Agente Sprite, quando chegou em casa, começou a tomar bronca da capivara que o tinha comprado no mercado livre. Revoltada, ela grunhia como se quisesse dizer que já estava de saco cheio com o prejuízo que estava tendo com a compra do agente. Ela tinha razão.
O agente foi para seu quarto, triste com a vida, tudo que fazia no cotidiano não rendia o resultado esperado, ou pelo menos rendia algo totalmente não aceitável, como por exemplo, médias negativas e ser expulso por pombas do centro da cidade. O pobre garoto estava triste. Para amenizar, foi jogar, pois estudar e adquirir conhecimento eram coisas levianas, proibidas em sua filosofia de vida. Acabou adormecendo logo em seguida, no bidê do banheiro.
Quando acordou, logo percebeu que tinha perdido hora, pois a aula dele havia começado bem antes das 11 horas da manhã. Também estranhou a capivara não tê-lo acordado, pois ela era meio rigorosa quanto a horários. Saiu de seu quarto, tomou o café da manhã, assistiu um pouco de TV Globinho e enfim percebeu que os gritos vindos de fora de casa estavam se tornando irritantes. Oras, gritos, explosões, batidas de carros e tiros eram coisas chatas de se ouvir, fora dos jogos. Foi lá na frente de casa para ver o que estava acontecendo.
Foi colocar os pés fora de casa e viu logo uma cena perturbadora, sua capivara totalmente jogada no portão da frente de sua casa, morta, e em cima dela 4 pessoas a devorando. Como fiel escravo que era o agente logo foi tirar satisfações. Quando começou a gritar com as pessoas, percebeu que algo de errado estava acontecendo, pois ele só conseguia falar, gritar, enfim se comunicar assoviando. Nem ele mesmo conseguia decifrar o que dizia, pois só parecia um passarinho bêbado piando. Percebeu também que tinha chamado a atenção dos quatro assassinos de capivara. E que estas quatro pessoas estavam totalmente deformadas, com partes do corpo extraídas, putrefatas, pintadas de azul calcinha. Era uma cena horrível. O agente tentou gritar, mas novamente, saiu um assovio.
Voltou correndo para dentro de casa, ligou para a polícia, mas errou o número, e acabou discando para a prefeitura, mas como ninguém tinha atendido mesmo, foda-se. Procurou pela casa algo que pudesse servir de arma, e tudo que encontrou foi um retrato da detentora dos seus direitos, a pobre e morta capivara. O agente queria chorar, mas até nisso saia assovio. Então o mesmo decidiu que era hora de algo mais ousado, ele iria enfrentar os quatro zumbis sozinho, de mãos nuas (mentira, ele iria usar luvas de limpar banheiro).
Mas a falta de coragem falou mais alto, ele pulou o muro do quintal e saiu correndo pelas ruas.
Entretanto, descobriu que aquilo não era um incidente isolado. A cidade estava tomada por zumbis, que saiam de tudo quanto é canto. Foi neste momento que o agente descobriu outra coisa peculiar, não importava o tanto de pessoas normais que ainda estivessem nas ruas fugindo, os zumbis sempre iam na direção do agente. Parecia que ele atraía os mortos vivos. Logo o coitado corria de aproximadamente uns 40 zumbis.
E o agente correu, sem rumo, assoviando às vezes, mesmo que não fosse exatamente isso que ele quisesse fazer quando abria a boca. Tentava, de forma ineficaz, virar todas as vezes que chegava a algum cruzamento, a fim de despistar os zumbis. Cada vez tinha mais mortos vivos em sua cola. Ele precisava pensar em algo com urgência, senão ele estaria fudido. Procurou pensar em várias soluções diferentes, mas diferentemente do Left 4 Dead, ele não tinha arma nenhuma, muito menos munição a dar com pau. Assistir Mais Você também não iria ajudar muito. Programar? Nem em dias normais, tolinhos. Pular de paraquedas era muito inviável para o momento. Votar era uma ótima pedida, mas não tinham eleições acontecendo naquele momento. Enfim, ele decidiu que continuar correndo seria o mais apropriado.
Após correr por aproximadamente 8 terços de mol de avos, ele visualizou algo estranho, um pequeno japonês gritando pelas ruas. O estranho era que este japonês soltava fogo pelos olhos, incinerando os zumbis ao seu redor.
