semblante humano pulou e ficou no meio do cenário de combate. Era o Mestre. Furioso, aparentemente ele queria impedir a luta. Esta era a sensação que todos tinham, mas não sabiam afirmar ao certo. Tanto Credilei quanto os agentes C. davam atenção ao Mestre, então devia ser isso mesmo.
Uma galinha, acompanhando o Mestre, começou a falar (aquela falava):
-Vocês não podem ficar perdendo tempo brigando. Vocês lutam do mesmo lado, precisam se unir para resgatar Kronos.
-Olha, a galinha fala, hahahaha. - respondeu Renanzim.
-Não seu palhaço, eu estou miando. - retrucou a galinácea, que continuou - Meu nome é Galinha, e sou uma galinha.
-Hm...bem que eu desconfiei. - disse Jhon.
-Se você botar algum ovo e nascer um pinto, ele também irá falar? - perguntou Randon, sendo assassinado logo em seguida pela galinha.
-Como eu disse, vocês devem se esforçar em salvar o agente Kronos, ele possui uma habilidade muito rara, e precisa ser salvo com prioridade máxima.
-Ele está muito longe de nós. Não tem como chegarmos lá rapidamente sem um veículo potente. - disse 14.
-O Mestre está aqui para guiá-los.
E assim, o poderoso Mestre C. proferiu algumas palavras mágicas, e teleportou todos os agentes para perto de onde Kronos era feito refém. Antes que começassem a agir, foram novamente alertados.
-Vocês não podem falhar. O agente Kronos possui uma habilidade muito rara e desejada pelos inimigos. Ele precisa ser resgatado o quanto antes, e com segurança. A partir de agora, é com vocês. - dito isso, a galinha e o Mestre desapareceram.
Estavam diante de uma construção colossal em ruínas. E avançaram para dentro dela, sem planejamento algum, pois eram legítimos agentes C.
Continua...
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Capítulo 21 - Passa senão fede.
Por 4 dias eles andaram, mas enfim chegaram na cidade de nome de rio com saneamento básico imprudente. Lá encontraram uma cidade deserta. Sem tempo para perder, foram correndo para a faculdade. Quando chegaram lá, se depararam com uma faculdade completamente modificada, fortificada. Os saguis de outrora ainda viviam lá, mas aparentemente escravizados, ou melhor, seguindo um líder em quem acreditavam. Na parte central havia uma enorme torre, que na verdade era a caixa d'água que tinha sido reaproveitada. Uma estátua com um rosto muito conhecido era ostentado no ponto alto da torre. Era o rosto de Credilei. Em todas as possíveis entradas era visível placas e cartazes divulgado "Seja bem vindo a Credilei Empire".
Os agentes sabiam que não seria nada fácil entrar no recinto, pois os saguis provavelmente não tinham a menor saudades deles. Na realidade, quem sentiria? Buda sugeriu que eles deveriam formar um plano, mas foi ignorado por Randon, que avançou contra a faculdade correndo e gritando "Supeeeeeerrrrrrr....."
Diversos projéteis e explosivos dos mais variados tipos foram alvejados contra o agente, levantando uma cortina de fumaça. Os saguis riam entre si, acreditando ter aniquilado sem problemas o invasor.
Antes que a fumaça desaparecesse por completo, no entanto, todos os agentes da Equipe C. partiram para o ataque, usando a mesma fumaça como vantagem. Buda mirava em pontos estratégicos onde poderiam ter vários inimigos, e os incinerava. 14 havia digivolvido para uma beyblade e nocauteava diversos saguis. Sprite, Renanzim e Jhon invadiram as defesas locais, e logo todos os agentes estavam dentro da faculdade.
Porém, foram rapidamente cercados pelos pequenos saguis. Quando pensaram que haviam adquirido vantagem contra os agentes, os macaquinhos foram novamente surpreendidos pelo cavaleiro deprimente da equipe C. Randon, já transformado em Super Inframan, invadiu o recinto correndo, dando tiros com seu laser acoplado em seu calcanhar, causando danos letais em seus oponentes. Os demais agentes, aproveitaram o rebuliço e também atacaram os inimigos. Em pouco tempo, todos os oponentes cairam. Antes que pudessem ser dominados pela euforia da vitória, ouviram vozes vindas de dentro do pavilhão principal da faculdade.
-Quem ousa entrar em meus domínios?
Olharam na direção de quem havia dito tais palavras. Era uma voz conhecida. Era Credilei. Usando roupas de rei, mas que tinham como detalhes, em todas as peças, o rosto dele estampado nas roupas. Em suas costas, uma enorme capa, com um C estampado nela, e na forma de marca d'água, seu rosto.
-Credilei, a quanto tempo rapaz. - gritou Sprite, enquanto avançava em direção de seu velho amigo. Entretanto, foi intereceptado pelos saguis da guarda real do rei da faculdade, sendo atacado por múltiplos inimigos.
Em retaliação, Buda correu para incinerar o grupo de saguis, mas acertou e matou Randon acidentalmente.
-Ops, foi mal. - disse para o corpo carbonizado, mas tinha um leve sorriso maroto em seu rosto.
