Sem grandes preocupações o plano dos zumbis foi arruinado. Os agentes abateram todos, sem grandes perigos. E passaram a noite por lá. Já durante o dia, chegaram a um consenso de que seria mais apropriado procurar por mais sobreviventes. E naquele mesmo dia partiram. Dirigiram por 3 dias, sem rumo definido, até que o veículo apresentou problemas, e ficaram a pé. Levaram consigo apenas o emergencial, a estratégia era buscar, pelas redondezas, algum veículo funcional, para que eles não precisassem deixar nada para trás. Passado algum tempo, todos retornaram até o veículo quebrado, para dar as notícias. Entretanto, Renanzim não havia retornado ainda.
14 havia encontrado um veículo que poderia ser usado, mas era um submarino (eles ainda estavam no interior do estado), e Buda tinha medo de submarinos, pois poderiam afundar. Renanzim veio correndo ao encontro dos demais agentes, gritando e comemorando loucamente.
-O que aconteceu? - perguntou Kronos.
-Olha o que eu encontrei!!! - gritou Renanzim segurando uma peruca.
-Bela porcaria... - respondeu Randon, que logo depois levou um soco na cara do agente de peruca.
-Seu imprestável, era óbvio que uma pessoa sem o gosto rebuscado que eu possuo não iria reconhecer esta iguaria. Isso aqui é a peruca da Pocahontas, e significa muito para mim. Será a partir de hoje meu novo penteado.
-Tudo bem, seu índio gigante viado, mas não precisava me atacar. Agora você vai ver com quantos paus se pega uma dp. - respondeu ferozmente Randon, partindo para cima do fã da índia.
Antes que a briga virasse sexo sujo, os demais agentes acalmaram os ânimos dos dois. Para tentar a sorte, 14 tentou ligar o veículo mais uma vez, e por incrível que pareça o mesmo ligou normalmente. E ele perguntou para Jhon:
-O que aconteceu com o carro que havia parado de funcionar anteriormente?
-Uai, sei lá, eu só sei que ele parou de andar logo depois de eu tirar a chave para escovar meus dentes...
E a tropa entrou no veículo, e partiram novamente. Após algumas horas, avistaram uma placa informando "Sejam bem vindos a São Paulo".
A cidade estava deserta, aparentemente tudo estava morto, muitas construções destruídas, muitas lojas saqueadas. Os agentes começaram a se organizar dentro do veículo.
-Precisamos de suprimentos.
-Sim, e precisamos encontrar alguma loja que tem cartas de Magic também. - respondeu Sprite, mas infelizmente sua idéia havia sido rechaçada.
Pararam em algum supermercado. Lá dentro havia uma quantidade relativamente alta de zumbis, mas foram abatidos rapidamente pelos agentes. Para a surpresa do grupo, Sprite havia obtido um desempenho espetacular com a metralhadora. Havia acertado todos os disparos, e também executado vários zumbis com apenas um tiro. 14 perguntou para ele:
-Você andou praticando, agente?
-Não meu caro, esta é a minha habilidade. Minha eficácia nos disparos é diretamente proporcional ao número de reprovações que possuo. O número de monstros que irei abater com apenas um tiro também é diretamente proporcional ao número de reprovações vexatórias que eu obtive. Assim, mesmo que eu não mire nos zumbis, eu os acertarei.
-Impressionante, pelo jeito temos o nosso atirador. - sorria Renanzim, ainda com a peruca, que logo após dizer isso ficou enfurecido após perceber que era motivo de piadas jacosas de um grupo de zumbis do lado de fora do supermercado. Foi lá, e matou os zumbis com suas próprias mãos.
Pegaram o que dava para ser pego e partiram de lá. Entretanto, esqueceram Randon, que fazia necessidades no banheiro. Uma vez abandonado, o agente virou refeição dos zumbis. Ainda sem perceber a ausência do agente (não se sabia se era algo forçado isso), o grupo passou pela cidade, procurando por alguém. Entretanto, se depararam com muros enormes, e fortemente edificados. Provavelmente era alguma barragem para evitar o avanço dos zumbis. Com apenas um tiro, Sprite matou um trecho do muro, e entraram no buraco feito pelo agente.
Neste outro lado da muralha, as coisas pareciam muito mais normais, a cidade não estava destruída, e mesmo com vários corpos de zumbis queimados em diversos pontos, era possível notar que algum grupo viva por lá. Assim, os agentes desceram do veículo, para procurar por pessoas. Entretanto, logo após descer, foram cercados por diversos homens armados.