Ao se aproximar, percebeu que este era um conhecido, e logo assoviou, querendo gritar “Buda!”.
Continua...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Capítulo 3 - Formatação excêntrica de amarulas com caquis resultando no mais apaixonante pavê de nicotina.
Ainda não havia anoitecido, e os agentes estavam no laboratório procurando as roupas de Agente Randon. O local não era muito espaçoso, mas mesmo assim todos aqueles marmanjos juntos não davam conta de achar uma porcaria de calça.
Agente Renanzim, ao se deparar com os cacos de vidro que Agente Randon infestou o laboratório, resolveu realizar uma prova de resistência e autocontrole, andando descalço sobre os cacos de vidro. Conseguiu, com enorme sucesso, diversas feridas nos pés, mãos e corpo, incluindo alguns arranhões na cabeça (após cair no chão e ficar rolando sobre os cacos, gritando de dor). Mais uma vez, a inteligência da equipe sendo colocada em prática.
Agente Kronos enfim encontrou algo que poderia ser importante, e chamou a todos. Ele havia encontrado uma chave que, usada na porta correta, localizada no lugar mais obscuro da sua mente, seria capaz de abrir as chaves do paraíso fiscal de Machadinho D’Oeste. Entretanto, Renanzim ficou furioso e saiu gritando como um louco para Kronos:
- Onde já se viu eu aqui machucado, precisando de carinho e atenção e você dando atenção para esta chave imunda e inútil. – Após dizer isso gritando, ele tomou e engoliu a chave, que após ter passado pela digestão no estômago de avestruz do agente, foi totalmente destruída. Infelizmente, um possível item extremamente importante, se perdeu por ignorância e carência do agente.
Os demais nada fizeram, apenas voltaram a procurar pela calça, enquanto Agente Kronos ficava fazendo carinho em Renanzim, e pedindo perdão pela sua incompreensão.
-Randon, a calça que você estava usando era calça Jeans?
-Sim, Buda, por quê?
-Porque os ratos estão comendo ela.
-O que? – gritou o agente, correndo na direção de Buda.
E era exatamente aquilo mesmo que estava acontecendo. Ratos do tamanho de gatos comiam a calça, que já não tinha mais forma, muito menos utilidade. Randon, em um ato de fúria, atacou os ratos. Matou um em um piso certeiro, comeu outro em uma mordida letal, e os outros ratos fugiram em direção a um vão, em um lugar qualquer de uma parede qualquer.
Agente Randon correu em direção à parede e se jogou contra a mesma, derrubando-a, para a surpresa de todos os demais agentes. A qualidade da infraestrutura na faculdade era louvável.
Entretanto, a surpresa não ficou por conta apenas da parede feita de massinha de modelar, e sim o que havia por trás desta parede. Era uma segunda parte do laboratório, entretanto muito melhor conservada (provavelmente melhor porque Randon ainda não havia arrumado este local). O lugar estava em estado fantástico, e aparentava uma importância muito maior do que o laboratório anterior. Diversos experimentos muito bem conservados, muito bem guardados, lugar muito limpo, e com uma qualidade de manutenção louvável. Era como se uma edição de luxo de Diablo III tivesse sido dada para qualquer um dos agentes, e estes a guardariam com pleno carinho.
Antes de simplesmente partirem, resolveram dar uma olhada no lugar, apesar de agente Sprite aconselhar a todos para partirem, pois já estava ficando tarde. Foi totalmente ignorado. A realidade era que o agente estava de certa forma incomodado em estar naquele lugar. Algo o perturbava.
Os demais agentes procuravam coisas legais para jogar um no outro: líquidos de coloração divertida, de aroma desagradável, coisas assim. Só se esqueciam de que aquilo poderia render algum efeito colateral indesejado.
Foi então que Jhon gritou:
-Olha o que eu achei! – Se tratava de um freezer plenamente trancafiado com as mais modernas ferramentas, que foi brutalmente destruída por agente Kronos, que literalmente comeu as mesmas. O interessante era que, junto ao freezer, tinha um aviso de “Cuidado”, e logo abaixo “Aqui está guardada a mais nociva combinação feita por um estudante burro e desprovido de conhecimento na história desta faculdade...” e logo abaixo o nome do aluno era revelado. Ninguém menos que agente Sprite.