Mas os agentes remanescentes não ficaram parados. Atacaram com todas as forças as defesas do rei Credilei. Em uma difícil batalha travada, conseguiram uma vitória suada. Mas não contavam com uma arma secreta de Credilei. A torre central não era uma simples torre, e sim um megazord próprio do rei, que o defendia em momentos de perigo.
Contra o enorme robô, os agentes não estavam conseguindo obter nenhum sucesso. Eram forçados a recuar cada vez mais, até o momento que Jhon tropeçou e caiu no chão. O megazord tentou aplicar um soco, que iria esmagar o agente, mas antes que ele acertasse o alvo, teve seu braço mecânico segurado. Quando o robô e Credilei olharam para o defensor, viram o restaurante próximo à faculdade, em sua forma também megazord, agindo em defesa da equipe C.
-Como isso é possível? Quem é capaz de controlar isso? - gritou o rei de nome esbelto.
-Hehehe, não é apenas você que consegue controlar uma máquina destas, Credilei. - respondeu Sprite, que continuou. - Este é o meu megazord aliado para todos os momentos difíceis, que aprendi a controlar durante meu severo treinamento.
A batalha estava recomeçando apenas. Os dois robôs se encaravam, enquanto o agente estava diante do rei. Uma temível batalha estava por começar.
Mas antes disso, vamos para o nosso comercial. Vocês já utilizaram a máquina pegadora de DPs C. Jumentos Booster? Não? Pois não percam mais tempo, a partir de agora, nos próximos 5 minutos, esta verdadeira maravilha estará com 15% de desconto, e você ainda pode parcelar em até 12x sem JUROS. Imperdível, não? Não deixe para depois a oportunidade de maximizar a sua aquisição de reprovações. Sim, você pode. Seja a partir de hoje a vergonha da sua família, com o exclusivo C. Jumentos Booster. Desenvolvido pelos mais aplicados alunos servidores da burrice universal, este maravilhoso aparelho reduz em até 96%, eu disse noventa e seis por cento, o conhecimento que o usuário possuía. Não percam mais tempo, adquiram o seu C. Jumentos Booster agora. Corram, pois já estamos nas últimas unidades em estoque. Aproveitem agora!!!
Continua...
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Capítulo 20 - A arte de missangas nos cabelos das axilas.
-Como assim farejá-lo, seu bosta? - perguntou Sprite para Jhon.
-Cala a boca, seu burro. - gritou o agente - Enquanto eu fiquei sozinho durante todo este tempo, não faço ideia aonde, eu fui obrigado a desenvolver meus sentidos de uma forma que eu nunca imaginei que conseguiria. Fiquei tanto tempo trancafiado com meu consumo fecal, que consigo detectar qualquer tipo de cheiro, a anos luz de distância.
-Nossa cara, que legal. E pra que que serve isso? - perguntou novamente Sprite.
-Pra comer tua mãe, seu viado.
-Mas....mas.....isso não faz sentido....
Buda jogou um ossinho, agora para o agente não-diet, que foi correndo brincar.
-Para farejá-lo, se não me engano, você precisa conhecer o aroma dele previamente, não é mesmo, Jhon? E como conseguiremos uma amostra do cheiro dele?
-Nossa...verdade...bom, enquanto vocês pensam, vou passar verniz nas minhas unhas dos pés.
Enquanto Jhon embelezava seus próprios pés, o restante da equipe C pensava em como obter uma amostra de aroma de Kronos. Randon sugeriu procurar no google, mas não tinham internet. Renanzim sugeriu uma partida de Dota, mas também não tinha internet. 14 sugeriu dançar pole dance, e foi fazer isso. Buda acreditava que tinha algo claro que poderia ser a solução, mas não conseguia descobrir o que poderia ser. Sprite achava prudente e produtivo brincar de 'passa senão fede', e ficou fazendo isso sozinho. Randon tentava lamber o cotovelo, ele tinha certeza que se conseguisse, ele seria alguém melhor.
-Já sei! - gritou Sprite, mas foi ignorado, pois era ele.
-Já sei! - gritou Randon, mesma coisa que Sprite, entretanto.
-Já sei! - gritou Renanzim, ...
Enquanto Buda e 14 não conseguiam pensar em nada, os outros 3 agentes foram dar uma volta na cidade. Perceberam que o número de zumbis havia sido reduzido a praticamente 0, um ou outro transitava na cidade deserta. Vários cadáveres fediam nos chãos, no entanto. Aparentemente, os mortos vivos não eram imunes ao tempo, e com o passar dele, foram caindo um a um. Porém, Randon foi ver se eles ainda mordiam, e da pior forma possível descobriu que sim. Explodiu logo após isso.
-Renanzim, nós vamos precisar de algum transporte para chegarmos lá. Que tal se a gente procurar por algo que possa ser útil?
-Sim, boa ideia. Mas onde que vamos encontrar patins?
-É....eu estava pensando em algo que nos desse menos trabalho...
Na casa, os 3 ainda não haviam conseguido pensar em nada. Passado algum tempo, Renanzim e Sprite voltaram pra casa, e escutaram Buda, 14 e Jhon discutindo o que fazer. Renanzim disse para 14:
-Por que você não fareja o peão que você era aprisionado? Kronos com certeza usava as mãos dele para segurar o peão...