-Quem são vocês? - perguntou o líder dos homens.
-Nós somos a personificação da vagabundisse absoluta. Não pensem que com apenas estas armas vocês irão deter a nossa ignorância. - respondeu Buda.
A tensão havia aumentado no local.
CONTINUA...
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Capítulo 12 - Quando sonhar algo ruim, não passe adiante.
Jhon, o belo, dirigia o ônibus para qualquer lugar, fora da cidade. Ele sabia que ali não havia mais chances de emprego, nem de futuro, muito menos bolero. Levou algumas horas para entender que para sair de uma rotatória, ele precisava tomar um rumo, ao invés de ficar apenas girando no círculo. No final das contas, caiu na estrada e, já fora da cidade, buscava cidade menos populosa, com o intuito de encontrar mais paz. 14 apenas cumpriu sua promessa do capítulo anterior, e deu um tiro em Randon e o chutou para fora do carro. Enquanto ele rolava no chão, explodiu, pois havia almoçado pólvora e nitroglicerina, encontrados no Posto Ipiranga. Lá lancharam, abasteceram o ônibus, cortaram os cabelos, compraram novas skills, adquiriram galinhas d'angola, compraram passagens para Estocolmo (de balsa) e, por fim, compraram a dívida externa da Bulgária. Deram adeus aos npcs do posto e foram embora, novamente sem rumo definido.
E naquele dia, estavam com sorte. Encontraram um condomínio aparentemente vazio, mas com muros altos, sendo um possível lugar para ficarem. Buda entrou primeiro, pois era o lança chamas do grupo. Naquele momento, o japonês peludo já sabia controlar a hora de lançar ou não chamas pelos olhos, apesar de se queimar quando o fazia. Kronos foi logo atrás, com 14 junto. O lugar estava deserto, e passado algum tempo todos os agentes já estavam lá dentro. Havia muitas casas por lá, e cada agente tomou uma para si. Menos Kronos, que levou seu escravo 14 junto.
Quando a noite começou, um grupo que não havia sido detectado continuava a observar os agentes. Não eram humanos, mas também não eram simples zumbis. Era uma espécie diferente de morto vivo, mais inteligente. Eram realmente muito inteligentes, mas não tinham memória. Usavam muito o cérebro quando se uniam e ficavam filosofando sobre a origem da vida, as religiões dominantes no mundo, o catolicismo dos ateus, e outras coisas igualmente importantes. A biblioteca criada por eles se situava naquele condomínio e servia para se lembrarem do que falavam. Entretanto, Sprite havia selecionado a biblioteca como casa. 14 e Kronos haviam escolhido a base militar como moradia. Cada agente iria dormir em uma construção específica, com exceção de Renanzim, que havia selecionado o quiosque como casa, pois achava lá muito mais seguro e pseudoparapsicológico. Lá ele poderia estudar sobre a importância dos ovnis na aviação brasileira.
O ataque dos zumbis inteligentes enfim havia sido arquitetado, e começaram a por o plano em ação, começando um ataque em massa contra Sprite. Entretanto, não foi necessária nenhuma ação para capturá-lo. Quando ele se trancou no banheiro para passar um fax para o governador, ele trancou a porta, e ficou brincando de barquinho com a chave na privada. Quando quis tornar a brincadeira mais divertida criando um maremoto, deu adeus à chave, e assim ficou preso no banheiro. Quando os zumbis chegaram na frente da porta do banheiro começaram a discutir:
-Capturamos ele, mas o que que era pra fazer depois mesmo?
-Puts, não lembro.
E ouviram uma voz gritando de dentro do banheiro:
-Eu me lembro sim, vocês haviam combinado de destrancar a porta do banheiro para mim.
Para a surpresa do agente, eles o fizeram, e depois perguntaram:
-E agora?
O agente, já sabendo que poderia, e deveria, tomar proveito da situação, disse:
-Agora vocês devem reativar a Steam. E depois, manterem ela ativa, pelo resto da vossa eternidade. Isso é o vosso legado.
E assim fizeram. 34 segundos após a Steam voltar, foi possível ouvir, vindo da casa de Buda, um grito forte, com uma mistura de desespero, emoção, adrenalina e por fim tesão. Porém, um dos zumbis havia feito uma anotação no próprio braço, que continha a mensagem de assassinar a todos os agentes invasores. E logo pararam de trabalhar na manutenção da Steam (e novamente, vindo da casa de Buda, um grito "Nããããããão" contendo muita dor, angústia e ejaculação precoce pôde ser ouvido pelo planeta todo) e cercaram o agente. Sprite, entretanto, estava preparado para este incidente, e já estava em posse de uma metralhadora, fuzilando os zumbis antes que pudesse ser atacado.