Dentro do freezer havia um recipiente que armazenava mais ou menos um litro de um líquido escuro, de aparência temível, e que obviamente deveria ser mantido seguro. Mas não enquanto os agentes estivessem ali. Além de tirarem sarro exaustivamente de Sprite, resolveram ter a brilhante ideia de beber o líquido, pois este parecia Coca-Cola.
O próprio agente Sprite também bebeu o líquido, pois como qualquer incompetente, não sabia o porquê ter sido tão criticado por aquela experiência, e sempre teve curiosidade em saber o sabor do líquido. Depois de todos terem dado conta de acabar com o líquido, que tinha sabor de amora, perguntaram para Sprite como aquilo havia acontecido. E o agente começou a explicar:
- Vejam bem, acontece que no passado eu tinha vontade de prestar Química, e em um evento da escola, viemos até aqui para descobrirmos mais sobre este curso. Enquanto os docentes responsáveis pelo laboratório explicavam algumas coisas, eu que nunca prestei atenção em explicação nenhuma fiquei brincando de misturar algumas coisas. Acontece que o que eu criei foi ingerido por um rato que era utilizado por alguns experimentos, e este rato morreu, soltou diversas faíscas após ter morrido e se transformou em poeira logo depois. As faíscas machucaram 6 pessoas no local, inclusive um dos docentes, que logo após este evento me expulsaram do local e processaram a minha escola, e a mim também. Minha pena é não poder passar por pelo menos um raio de 100 metros deste local, senão eu vou preso. Sei que enquanto eu ia embora forçado deste local, eles ficavam falando que eu era o segundo idiota que havia feito merda no local. Sempre tive curiosidade em saber quem era o outro, e acho que agora que estamos aqui, poderíamos muito bem procurar, não é mesmo?
E assim o fizeram. Procuraram por pouco tempo, pois foi relativamente fácil achar o outro lugar que continha o experimento também rigorosamente trancafiado. Novamente, Kronos comeu as trancas, e o experimento foi revelado. Na porta apenas continha o aviso. “Cuidado” e logo abaixo “Aqui está contida a mais poderosa e letal arma bioquímica feita acidentalmente por um louco desprovido de conhecimento na área. Este composto foi elaborado por C.”. Os agentes se entreolharam, um pouco receosos do que haviam acabado de ler, e começaram a brincar de jogar um no outro o líquido tão cuidadosamente armazenado. Destruíram completamente os frascos que continham os líquidos, e espalharam por todo o laboratório o mesmo.
Este laboratório era mantido em segredo na faculdade após o evento envolvendo Agente Sprite. Oficialmente, disseram que haviam dissolvido este laboratório. Apenas uns 2 ou 3 docentes sabiam da existência deste, e sabiam que o mesmo deveria ser sempre mantido em segredo, pelo perigo que nele residia. Entretanto, toda esta cautela havia sido inútil, pois 7 alunos acéfalos haviam acabado de invadir o laboratório e liberar dois perigosos compostos químicos que poderiam colocar em risco muitas pessoas inocentes.
Mal sabiam estes alunos que eles fizeram algo muito pior do que isso.
Continua...
Agente Renanzim, ao se deparar com os cacos de vidro que Agente Randon infestou o laboratório, resolveu realizar uma prova de resistência e autocontrole, andando descalço sobre os cacos de vidro. Conseguiu, com enorme sucesso, diversas feridas nos pés, mãos e corpo, incluindo alguns arranhões na cabeça (após cair no chão e ficar rolando sobre os cacos, gritando de dor). Mais uma vez, a inteligência da equipe sendo colocada em prática.
Agente Kronos enfim encontrou algo que poderia ser importante, e chamou a todos. Ele havia encontrado uma chave que, usada na porta correta, localizada no lugar mais obscuro da sua mente, seria capaz de abrir as chaves do paraíso fiscal de Machadinho D’Oeste. Entretanto, Renanzim ficou furioso e saiu gritando como um louco para Kronos:
- Onde já se viu eu aqui machucado, precisando de carinho e atenção e você dando atenção para esta chave imunda e inútil. – Após dizer isso gritando, ele tomou e engoliu a chave, que após ter passado pela digestão no estômago de avestruz do agente, foi totalmente destruída. Infelizmente, um possível item extremamente importante, se perdeu por ignorância e carência do agente.