E Jhon fez isso, sentiu o aroma de Kronos e disse:
-Ele pode estar em dois lugares. Aqui, na casa, ou muito longe a Noroeste daqui. Mas como também tem o cheiro de 14, então ele está muito longe mesmo.
-E como nós vamos para lá? A pé? Sedex 10 novamente? Não temos o endereço exato para chegarmos lá.... - disse 14.
-Aí que vocês se enganam. Nós temos o nosso transporte já feito, pessoal. - disse em voz alta Sprite.
-E o que é?- perguntou Buda.
-Uma catapulta. - respondeu o agente, com os olhos brilhando, crente que estava sendo imponente e importante.
Buda jogou outro ossinho, e o agente foi buscar...
-Vamos para a faculdade. De lá nós podemos utilizar o transporte C. - disse o espírito de Randon.
-Ahhh, verdade, eu ouvi falar sobre isso. Eu lembro ter visto ele enquanto treinava, hehehe. - disse Sprite.
E foram. Pegaram um veículo qualquer, descobriram que não tinha mais gasolina em lugar algum, e foram a pé para a faculdade.
Continua...
terça-feira, 24 de julho de 2012
Capítulo 19 - As masmorras da paixão
Em uma casa desconhecida, chegou pela sexta vez o
moço do Sedex, de saco cheio por ter sido burro em não levar todas as
encomendas de uma vez só. Entretanto, ele havia deixado uma sétima encomenda
para trazer depois, ainda no mesmo dia. Jogou de qualquer jeito o pacote na
frente da casa.
Era uma encomenda grande. Todos os pacotes eram
enormes, e pesados. Alguns mal cheirosos. Em cada encomenda, havia um agente C.
Aos poucos, eles foram saindo de dentro das embalagens, e colocando a conversa
em dia. Mas como ninguém tinha assunto, ficaram rosnando.
Buda, Randon, Sprite, 14, Renanzim e Jhon estavam
lá. Não haviam percebido, mas Kronos ainda não estava lá. Passado algum tempo,
o carteiro veio novamente. Só que, ao invés de trazer uma encomenda contendo
Kronos, ele trouxe apenas uma carta. Entregou sabiamente para 14, que começou a
ler:
“Seu amigo foi capturado pelas forças do mal. Vocês
precisam unir o conhecimento adquirido com este tempo que passaram sozinhos, e
ajudar a resgatá-lo. Ele corre sério perigo.”
-Perigo de que? – perguntava Randon para si mesmo...
-Tá Randon, vai lá, pega o ossinho, vai. – Buda,
após falar isso, jogou um pequeno osso para o agente ir brincar. – Como nós
vamos encontrá-lo? Sequer sabemos onde estamos.
-Nós estamos em uma casa. – respondeu Jhon.
-Sério, e como você sabe? – insistiu Buda.
-Porque está escrito na placa: “Aqui é uma casa”.
-Nossa, é muito sua cara esta residência, seu
idiota. Eu não me surpreenderia se fosse você que morasse aqui...
-Mas é a minha casa mesmo, caralho. Vamos entrar um
pouco, tenho que depilar minhas unhas dos pés.
-Jhon, eu acho que você quiser dizer outra coisa, né,
amigo? – disse 14.
Quando entraram, o agente óbvio foi buscar cera
quente, passou em suas unhas, e começou a se depilar. Do lado de fora da casa,
ouviram uma explosão, mas logo constataram que não era nada demais, apenas
Randon que tinha morrido para um ovni.
14 resolveu começar a conversa com uma pergunta
direta: “Qual amigo mesmo que está faltando?”.
E começaram a pensar. Sem sucesso. Não conseguiam se
lembrar de nenhum amigo ausente naquele lugar, fora o falecido do capítulo, mas
que também não fazia falta para eles. Passados alguns minutos, o carteiro
novamente bateu na porta da casa, desta vez para entregar um bilhete. Entregou
para Jhon.
O agente engoliu e comeu o papel. Uma hora depois,
veio o carteiro, com uma escopeta nas mãos, entregar aquele que ele adoraria
ser a última carta do dia. Mas era um telegrama legal do Gugu, que por ser
zumbi, foi incinerado por Buda. Em seus restos mortais, havia um bilhete ainda
não carbonizado, que 14 pegou e leu: “Quem está faltando é o Kronos, porra”.
O agente deu uma olhada na janela da casa e viu um
idiota mumificado escrevendo os bilhetes, que saiu correndo quando viu que foi
detectado. Nenhum dos agentes quis ir atrás da múmia, estavam preocupados mesmo
era se Kronos estava se alimentando bem.
-Onde será que ele pode estar? Como vamos encontrá-lo
se sequer sabemos para onde ele foi levado? – perguntava Renanzim.
-Eu sei como encontrá-lo. – afirmou Jhon, já com as unhas
dos pés impecáveis.
-Como? – perguntou Sprite.
-Eu vou farejá-lo. – respondeu o moço das unhas dos
pés recém-depiladas.