Na casa de Kronos, entretanto, a situação era mais delicada. Os zumbis atacavam de forma sincronizada, e o agente mal conseguia se esquivar. Antes que sofresse um golpe final, se lembrou que 14 era sua beyblade e o usou para um contra ataque. Porém, 14 era apenas um, e logo estava sem forças para continuar combatendo os vários oponentes. Usando de estratégia e posicionamento, os zumbis cercaram os agentes e estavam prestes a acabar com eles. Mas não esperavam por um fato inusitado. Do céu e do inferno, do leste e do oeste, surgiu um emblemático guerreiro, dotado dos mais deprimentes superpoderes, das mais baratas vestimentas, e do mais precário intelecto. Enquanto uma música de péssima qualidade era tocada pelo ar, agente Randon, transformado em SuperInframan, retornou das cinzas, para salvar a vida de seus amigos. Com uma visão deturpada por eixos cartesianos esverdeados, ele perdia 84% de sua visão normal. Com a roupa feita de papelão e celofane, ele perdia 406% de sua capacidade de se locomover. Com seu capacete sagrado, sua inteligência era reduzida a apenas 0,04% da original, que já era bem limitada. Entretanto, o ensandecido agente ganhava 800% a mais em sua capacidade de danificar objetos, com seus potentes raios catódicos situados estrategicamente em seu calcanhar. Em rápidos movimentos, Randon eliminou todos os zumbis, e, enquanto ria alucinadamente com as mãos na cintura, acabou ativando acidentalmente a autodestruição. Morreu pela segunda vez. Entretanto, sobre a cabeça do agente surgiu a mensagem "You have enabled the achievement Donkey Kamikaze (dying twice in the same chapter)".
Continua...
E naquele dia, estavam com sorte. Encontraram um condomínio aparentemente vazio, mas com muros altos, sendo um possível lugar para ficarem. Buda entrou primeiro, pois era o lança chamas do grupo. Naquele momento, o japonês peludo já sabia controlar a hora de lançar ou não chamas pelos olhos, apesar de se queimar quando o fazia. Kronos foi logo atrás, com 14 junto. O lugar estava deserto, e passado algum tempo todos os agentes já estavam lá dentro. Havia muitas casas por lá, e cada agente tomou uma para si. Menos Kronos, que levou seu escravo 14 junto.
Quando a noite começou, um grupo que não havia sido detectado continuava a observar os agentes. Não eram humanos, mas também não eram simples zumbis. Era uma espécie diferente de morto vivo, mais inteligente. Eram realmente muito inteligentes, mas não tinham memória. Usavam muito o cérebro quando se uniam e ficavam filosofando sobre a origem da vida, as religiões dominantes no mundo, o catolicismo dos ateus, e outras coisas igualmente importantes. A biblioteca criada por eles se situava naquele condomínio e servia para se lembrarem do que falavam. Entretanto, Sprite havia selecionado a biblioteca como casa. 14 e Kronos haviam escolhido a base militar como moradia. Cada agente iria dormir em uma construção específica, com exceção de Renanzim, que havia selecionado o quiosque como casa, pois achava lá muito mais seguro e pseudoparapsicológico. Lá ele poderia estudar sobre a importância dos ovnis na aviação brasileira.
O ataque dos zumbis inteligentes enfim havia sido arquitetado, e começaram a por o plano em ação, começando um ataque em massa contra Sprite. Entretanto, não foi necessária nenhuma ação para capturá-lo. Quando ele se trancou no banheiro para passar um fax para o governador, ele trancou a porta, e ficou brincando de barquinho com a chave na privada. Quando quis tornar a brincadeira mais divertida criando um maremoto, deu adeus à chave, e assim ficou preso no banheiro. Quando os zumbis chegaram na frente da porta do banheiro começaram a discutir:
-Capturamos ele, mas o que que era pra fazer depois mesmo?
-Puts, não lembro.
E ouviram uma voz gritando de dentro do banheiro:
-Eu me lembro sim, vocês haviam combinado de destrancar a porta do banheiro para mim.
Para a surpresa do agente, eles o fizeram, e depois perguntaram:
-E agora?
O agente, já sabendo que poderia, e deveria, tomar proveito da situação, disse:
-Agora vocês devem reativar a Steam. E depois, manterem ela ativa, pelo resto da vossa eternidade. Isso é o vosso legado.