Os demais nada fizeram, apenas voltaram a procurar pela calça, enquanto Agente Kronos ficava fazendo carinho em Renanzim, e pedindo perdão pela sua incompreensão.
-Randon, a calça que você estava usando era calça Jeans?
-Sim, Buda, por quê?
-Porque os ratos estão comendo ela.
-O que? – gritou o agente, correndo na direção de Buda.
E era exatamente aquilo mesmo que estava acontecendo. Ratos do tamanho de gatos comiam a calça, que já não tinha mais forma, muito menos utilidade. Randon, em um ato de fúria, atacou os ratos. Matou um em um piso certeiro, comeu outro em uma mordida letal, e os outros ratos fugiram em direção a um vão, em um lugar qualquer de uma parede qualquer.
Agente Randon correu em direção à parede e se jogou contra a mesma, derrubando-a, para a surpresa de todos os demais agentes. A qualidade da infraestrutura na faculdade era louvável.
Entretanto, a surpresa não ficou por conta apenas da parede feita de massinha de modelar, e sim o que havia por trás desta parede. Era uma segunda parte do laboratório, entretanto muito melhor conservada (provavelmente melhor porque Randon ainda não havia arrumado este local). O lugar estava em estado fantástico, e aparentava uma importância muito maior do que o laboratório anterior. Diversos experimentos muito bem conservados, muito bem guardados, lugar muito limpo, e com uma qualidade de manutenção louvável. Era como se uma edição de luxo de Diablo III tivesse sido dada para qualquer um dos agentes, e estes a guardariam com pleno carinho.
Antes de simplesmente partirem, resolveram dar uma olhada no lugar, apesar de agente Sprite aconselhar a todos para partirem, pois já estava ficando tarde. Foi totalmente ignorado. A realidade era que o agente estava de certa forma incomodado em estar naquele lugar. Algo o perturbava.
Os demais agentes procuravam coisas legais para jogar um no outro: líquidos de coloração divertida, de aroma desagradável, coisas assim. Só se esqueciam de que aquilo poderia render algum efeito colateral indesejado.
Foi então que Jhon gritou:
-Olha o que eu achei! – Se tratava de um freezer plenamente trancafiado com as mais modernas ferramentas, que foi brutalmente destruída por agente Kronos, que literalmente comeu as mesmas. O interessante era que, junto ao freezer, tinha um aviso de “Cuidado”, e logo abaixo “Aqui está guardada a mais nociva combinação feita por um estudante burro e desprovido de conhecimento na história desta faculdade...” e logo abaixo o nome do aluno era revelado. Ninguém menos que agente Sprite.
Dentro do freezer havia um recipiente que armazenava mais ou menos um litro de um líquido escuro, de aparência temível, e que obviamente deveria ser mantido seguro. Mas não enquanto os agentes estivessem ali. Além de tirarem sarro exaustivamente de Sprite, resolveram ter a brilhante ideia de beber o líquido, pois este parecia Coca-Cola.
O próprio agente Sprite também bebeu o líquido, pois como qualquer incompetente, não sabia o porquê ter sido tão criticado por aquela experiência, e sempre teve curiosidade em saber o sabor do líquido. Depois de todos terem dado conta de acabar com o líquido, que tinha sabor de amora, perguntaram para Sprite como aquilo havia acontecido. E o agente começou a explicar:
- Vejam bem, acontece que no passado eu tinha vontade de prestar Química, e em um evento da escola, viemos até aqui para descobrirmos mais sobre este curso. Enquanto os docentes responsáveis pelo laboratório explicavam algumas coisas, eu que nunca prestei atenção em explicação nenhuma fiquei brincando de misturar algumas coisas. Acontece que o que eu criei foi ingerido por um rato que era utilizado por alguns experimentos, e este rato morreu, soltou diversas faíscas após ter morrido e se transformou em poeira logo depois. As faíscas machucaram 6 pessoas no local, inclusive um dos docentes, que logo após este evento me expulsaram do local e processaram a minha escola, e a mim também. Minha pena é não poder passar por pelo menos um raio de 100 metros deste local, senão eu vou preso. Sei que enquanto eu ia embora forçado deste local, eles ficavam falando que eu era o segundo idiota que havia feito merda no local. Sempre tive curiosidade em saber quem era o outro, e acho que agora que estamos aqui, poderíamos muito bem procurar, não é mesmo?