Continua...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Capítulo 18 - Eu sou primal
Renanzim
acordou em um lugar desértico. Além de areia tinha Renanzim. Por causa do
calor, o agente tentou fingir de morto, para ver se o sol não o via e por fim
não o castigava. Pela lógica, não deu certo. Mas na realidade, não funcionou
também. Revoltado, o agente se levantou, deu um chute na areia, e parte dela
foi parar nos olhos dele.
Mais
revoltado ainda, ele resolveu andar, pois qualquer coisa que ele fizesse, no
mínimo ele seria o culpado no fim das contas. Mas por mais que ele se
movimentasse, ele não ia para lugar algum, pelo menos ele não conseguia ter
noção de absolutamente nada. Tudo era areia. O máximo que o agente visualizou
foi uma caravana distribuindo Gatorade, mas que ele julgou irrelevante e não perdeu
tempo.
Quando
anoiteceu, veio o frio. Estrategista genial como só ele, ficou nu, pois seus
pelos corporais iriam protegê-lo. Curiosamente, não deu certo. Quando estava
quase desmaiando, teve uma epifania que na verdade era uma galinha falante.
-Este
não é seu lugar, agente. Você sacrificou todo o conhecimento que iria adquirir
em seu curso para um bem maior, combater um mal muito mais perigoso. Você
precisa sair daqui.
-Mas
como eu faço isso? Eu não faço ideia de onde estou, muito menos como sair
daqui.
-Para
conseguir sair, você terá que despertar o seu eu interior.
-Um
galo?
-Não,
seu retardado.
-O que
então?
-Outra
galinha.
Jhon, o
agente sedutor, irresistível para os insetos. Para os insetos. Ele acordou em
uma cama em um hospital desconhecido, completamente amarrado, e em seus dois
braços eram injetados algo que ele não sabia afirmar ao certo o que era.
Mas ele
sabia que estava sofrendo de uma vontade irresistível de evacuar. E como não
tinha ninguém mesmo, mandou ver, nas calças, do jeito que a criançada gosta.
Passadas
4 horas, a torneira anal não havia cessado. Cagava com gosto, sem misericórdia,
sem perdão, com fúria, bravura e honra. Saia aos jatos, litros, parecia
petróleo, mas era menos valoroso (infinitamente menos). Uma fada dos dentes
entrou voando pelo quarto, com 3 máscaras tampando suas narinas, e começou a
falar:
-É
impressionante o resultado. Aplicamos doses cavalares de remédios para prender
seu intestino, e você não para. É uma verdadeira fábrica de merda.
-Você
não sabe como isso é bom.
-Você é
que não sabe o quão ruim isso é para você. Quando eu sair deste quarto, ele não
terá mais nenhuma saída nem entrada (i/o bound?, precisava mencionar isso).
Assim, você morrerá com seu próprio veneno.
E a fada
saiu. A princípio Jhon continuou mandando ver, sem hesitar, com gosto. Mas aos
poucos, o mar marrom e aromatizado foi inundando o quarto, e o agente entrou em
desespero, o que intensificou a diarreia.
-Merda,
eu não acredito que vou ter a morte mais vergonhosa da história da humanidade.
Eu vou morrer afogado na minha própria bosta. Socorro! Alguém me ajuda, por
favor!
E os
coliformes foram dominando o quarto até o momento que o agente ficou
submerso...
CONTINUA!!!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Capítulo 17 - Os super canários de 1975
Buda abriu os olhos e viu que estava em um lugar diferente do habitual. Ele era poligonal, e possuía um corpo feminino. Apesar disso, ainda soltava chamas pelos olhos. E se queimava com isso. Tanto fisicamente, quanto moralmente. Ele estava situado no alto de uma torre fortificada. Várias armadilhas estavam acopladas no local, enquanto Buda descia pela torre. Ele descobriu as armadilhas de uma forma inteligente, caindo nelas. No total ele perdeu apenas 207 hp. Ao chegar no térreo, encontrou aproximadamente 70 outros personagens, e para sua surpresa, estavam lá exatamente para matá-lo.
-O que que tá acontecendo aqui? - gritou Buda.
-Matem o boss, matem o boss. Se derrotarmos ele, pegaremos o loot mais raro do Barbie MMO.
Buda quando ouviu isso, arregalou os olhos. Incinerou uns 20, deixando eles no red supremo. Aproveitou o descuido do grupo e saiu correndo, sem rumo definido. No trajeto encontrou personagens desprovidos de talentos, que ao invés de fugirem do perigo, falavam "Mim dá um item". Buda os incinerou. No caso dos infelizes, dead para eles.
O jovem agente correu por vários quilômetros, pois sua stamina era alta por lá. Quando enfim encontrou uma cabana. Lá havia alguns inimigos mais fracos. Buda tratou de derrotá-los, sem dificuldades. Se sentou por algum tempo. Precisava saber o que estava acontecendo. Onde ele estava de fato. Como ele havia parado lá.
Para sua surpresa, encontrou um bilhete. Pegou e começou a ler. Lá estava escrito:
"O conhecimento te cega. O Estado paga muito caro para manter o aluno em uma faculdade. A porta serial de saída é a mesma da de entrada. Uma vez aqui dentro, você só sai completando esta quest. Eu sou bonito, mais do que aquele que rola no mato e come capim. Assinado: AB8085"
-O que ele quis dizer com isso? - pensou Buda.