E assim fizeram. 34 segundos após a Steam voltar, foi possível ouvir, vindo da casa de Buda, um grito forte, com uma mistura de desespero, emoção, adrenalina e por fim tesão. Porém, um dos zumbis havia feito uma anotação no próprio braço, que continha a mensagem de assassinar a todos os agentes invasores. E logo pararam de trabalhar na manutenção da Steam (e novamente, vindo da casa de Buda, um grito "Nããããããão" contendo muita dor, angústia e ejaculação precoce pôde ser ouvido pelo planeta todo) e cercaram o agente. Sprite, entretanto, estava preparado para este incidente, e já estava em posse de uma metralhadora, fuzilando os zumbis antes que pudesse ser atacado.
Na casa de Kronos, entretanto, a situação era mais delicada. Os zumbis atacavam de forma sincronizada, e o agente mal conseguia se esquivar. Antes que sofresse um golpe final, se lembrou que 14 era sua beyblade e o usou para um contra ataque. Porém, 14 era apenas um, e logo estava sem forças para continuar combatendo os vários oponentes. Usando de estratégia e posicionamento, os zumbis cercaram os agentes e estavam prestes a acabar com eles. Mas não esperavam por um fato inusitado. Do céu e do inferno, do leste e do oeste, surgiu um emblemático guerreiro, dotado dos mais deprimentes superpoderes, das mais baratas vestimentas, e do mais precário intelecto. Enquanto uma música de péssima qualidade era tocada pelo ar, agente Randon, transformado em SuperInframan, retornou das cinzas, para salvar a vida de seus amigos. Com uma visão deturpada por eixos cartesianos esverdeados, ele perdia 84% de sua visão normal. Com a roupa feita de papelão e celofane, ele perdia 406% de sua capacidade de se locomover. Com seu capacete sagrado, sua inteligência era reduzida a apenas 0,04% da original, que já era bem limitada. Entretanto, o ensandecido agente ganhava 800% a mais em sua capacidade de danificar objetos, com seus potentes raios catódicos situados estrategicamente em seu calcanhar. Em rápidos movimentos, Randon eliminou todos os zumbis, e, enquanto ria alucinadamente com as mãos na cintura, acabou ativando acidentalmente a autodestruição. Morreu pela segunda vez. Entretanto, sobre a cabeça do agente surgiu a mensagem "You have enabled the achievement Donkey Kamikaze (dying twice in the same chapter)".
Continua...
sábado, 17 de março de 2012
Capítulo 11 - Estudei muito hoje, hora de estudar mais um pouco
Chovia forte naquele dia. Randon rolava na terra úmida da parte externa do Tiro de Guerra. Buda bebia água empoçada em um canto qualquer. Sprite procurava aprender como amarrar os sapatos, mesmo usando chinelo. O progresso era inexistente, eles não procuravam por suprimentos ou armas. Raramente procuravam por bolas de gude, pois eles julgavam primordial para a existência do grupo. Entraram enfim na construção que haviam sido designados a averiguar. Lá dentro, eles estavam em um corredor reto, longo, bem iluminado, sem nenhuma porta nas paredes, apenas na outra extremidade do corredor, entretanto ela já estava aberta. Eles se perderam.
No outro grupo, Renanzim procurava entender o motivo de não estarem mais lançando a revista Contigo. 14 e Kronos procuravam por toda a parte por algo que poderia ser usado, mas infelizmente não estavam obtendo grande sucesso. Haviam encontrado um facão, e algumas latas de conservados. Entretanto, foram surpreendidos pelos gritos de Jhon, que dizia ter encontrado algo muito importante. Todos se animaram e correram para o encontro do agente. E se depararam com ele abraçando e acariciando uma privada, gemendo e grunhindo que aquilo era a coisa mais importante do mundo. Kronos usou 14 para bater nele.
Saíram do prédio, e começaram a esperar pelo outro grupo. Mas este segundo grupo estava demorando muito para retornar. 14 sugeriu que deveriam procurar por eles, pois estava com um mau pressentimento. E foram. Ao chegar lá, encontraram, na porta, Randon, Buda e Sprite agachados em um canto do corredor chorando. Kronos perguntou o que havia acontecido, quando foi surpreendido por um abraço dos 3 agentes, que aos choros falaram que estavam perdidos.
-Como vocÊs deram conta de se perder, seus imbecis? Isso aqui é um corredor, basta ir reto que vocês chegam no fim dele. E olhem bem, no fim do corredor chegaremos na cozinha aqui do tiro. Vocês são muito imprestáveis, puta que pariu. - gritava Renanzim.