E assim o fizeram. Procuraram por pouco tempo, pois foi relativamente fácil achar o outro lugar que continha o experimento também rigorosamente trancafiado. Novamente, Kronos comeu as trancas, e o experimento foi revelado. Na porta apenas continha o aviso. “Cuidado” e logo abaixo “Aqui está contida a mais poderosa e letal arma bioquímica feita acidentalmente por um louco desprovido de conhecimento na área. Este composto foi elaborado por C.”. Os agentes se entreolharam, um pouco receosos do que haviam acabado de ler, e começaram a brincar de jogar um no outro o líquido tão cuidadosamente armazenado. Destruíram completamente os frascos que continham os líquidos, e espalharam por todo o laboratório o mesmo.
Este laboratório era mantido em segredo na faculdade após o evento envolvendo Agente Sprite. Oficialmente, disseram que haviam dissolvido este laboratório. Apenas uns 2 ou 3 docentes sabiam da existência deste, e sabiam que o mesmo deveria ser sempre mantido em segredo, pelo perigo que nele residia. Entretanto, toda esta cautela havia sido inútil, pois 7 alunos acéfalos haviam acabado de invadir o laboratório e liberar dois perigosos compostos químicos que poderiam colocar em risco muitas pessoas inocentes.
Mal sabiam estes alunos que eles fizeram algo muito pior do que isso.
Continua...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Capítulo 2 - Sementes da paixão, o Oráculo ordinário das almas vertiginosas.
O dia estava acontecendo de forma bastante banal, sem nenhuma grande surpresa aparente. Sprite rolava na grama da faculdade, brincando com os vira latas locais (na verdade, ele estava sendo rejeitado pelos animais, que brincavam separados do agente). Kronos pulava amarelinha dentro da sala de aula, durante uma prova, em uma turma que ele não conhecia absolutamente ninguém. E quando foi convidado a se retirar da sala, ficou rosnando para todos, mostrando os dentes de forma ameaçadora. Agente 14 dançava Macarena no pólo, escutando Volare. Tudo isso no colo de Credilei. Credilei tentava sair da situação desagradável. Buda havia ido comer em um restaurante local, apenas para na hora de pagar, plantar uma c4 em uma parede qualquer e fugir, mesmo o local sendo aberto e de fácil fuga. Jhon defecava, na rotatória da faculdade, logo abaixo do escudo da mesma. Renanzim entrava no terminal, ia de ônibus em ônibus pedir dinheiro para pagar o ônibus, para enfim sair do terminal, e logo depois voltar para fazer exatamente o mesmo procedimento.
Randon, entretanto, estava encarregado de uma árdua missão, arrumar um laboratório químico. Esta era sua tarefa simples, designada pelo professor que havia aplicado a prova impossível para alunos que não estudam. Entretanto, o laboratório nunca havia passado por nenhum tipo de organização. Tudo estava jogado em qualquer lugar, e obviamente não seria Agente Randon que tornaria o local algo correto. Ele quebrava vários e vários frascos e bebia os líquidos para ver se eram saborosos, até restar apenas um único frasco, e alguns poucos líquidos. Algum neurônio de Randon se manifestou dizendo que se ele juntasse tudo e bebesse, o gosto seria exatamente igual ao de mingau. E ele o fez. Misturou tudo e deu um gole, cuspindo logo em seguida, após sentir o gosto diferente de mingau. O líquido era tão agradável que antes mesmo de chegar ao chão, havia evaporado.
Antes de Randon sair da sala, ele ainda tentou lamber os cacos de vidro para confirmar se o líquido não era mesmo mingau. Cortou a língua.
Enquanto passeava pelo pavilhão principal da faculdade, visualizou Sprite rolando no mato. Envergonhado, foi fazer o mesmo. Buda e Kronos passavam pelo mesmo local quando viram os dois. Enojados, Buda foi lá e ficou dando cambalhotas, para frente e para trás, e Kronos ficou de ponta cabeça e começou a girar como um peão. Jhon quando passou por lá ficava subindo nos bancos e se jogava no chão, na parte cimentada, batendo com a cara no chão. Agente 14, ao ver aquilo, dançava e cantava músicas do Tribalistas. Agente Renanzim foi lá e ficou corrigindo as posturas dos agentes, além de ser o animador local. Os demais filmavam e riam daquilo. Os cachorros saíram do local, envergonhados.