Sobre sua cabeça apareceu a mensagem "Your questlog has been updated". Ainda sem saber o que fazer, Buda pensou em dar um alt tab e procurar por algum spoiler da dita quest, mas logo se recordou que ele não estava em um computador, ele era o char. Para sua tristeza, começou a cantar "Para sua alegria" em sua mente. E se lembrou do mais importante, ele não gostava de cortar as unhas dos pés, e também achava o Alexandre Pires um ótimo cantor.
Em outro lugar que nem na puta que pariu se situa, 14 acordava. Ele não conseguia reconhecer o lugar, assim como todos os outros agentes não haviam reconhecido (ou seja, isso já é algo conhecido por default). Felizmente, ele não estava mais dentro de um peão. Muito menos era subalterno de Kronos. Enfim, parte da tortura psicológica havia terminado.
Começou a avançar para qualquer direção dançando, com seus pés de cartilagem. Dançou I Will Survive, IMCA, Bossa Nova, Créu e por fim Dancing Queen. Gritava de alegria, de felicidade, de vontade de programar. Gritava tão alto, que começou a escutar vozes se esgueirando por trás das paredes. Neste momento, ele percebeu que não estava sozinho. E pouco depois descobriu que seu pesadelo estava começando novamente, mas em uma dose muito mais intensa. Vários Kronos trajados como índios (alguns com tangas, alguns nus, e todos com pinturas estranhas por todo o corpo) começaram a cercar o agente. De tanto ódio, 14 se transformou em SuperSayajin, e começou a espancar os Kronos, que apenas soletravam Pokemon, Pokemon. Colocou vários para dormir, mas os clones eram muito mais numerosos do que ele imaginava. Tirou a peruca loira, as lentes de contato azuis, voltou ao normal, e saiu correndo. Os clones de Kronos logo atrás dele.
-O que vocês querem de mim? - gritava o agente enquanto corria, desesperado.
-Pokemon, pokemon, pokemon... - grunhiam os Kronos.
14 correu para uma cabana, lá dentro começou a procurar por objetos que poderiam servir para um possível combate. Mas tudo que ele tocava se transformava em Kronos. Ele gritava desesperado, não sabia para onde ir, não sabia sequer como se livrar da situação. Voltou a correr, agora chorando. E a Kronaiada atrás dele. Correu por vários minutos, até, sem forças, tropeçar, e cair no chão. Não conseguia mais levantar, e só viu a multidão de Kronos se aproximar.
Desesperado, tentou se voltar para o outro lado e sair correndo, mesmo que fosse engatinhando. Porém, o que ele havia tocado no chão havia se transformado em Kronos, que já havia agarrado o braço dele. Quando todos se aglomeraram em cima de 14, só foi possível ouvir um grito que continha desespero, ódio, tristeza e por fim azeite de oliva.
-NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!
Continua...
Capítulo 16 - Os brutais acentos da língua dinamarquesa.
Agente Randon acordou em um lugar muito estranho. Não havia nada, era tudo branco, mesmo pisando em algo sólido, ele não conseguia discernir chão do restante. De qualquer forma, começou a andar, sem direção definida, pois ele não sabia absolutamente nada sobre o local, e dificilmente teria algum recurso para aprender. Continuou avançando até chegar em um local aparentemente diferente. Mas não era, era branco da mesma forma, não tinha nada, e ele continuou avançando. Até ficar exausto, e caiu como um saco de fezes suínas no chão, batendo de cara no chão.
Enquanto estava deitado, começou a ouvir passos vindos da direita de onde ele estava. Ele olhou para a direção dos passos e viu SuperInframan avançando para onde ele estava. Confuso, começou a gritar:
-Quem é você? Eu sou o Inframan! Você é um impostor! Você é um impostor de ICMS!
O herói então respondeu:
-Você corre grande perigo. Vocês, os escolhidos, são muito poderosos, mas hoje são mais frágeis que as unhas de Jhon. Você precisa ser verdadeiramente forte para honrar este manto sagrado do SuperInframan.
-Mas eu sou um homem honrado. Eu me esforcei muito para manter minha média de 6 DPs por semestre, como você ousa me chamar de despreparado? Eu te desafio!
E o desafio foi aceito. Randon, no entanto, espancou facilmente SuperInframan. Uma vez surrado, totalmente derrotado no chão, o herói não conseguia mais levantar, e assim Randon começou a provocar:
-Quem que é o fraco agora? Quem?
O herói então tirou a máscara. Era o próprio agente Randon. Com muita dificuldade, começou a falar:
-Quando você veste esta armadura, você fica mais fraco. Você precisa aprender a melhorar esta situação desfavorável, só assim irá conseguir vencer o mal que está querendo dominar o mundo... - E desapareceu logo depois.
Depois, vários SuperInframans apareceram diante de Randon. E começou uma luta extremamente acirrada...