-Renanzim, não é a cozinha não cara, olha direito. Ali é a sala de armas, cara.... - respondeu 14.
-Não interessa, é a mesma coisa. - gritou Renanzim em resposta.
E foram para o fim do corredor. Lá havia diversos tipos de armas, dos mais variados formatos. Kronos e 14 escolheram quais levar, para evitar qualquer cagada. Equilibraram bem os tipos, levando uma boa quantidade tanto de armas brancas, como armas de fogo com uma quantidade razoável de munição. Kronos decidiu que seria mais prudente irem com algum veículo relativamente resistente. Nas redondezas do tiro, ele havia visto um mini ônibus, que seria o ideal para transportar os agentes, comida e as armas.
Ao chegarem no veículo, já com as armas e comida encontradas, checaram a quantidade de combustível no ônibus, e entenderam que seria necessário encher o tanque, pois já estava quase vazio. 14 deduziu que não seria prudente procurarem em um posto de gasolina na região central da cidade, pois lá haveria muitos inimigos. Infelizmente para todos, Randon assumiu o controle do veículo antes de qualquer outro e saiu dirigindo alucinadamente, achando que aquilo era um tromba tromba de parques de diversão. Acabou colidindo com uma casa, explodindo o veículo e a ele mesmo, junto com as armas e comida. 14 jurou para si mesmo, que no respawn seguinte do agente, ele seria a causa da morte do mesmo.
Após o incidente, eles puderam reaproveitar apenas algumas latas de comida, duas glocks, um rifle e quatro caixas de munição para glock.
Entretanto, a sorte estava ao lado deles. Após Buda apontar para um veículo perguntando se ele servia para o transporte deles. Era parecido com um ônibus convencional, mas mais resistente, e lá dentro havia muitos suprimentos, e armas. Estava estacionado na frente do Tiro de Guerra... Estava com uma quantidade baixa de combustível, entretanto.
Sprite deu a idéia de irem para o estacionamento da principal frota de ônibus da cidade, pois lá era distante da região central e provavelmente haveria sucesso em encontrarem combustível. Todos ficaram olhando para ele, com os olhos arregalados, inclusive alguns zumbis nas redondezas. Pela primeira vez, ele havia elaborado uma idéia que consumia mais que 3 neurônios funcionais.
E o grupo partiu para o local, com Jhon dirigindo. Ao chegar lá, perceberam duas coisas interessantes. A primeira é que o lugar estava funcionando normalmente, pois conforme já havia sido dito, o transporte público permaneceu inalterado após o incidente que transformou quase todos em mortos vivos. E o segundo, o lugar ficava ao lado do cemitério. Assim, a região estava mais ou menos igualmente povoada por zumbis, se comparado ao centro da cidade.
Quando o aglomerado de mortos vivos se voltou contra o veículo que os agentes estavam, todos começaram a gritar uns para os outros. "Aonde vamos agora?", "O que faremos?", "Precisamos agir, e rápido", "Eu tenho mais DPs que você", "Não, eu fui eleito o aluno mais burro da histórias das universidades", eram as coisas mais proferidas pelos agentes. No final das contas, Jhon, acelerou o ônibus e saiu de lá, saindo da cidade. Para onde eles iriam? PlayCenter? Beto Carrero? Ou para uma região fortificada, procurar por segurança?
Continua...
No outro grupo, Renanzim procurava entender o motivo de não estarem mais lançando a revista Contigo. 14 e Kronos procuravam por toda a parte por algo que poderia ser usado, mas infelizmente não estavam obtendo grande sucesso. Haviam encontrado um facão, e algumas latas de conservados. Entretanto, foram surpreendidos pelos gritos de Jhon, que dizia ter encontrado algo muito importante. Todos se animaram e correram para o encontro do agente. E se depararam com ele abraçando e acariciando uma privada, gemendo e grunhindo que aquilo era a coisa mais importante do mundo. Kronos usou 14 para bater nele.
Saíram do prédio, e começaram a esperar pelo outro grupo. Mas este segundo grupo estava demorando muito para retornar. 14 sugeriu que deveriam procurar por eles, pois estava com um mau pressentimento. E foram. Ao chegar lá, encontraram, na porta, Randon, Buda e Sprite agachados em um canto do corredor chorando. Kronos perguntou o que havia acontecido, quando foi surpreendido por um abraço dos 3 agentes, que aos choros falaram que estavam perdidos.