Depois de proporcionarem tal ato, os agentes foram descansar um pouco, indo dormir na porta da biblioteca, atrapalhando o movimento no local. Enquanto dormiam, debatiam sobre o que cada um imaginava fazer em um futuro próximo, como profissionais.
-Eu pretendo ficar me vendendo no mercado livre, fugir e me colocar à venda novamente. – disse um deles.
-Ahhh, eu já quero ser o pimpolho da minha mamãe pelo resto da minha vida. – retrucou outro.
-Eu pretendo me tornar um grande profissional do prazer. – respondia mais algum.
-Meu sonho é programar. – disse um menos afortunado, e todos riram deste.
Antes de partirem, ainda ficaram uivando na porta da biblioteca, e também avançavam em algumas pessoas de vez em quando, só para interagirem e fazer novas amizades.
Já na frente da faculdade, Agente Randon percebeu que havia esquecido suas calças no laboratório, e sugeriu para que seus amigos o acompanhassem, pois ele estava morrendo de vergonha daquele momento constrangedor (os cachorros e saguis locais riam do pobre agente).
E assim voltaram para o laboratório.
CONTINUA!!!
Randon, entretanto, estava encarregado de uma árdua missão, arrumar um laboratório químico. Esta era sua tarefa simples, designada pelo professor que havia aplicado a prova impossível para alunos que não estudam. Entretanto, o laboratório nunca havia passado por nenhum tipo de organização. Tudo estava jogado em qualquer lugar, e obviamente não seria Agente Randon que tornaria o local algo correto. Ele quebrava vários e vários frascos e bebia os líquidos para ver se eram saborosos, até restar apenas um único frasco, e alguns poucos líquidos. Algum neurônio de Randon se manifestou dizendo que se ele juntasse tudo e bebesse, o gosto seria exatamente igual ao de mingau. E ele o fez. Misturou tudo e deu um gole, cuspindo logo em seguida, após sentir o gosto diferente de mingau. O líquido era tão agradável que antes mesmo de chegar ao chão, havia evaporado.
Antes de Randon sair da sala, ele ainda tentou lamber os cacos de vidro para confirmar se o líquido não era mesmo mingau. Cortou a língua.
Enquanto passeava pelo pavilhão principal da faculdade, visualizou Sprite rolando no mato. Envergonhado, foi fazer o mesmo. Buda e Kronos passavam pelo mesmo local quando viram os dois. Enojados, Buda foi lá e ficou dando cambalhotas, para frente e para trás, e Kronos ficou de ponta cabeça e começou a girar como um peão. Jhon quando passou por lá ficava subindo nos bancos e se jogava no chão, na parte cimentada, batendo com a cara no chão. Agente 14, ao ver aquilo, dançava e cantava músicas do Tribalistas. Agente Renanzim foi lá e ficou corrigindo as posturas dos agentes, além de ser o animador local. Os demais filmavam e riam daquilo. Os cachorros saíram do local, envergonhados.
Depois de proporcionarem tal ato, os agentes foram descansar um pouco, indo dormir na porta da biblioteca, atrapalhando o movimento no local. Enquanto dormiam, debatiam sobre o que cada um imaginava fazer em um futuro próximo, como profissionais.
-Eu pretendo ficar me vendendo no mercado livre, fugir e me colocar à venda novamente. – disse um deles.
-Ahhh, eu já quero ser o pimpolho da minha mamãe pelo resto da minha vida. – retrucou outro.
-Eu pretendo me tornar um grande profissional do prazer. – respondia mais algum.
-Meu sonho é programar. – disse um menos afortunado, e todos riram deste.
Antes de partirem, ainda ficaram uivando na porta da biblioteca, e também avançavam em algumas pessoas de vez em quando, só para interagirem e fazer novas amizades.
Já na frente da faculdade, Agente Randon percebeu que havia esquecido suas calças no laboratório, e sugeriu para que seus amigos o acompanhassem, pois ele estava morrendo de vergonha daquele momento constrangedor (os cachorros e saguis locais riam do pobre agente).
E assim voltaram para o laboratório.
CONTINUA!!!
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