Em um outro lugar desconhecido, Sprite acordava. Aparentemente era um lugar alto, pois estava escrito na plaquinha ao lado do agente: "Cuidado, lugar alto". O agente se levantou, e constatou que estava em cima de uma caixa d'água. Porém, só havia um caminho linear a seguir. Se tentasse ir para outra direção, ele esbarrava em uma parede invisível, tornando impossível se mexer para outra direção. Desceu da caixa, e começou a avançar pela trilha. O lugar era conhecido, parecia a faculdade, e o caminho levava até a Pirâmide. Quando entrou na pirâmide, uma luz o sugou para cima, para dentro de um ovni. Lá dentro, o agente foi posto para dormir, sem sequer saber como.
Aparentemente em um sonho, vários Aliens apareceram diante dele e milagrosamente conseguiam se comunicar com ele:
-Nós vamos treinar você, a pedido do Mestre.
-Poxa, que bom, cara. Obrigado. Uma pergunta, algum de vocês consegue escrever o próprio nome?
Os aliens olharam entre si, sabiam que não conseguiam escrever o próprio nome, e viraram e deram uma rabada na cara do agente, e começaram a gritar. Antes que parassem, o Predador apareceu. Agia como se fosse o líder do grupo. Sprite se voltou para o Predador e perguntou:
-E você, sabe escrever seu nome?
Antes que o bicho ficasse nervoso, ele retrucou:
-Eu escrevo o meu nome, só depois de você compilar um código C que gere um Hello Word.
Após isso, Sprite concluiu que seria mais construtivo treinar com as criaturas. Mas, ele não parava de pensar "Olha o nível dos meus instrutores"
Continua...
sábado, 5 de maio de 2012
Equipe C prova algo muito importante
Prova definitiva de que estudo não dá futuro. Aprendam:
estudar = não fracasso
não estudar = fracasso
estudar + não estudar = não fracasso + fracasso =>
=> estudar * (1+não) = fracasso * (1+não) =>
=> estudar = fracasso
estudar = não fracasso
não estudar = fracasso
estudar + não estudar = não fracasso + fracasso =>
=> estudar * (1+não) = fracasso * (1+não) =>
=> estudar = fracasso
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Capítulo 15 - Feriado = Feriado
Muita correria e confusão tomou conta do lugar. As pessoas corriam para vários lugares buscando abrigo. Os militares que cuidavam do lugar corriam e procuravam se organizar taticamente para defender com a maior eficácia o local. Os cavaleiros de aço morreram para o primeiro zumbi, mesmo não combatendo com nenhum. No meio da bagunça, esqueceram os agentes de lado, que sozinhos, resolveram partir. Entretanto, o coração puro de Renanzim resolveu ficar e lutar ao lado das pessoas. Era doloroso demais para ele ver inocentes morrendo injustamente. Justamente podia. E todos os agentes ficaram para lutar no final.
Por mais pífia que a equipe C. aparentasse ser, eles eram muito eficientes em combate, e realmente estavam obtendo enorme sucesso contra os mortos vivos. Juntos, eles eram letais, matavam dezenas de mortos vivos, e praticamente não corriam riscos. Com exceção de Randon, que achava que conseguiria derrotar os zumbis com seu pênis. Foi infectado, fuzilado por um dos militares e faleceu, abraçado com um poste.
Os agentes foram fundamentais para a vitória local. Todos os invasores haviam sido derrotados, apesar do considerável número de baixas. Sem muito fôlego, comemoravam entre si, se abraçando, cumprimentando e imitando galinhas. Porém, não foram capazes de perceber que o perigo ainda não havia sido erradicado de vez. Um único inimigo, envolto em uma capa preta, com um golpe apenas, destruiu diversos edifícios, assassinando vários locais, e colocando um fim trágico em vários caças palavras intactos, até mesmo livrinhos de colorir que Kronos tanto amava.
Sprite em um movimento rápido deu um tiro certeiro de lança granadas contra o invasor. Apesar da ótima pontaria, o tiro foi rechaçado, explodindo longe do oponente. Na verdade, explodiu sobre Kronos e 14. Desesperado, o agente pedia desculpas para os aliados. Não percebeu que o oponente agora mirava nele. O inimigo abriu um laptop e rapidamente criou um código fonte que gerou uma esfera de conhecimento, que foi atirada contra o agente.
14 empurrou o agente, e o salvou, recebendo completamente o ataque. Enquanto grunhia, ele chorava e lamentava:
- Maldição, agora sei calcular derivadas. Maldito seja.
Buda começou a lançar chamas contra o inimigo. Entretanto, ele era imune a fogo, e sequer se preocupava em esquivar. Em resposta, com uma de suas mãos, ele criou uma energia estranha que sugou 14, e o arremessou contra Buda.
Renanzim tomava sorvete em um lugar aleatório, ignorando os combates.
Jhon fora derrotado apenas com um olhar do inimigo estranho. Kronos gritou alto, engasgou e desmaiou.
Pouco tempo depois, só restavam Buda e Sprite ativos no combate. E logo depois, apenas Sprite, pois Buda havia partido para cagar. O agente estava enfurecido após ver seus amigos caindo, um a um, diante de seus olhos. Não que ele havia realmente visto todos serem derrotados, pois não estava prestando muita atenção, mas a tristeza era válida. Começou a atirar alucinadamente, com várias armas distintas, contra o inimigo. Entretanto, sem sucesso. Quando ele não reencaminhava os disparos, ele esquivava. Foi neste momento que o agente percebeu que o cretino não havia proferido nenhuma palavra sequer.