-Como vocÊs deram conta de se perder, seus imbecis? Isso aqui é um corredor, basta ir reto que vocês chegam no fim dele. E olhem bem, no fim do corredor chegaremos na cozinha aqui do tiro. Vocês são muito imprestáveis, puta que pariu. - gritava Renanzim.
-Renanzim, não é a cozinha não cara, olha direito. Ali é a sala de armas, cara.... - respondeu 14.
-Não interessa, é a mesma coisa. - gritou Renanzim em resposta.
E foram para o fim do corredor. Lá havia diversos tipos de armas, dos mais variados formatos. Kronos e 14 escolheram quais levar, para evitar qualquer cagada. Equilibraram bem os tipos, levando uma boa quantidade tanto de armas brancas, como armas de fogo com uma quantidade razoável de munição. Kronos decidiu que seria mais prudente irem com algum veículo relativamente resistente. Nas redondezas do tiro, ele havia visto um mini ônibus, que seria o ideal para transportar os agentes, comida e as armas.
Ao chegarem no veículo, já com as armas e comida encontradas, checaram a quantidade de combustível no ônibus, e entenderam que seria necessário encher o tanque, pois já estava quase vazio. 14 deduziu que não seria prudente procurarem em um posto de gasolina na região central da cidade, pois lá haveria muitos inimigos. Infelizmente para todos, Randon assumiu o controle do veículo antes de qualquer outro e saiu dirigindo alucinadamente, achando que aquilo era um tromba tromba de parques de diversão. Acabou colidindo com uma casa, explodindo o veículo e a ele mesmo, junto com as armas e comida. 14 jurou para si mesmo, que no respawn seguinte do agente, ele seria a causa da morte do mesmo.
Após o incidente, eles puderam reaproveitar apenas algumas latas de comida, duas glocks, um rifle e quatro caixas de munição para glock.
Entretanto, a sorte estava ao lado deles. Após Buda apontar para um veículo perguntando se ele servia para o transporte deles. Era parecido com um ônibus convencional, mas mais resistente, e lá dentro havia muitos suprimentos, e armas. Estava estacionado na frente do Tiro de Guerra... Estava com uma quantidade baixa de combustível, entretanto.
Sprite deu a idéia de irem para o estacionamento da principal frota de ônibus da cidade, pois lá era distante da região central e provavelmente haveria sucesso em encontrarem combustível. Todos ficaram olhando para ele, com os olhos arregalados, inclusive alguns zumbis nas redondezas. Pela primeira vez, ele havia elaborado uma idéia que consumia mais que 3 neurônios funcionais.
E o grupo partiu para o local, com Jhon dirigindo. Ao chegar lá, perceberam duas coisas interessantes. A primeira é que o lugar estava funcionando normalmente, pois conforme já havia sido dito, o transporte público permaneceu inalterado após o incidente que transformou quase todos em mortos vivos. E o segundo, o lugar ficava ao lado do cemitério. Assim, a região estava mais ou menos igualmente povoada por zumbis, se comparado ao centro da cidade.
Quando o aglomerado de mortos vivos se voltou contra o veículo que os agentes estavam, todos começaram a gritar uns para os outros. "Aonde vamos agora?", "O que faremos?", "Precisamos agir, e rápido", "Eu tenho mais DPs que você", "Não, eu fui eleito o aluno mais burro da histórias das universidades", eram as coisas mais proferidas pelos agentes. No final das contas, Jhon, acelerou o ônibus e saiu de lá, saindo da cidade. Para onde eles iriam? PlayCenter? Beto Carrero? Ou para uma região fortificada, procurar por segurança?
Continua...
sexta-feira, 9 de março de 2012
Capítulo 10 - Oi, eu sou legal.
O abuso sexual e espancamento diários continuava a acontecer com os agentes. Os saguis despejavam ódios e desejos nos agentes. As pobres almas continuavam a sofrer com isso. Buda executava a Steam em sua mente para tentar aliviar a dor, às vezes. Jhon existia, pensando como que ele pensava. Os agentes estavam fudidos, e não eram pagos por isso. Pelo menos Kronos se deliciava com as fezes dos saguis.
Mas a Equipe C. contava com seu super trunfo, a carta imune a até mesmo cartas que continham o número 1. Agente Randon estava arquitetando um plano infalível para retomar a faculdade. O plano consistia em retomar a faculdade. Genial.
Em uma matina nublada, o agente resolveu começar a colocar seu plano em prática. Enquanto era abusado por um sagui excitado, disse que o rei dos saguis havia ironizado o pênis dele, visando começar o motim. Mas infelizmente o sagui ficou enfurecido e continuou abusando do agente, mas também o violentando.