-Quem é você, seu rato repugnante?
-Abbfuabffubuafbufaufbfbfubf faufb ufbu faub aufbaufbaubafu bufbf uafbu ufbu fabfau.
-Mestre? - perguntou Sprite após reconhecer a fala fanha. Mas logo percebeu que não era Ele, pois o mestre não atacaria seus aliados. O inimigo voltou a atirar uma esfera de conhecimento, que agora ensinava C++. Sprite se esquivou por muito pouco, pulando para o lado. Porém, quando colocou novamente seus pés no chão, foi interceptado por uma rajada de laser do oponente. Enquanto caia de costas para o chão, o inimigo se moveu rapidamente e deu um incrível chute nas costas do agente. Sprite alçou vôo. Quando ele parou no ar e ia começar a cair, sentiu um forte soco em seu estômago. Caiu completamente derrotado.
O inimigo se moveu para perto de Kronos (o mais próximo dele), e antes que pudesse tocar nele foi interceptado pelo cavaleiro secreto da equipe C. Randon, retornando do harém, equipando a armadura sagrada de Inframan, estava pronto para o combate mortal, que decidiria o futuro dos agentes da Equipe C.
Foi derrotado logo em seguida. O inimigo, então, apenas com um toque, teletransportou cada um dos agentes para um lugar oculto, separando assim a Equipe C. Aquele dia foi marcado pela derrota dos agentes. Todos haviam sido derrotados por apenas um inimigo. Um dia triste, um dia doloroso, mas pelo menos não tinha mais aulas. Aonde eles haviam parado, nem eles mesmos sabiam. Enquanto acordavam, estranhavam os locais, e procuravam sobreviver. Se conseguiriam, é muito provável, pois este não é o último capítulo.
Continua!!!
domingo, 8 de abril de 2012
Capítulo 14 - Eu garanto, o capítulo passado foi um capítulo.
Os agentes foram levados para a prisão local, por desacato e feiúra excessiva. Já na prisão, que na verdade era a biblioteca municipal, o sofrimento veio para os agentes. Eles seriam capazes de suportar qualquer tipo de tortura, qualquer tipo de pressão psicológica (mesmo porque eles não possuiam psicológico), mas conviver com livros, conhecimento, era algo muito mais intenso do que eles estavam habituados. Buda vomitava direto, Randon chorava e batia com a cabeça no chão, Jhon se alimentava com detritos nasais, 14 tentou se cegar, mas era um peão e não tinha dedos para atacar seus olhos. Era triste ver os agentes secretos mais vagabundos do mundo sendo tão brutalmente torturados, mesmo que a intenção era apenas de mantê-los presos.
Passado algum tempo, veio um homem alto, de porte elegante, porém trajado como mendigo. Ele começou a fazer perguntas para os agentes, visando obter informações de como estava o mundo além da cidade de São Paulo, como eles ainda estavam vivos, e qual era o número do canal da rede vida. Na verdade, o mendigo elegante sabia muito bem que aquele grupo não era de todo ruim, como todas as aparências indicavam. Sabia que eles deviam possuir muitos talentos. Por fim, saiu de lá e foi procurar um bar, beber e depois dormir na rua, pois era de fato um mendigo (a segurança da prisão se mostrava passiva demais).
Uma semana depois, veio um homem fardado ao encontro do grupo, e começou a falar:
-Nossos líderes querem que vocês nos digam o que aconteceu com o seu grupo desde que este caos começou. Queremos saber de tudo.
14 explicou tudo, em detalhes que até mesmo a Verdade desconhecia. O homem ficou satisfeito com as respostas, e após coletar as informações e algumas amostras de sangue, foi embora. Novamente, a equipe C se viu trancafiada, sem saber de mais nada, o desespero reinava na mente deles. 3 dias depois, o mesmo homem entrou com passos rápidos no recinto, com ar desconfortante, e começou logo a perguntar quem era Buda. O jovem respondeu que era ele, e foi indagado:
-Nos testes de sangue, detectamos, no lugar de hemoglobinas, hemácias e coisas do tipo; urina, varíola, peste bubônica, dióxido de enxofre, óleo frito e muito, mas muito Energil C.
Sim, isso é óbvio, respondeu Buda, sem saber o que eram os elementos. O guarda continuou:
-Randon apresenta células que se regeneram em velocidade impressionante, e também é soro positivo. Sprite não tem sangue. 14 também não, mas pelo menos possui óleo no lugar. Kronos tem caricaturas dele mesmo no lugar de células. Renanzim possui sangue normal e este Jhon possui celulites. Quem são vocês, afinal de contas?
Buda respondeu, com ar arrogante:
-Nós somos o lado burro da sua mente, seu inútil.
Vocês serão levados para os nosso líderes agora mesmo, eles querem saber com que tipo de pessoas eles estão lidando. E foram transferidos para uma sala enorme, em um prédio que eles não conseguiram reconhecer. Diante deles, surgiu o semblante de 3 homens, vestindo uma armadura relativamente familiar, mas que não transmitia imponência nenhuma. 14 perguntou:
-Quem são vocês?
-Calados!!! Vocês não estão aqui para fazerem perguntas, e sim para responder as nossas. Quem são vocês? De onde vocês vieram?
-Eu só respondo quando vocês nos disserem que são vocês. - insistiu 14.
-Tá bom, tá bom. Mas esta será a nossa única resposta para vocês. Nós somos os Cavaleiros de Aço, demitidos após nossos 3 ou 4 episódios de aparição irrevelante. Não sabemos sequer a constelação que representamos, não fomos aceitos para defender a Athena, fomos demitidos e cá estamos, cuidando desta cidade sitiada pelo mal.
-Nunca ouvi falar. Isso significa que vocês já foram importantes para alguém algum dia? - respondeu 14.
Chorando, um dos cavaleiros de latão respondeu:
-Infelizmente, ninguém nos valorizou, nós até tentamos nos tornar cavaleiros do zodíaco importantes, batalhando contra alguns inimigos sem armadura. Mas perdemos todas as batalhas, até mesmo a Saori que era passiva nos derrotou, lutando com mãos nuas. Assim, aquele cavaleiro do cavalo de asas nos demitiu.
Durante a conversa, um dos soldados locais entrou correndo no salão, gritando:
-Os zumbis passaram por nossas defesas!!! Uma parte do nosso muro foi destruída, e agora os zumbis passaram pelas nossas defesas!!!
Continua...
Passado algum tempo, veio um homem alto, de porte elegante, porém trajado como mendigo. Ele começou a fazer perguntas para os agentes, visando obter informações de como estava o mundo além da cidade de São Paulo, como eles ainda estavam vivos, e qual era o número do canal da rede vida. Na verdade, o mendigo elegante sabia muito bem que aquele grupo não era de todo ruim, como todas as aparências indicavam. Sabia que eles deviam possuir muitos talentos. Por fim, saiu de lá e foi procurar um bar, beber e depois dormir na rua, pois era de fato um mendigo (a segurança da prisão se mostrava passiva demais).
Uma semana depois, veio um homem fardado ao encontro do grupo, e começou a falar:
-Nossos líderes querem que vocês nos digam o que aconteceu com o seu grupo desde que este caos começou. Queremos saber de tudo.
14 explicou tudo, em detalhes que até mesmo a Verdade desconhecia. O homem ficou satisfeito com as respostas, e após coletar as informações e algumas amostras de sangue, foi embora. Novamente, a equipe C se viu trancafiada, sem saber de mais nada, o desespero reinava na mente deles. 3 dias depois, o mesmo homem entrou com passos rápidos no recinto, com ar desconfortante, e começou logo a perguntar quem era Buda. O jovem respondeu que era ele, e foi indagado:
-Nos testes de sangue, detectamos, no lugar de hemoglobinas, hemácias e coisas do tipo; urina, varíola, peste bubônica, dióxido de enxofre, óleo frito e muito, mas muito Energil C.
Sim, isso é óbvio, respondeu Buda, sem saber o que eram os elementos. O guarda continuou:
-Randon apresenta células que se regeneram em velocidade impressionante, e também é soro positivo. Sprite não tem sangue. 14 também não, mas pelo menos possui óleo no lugar. Kronos tem caricaturas dele mesmo no lugar de células. Renanzim possui sangue normal e este Jhon possui celulites. Quem são vocês, afinal de contas?
Buda respondeu, com ar arrogante:
-Nós somos o lado burro da sua mente, seu inútil.
Vocês serão levados para os nosso líderes agora mesmo, eles querem saber com que tipo de pessoas eles estão lidando. E foram transferidos para uma sala enorme, em um prédio que eles não conseguiram reconhecer. Diante deles, surgiu o semblante de 3 homens, vestindo uma armadura relativamente familiar, mas que não transmitia imponência nenhuma. 14 perguntou:
-Quem são vocês?
-Calados!!! Vocês não estão aqui para fazerem perguntas, e sim para responder as nossas. Quem são vocês? De onde vocês vieram?
-Eu só respondo quando vocês nos disserem que são vocês. - insistiu 14.
-Tá bom, tá bom. Mas esta será a nossa única resposta para vocês. Nós somos os Cavaleiros de Aço, demitidos após nossos 3 ou 4 episódios de aparição irrevelante. Não sabemos sequer a constelação que representamos, não fomos aceitos para defender a Athena, fomos demitidos e cá estamos, cuidando desta cidade sitiada pelo mal.
-Nunca ouvi falar. Isso significa que vocês já foram importantes para alguém algum dia? - respondeu 14.
Chorando, um dos cavaleiros de latão respondeu:
-Infelizmente, ninguém nos valorizou, nós até tentamos nos tornar cavaleiros do zodíaco importantes, batalhando contra alguns inimigos sem armadura. Mas perdemos todas as batalhas, até mesmo a Saori que era passiva nos derrotou, lutando com mãos nuas. Assim, aquele cavaleiro do cavalo de asas nos demitiu.
Durante a conversa, um dos soldados locais entrou correndo no salão, gritando:
-Os zumbis passaram por nossas defesas!!! Uma parte do nosso muro foi destruída, e agora os zumbis passaram pelas nossas defesas!!!
Continua...
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