Passadas duas semanas, 14 percebeu algo óbvio, mas a falta de perspicácia era ainda mais óbvia. Os saguis não amarravam mais seus escravos, muito menos os trancafiavam. Eles apenas os colocavam no pólo, com um papel em cada saída dizendo "Não saia, o bicho papão está lá fora". Após pensar por 40 minutos, 14 se recordou que o habitat do bicho papão não era a faculdade, e sim creches. Assim, eles poderiam fugir a vontade.
Saíram do polo enfurecidos, com Randon gritando alucinadamente, mordendo o que tinha no caminho. Ele dilacerou todos os saguis sozinho, mas também mordeu por engano alguns zumbis que haviam sido convencidos também de que eram escravos e lá trabalhavam como carpinteiros, educadores e amigos da escola.
Como ele não contou para ninguém, todos comemoraram a retomada do território C. Saíram pulando e gritando, se abraçando e se roubando. Gritaram tanto que chamaram a atenção de alguns zumbis. Muitos. Inclusive um zumbi modificado dos demais, muito maior e mais forte. Entretanto, um zumbi gentleman, que ao invés de atacá-los, atacou assim mesmo. Destruiu o portão de entrada da faculdade, facilitando o acesso dos demais zumbis, cachorros zumbis, e testemunhas de Jeová.
Os agentes fugiram assim por um outro portão alernativo, correndo à deriva até chegar em um lugar protegido, um campo de futebol. Buda então se recordou:
-Nós deixamos algumas bombas plantadas na faculdades para casos assim. Já que não vamos mais ter acesso à faculdade, vamos demolir ela.
E ele apertou um botão. Randon explodiu, pois havia pego as bombas, confundido com quindins, e ele amava quindins.
Após esta tragédia, pegaram um ônibus aleatório, e foram parar no terminal rodoviário novamente. Felizmente o fluxo de zumbis era quase nulo por lá. Infelizmente, o motivo eram os pedintes de ônibus, que logo vieram "Boa tarde (mesmo sendo noite), eu poderia estar roubando...". Renanzim, todo choroso, deu tudo o que tinha para os pedintes. Tudo. Ficou completamente nu. Os outros agentes roubaram os pedintes, mas não devolveram os pertences de Renanzim, enviaram para a Tanzânia por Sedex 10. Kronos tomou a frente e começou a falar:
-Precisamos nos armar, não podemos enfrentar este caos sozinhos, e despreparados, vamos precisar de suprimentos e principalmente armas de fogo e armas brancas para nos defender.
-Arma branca.... que que é isso? - resmungava o espírito de Randon, esperando dar respawn pro próximo capítulo.
Por falta de capacidade dos agentes em elaborar um plano melhor, a não ser o de Renanzim ao sugerir para todos irem na Hi Happy ( o que na verdade foi o plano que foi elegido o mais apropriado pelos agentes, mas não tinha ônibus no terminal na hora), todos partiram para o Tiro de Guerra.
Ao chegar lá, se depararam com um enigma na porta: "Decifrem este problema para terem acesso ao Tiro de Guerra. Quando as andorinhas voam pelo céu de verão deste município, ela trafegam a uma velocidade variável, cuja média é limite de y elevado a épsilon + 7988 - sin (derivada em ômega de z+pi), com x tendendo a 9. Ache a tensão eletrostática."
Os agentes pularam o muro. Menos Renanzim, que insistia em resolver o problema. Ele jurava ter visto algo similar no facebook do Buda.
Lá dentro não havia absolutamente ninguém, pelo menos na parte externa da construção. Assim Kronos resolveu organizar o time em grupos para buscar suprimentos e armas. Buda, Sprite e Randon (renascido no próximo capítulo) iriam buscar suprimentos. Kronos, 14, Jhon e Renanzim iriam buscar armas. O time havia sido dividido intelectualmente, visando equilibrar a inteligência dos grupos, para que ninguém corresse risco caso a inteligência fosse um fator requisitado. Entretanto, a forma como a divisão havia sido feita não fora de todo correta. Os mais inteligentes foram para um grupo, os burros pro outro. E assim estava feita a divisão. O balanceamento era um detalhe irrelevante que foi esquecido por todos...
CONTINUA...
Mas a Equipe C. contava com seu super trunfo, a carta imune a até mesmo cartas que continham o número 1. Agente Randon estava arquitetando um plano infalível para retomar a faculdade. O plano consistia em retomar a faculdade. Genial.
Em uma matina nublada, o agente resolveu começar a colocar seu plano em prática. Enquanto era abusado por um sagui excitado, disse que o rei dos saguis havia ironizado o pênis dele, visando começar o motim. Mas infelizmente o sagui ficou enfurecido e continuou abusando do agente, mas também o violentando.
Passadas duas semanas, 14 percebeu algo óbvio, mas a falta de perspicácia era ainda mais óbvia. Os saguis não amarravam mais seus escravos, muito menos os trancafiavam. Eles apenas os colocavam no pólo, com um papel em cada saída dizendo "Não saia, o bicho papão está lá fora". Após pensar por 40 minutos, 14 se recordou que o habitat do bicho papão não era a faculdade, e sim creches. Assim, eles poderiam fugir a vontade.
Saíram do polo enfurecidos, com Randon gritando alucinadamente, mordendo o que tinha no caminho. Ele dilacerou todos os saguis sozinho, mas também mordeu por engano alguns zumbis que haviam sido convencidos também de que eram escravos e lá trabalhavam como carpinteiros, educadores e amigos da escola.
Como ele não contou para ninguém, todos comemoraram a retomada do território C. Saíram pulando e gritando, se abraçando e se roubando. Gritaram tanto que chamaram a atenção de alguns zumbis. Muitos. Inclusive um zumbi modificado dos demais, muito maior e mais forte. Entretanto, um zumbi gentleman, que ao invés de atacá-los, atacou assim mesmo. Destruiu o portão de entrada da faculdade, facilitando o acesso dos demais zumbis, cachorros zumbis, e testemunhas de Jeová.
Os agentes fugiram assim por um outro portão alernativo, correndo à deriva até chegar em um lugar protegido, um campo de futebol. Buda então se recordou:
-Nós deixamos algumas bombas plantadas na faculdades para casos assim. Já que não vamos mais ter acesso à faculdade, vamos demolir ela.
E ele apertou um botão. Randon explodiu, pois havia pego as bombas, confundido com quindins, e ele amava quindins.
Após esta tragédia, pegaram um ônibus aleatório, e foram parar no terminal rodoviário novamente. Felizmente o fluxo de zumbis era quase nulo por lá. Infelizmente, o motivo eram os pedintes de ônibus, que logo vieram "Boa tarde (mesmo sendo noite), eu poderia estar roubando...". Renanzim, todo choroso, deu tudo o que tinha para os pedintes. Tudo. Ficou completamente nu. Os outros agentes roubaram os pedintes, mas não devolveram os pertences de Renanzim, enviaram para a Tanzânia por Sedex 10. Kronos tomou a frente e começou a falar:
-Precisamos nos armar, não podemos enfrentar este caos sozinhos, e despreparados, vamos precisar de suprimentos e principalmente armas de fogo e armas brancas para nos defender.
-Arma branca.... que que é isso? - resmungava o espírito de Randon, esperando dar respawn pro próximo capítulo.
Por falta de capacidade dos agentes em elaborar um plano melhor, a não ser o de Renanzim ao sugerir para todos irem na Hi Happy ( o que na verdade foi o plano que foi elegido o mais apropriado pelos agentes, mas não tinha ônibus no terminal na hora), todos partiram para o Tiro de Guerra.
Ao chegar lá, se depararam com um enigma na porta: "Decifrem este problema para terem acesso ao Tiro de Guerra. Quando as andorinhas voam pelo céu de verão deste município, ela trafegam a uma velocidade variável, cuja média é limite de y elevado a épsilon + 7988 - sin (derivada em ômega de z+pi), com x tendendo a 9. Ache a tensão eletrostática."
Os agentes pularam o muro. Menos Renanzim, que insistia em resolver o problema. Ele jurava ter visto algo similar no facebook do Buda.
Lá dentro não havia absolutamente ninguém, pelo menos na parte externa da construção. Assim Kronos resolveu organizar o time em grupos para buscar suprimentos e armas. Buda, Sprite e Randon (renascido no próximo capítulo) iriam buscar suprimentos. Kronos, 14, Jhon e Renanzim iriam buscar armas. O time havia sido dividido intelectualmente, visando equilibrar a inteligência dos grupos, para que ninguém corresse risco caso a inteligência fosse um fator requisitado. Entretanto, a forma como a divisão havia sido feita não fora de todo correta. Os mais inteligentes foram para um grupo, os burros pro outro. E assim estava feita a divisão. O balanceamento era um detalhe irrelevante que foi esquecido por todos...
CONTINUA...
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