terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Capítulo 7 - Agente Buda gosta de garotos mais novos...

-Como você veio parar aqui, Agente Randon? – gritou Buda enquanto corriam para a lotérica mais próxima.

-Eu era o prêmio do Torpedão Campeão que o 14 ganhou. Como este caos resolveu acontecer justo agora, eles me enviaram por catapulta de Kellogs.

-É verdade isso? – perguntou com voz de pastor Sprite.

-Não, seu animal. Eu não sei como vim parar aqui. Eu estava fugindo como vocês, e de repente eu estava em uma altura inimaginável, e caí.

-Ahhh tá, eu queria saber como é trabalhar com o pessoal do Torpedão Campeão... Isso não sai da minha cabeça.

-Dá pra ver o que não permite o mínimo de inteligência entrar na tua cabeça então, seu desgraçado inútil. – respondeu amorosamente Buda.

E os agentes continuaram correndo. Naquele grupo, uma somatória que ultrapassava facilmente 100 DPs, tanto conhecimento adquirido correndo sério risco de ser extinto por causa de um desastre inexplicável. Antes de saírem da faculdade, passaram por uma empresa de estudantes para pegarem o notebook de Buda, pois lá havia arquivos de grande importância, como Call of Duty e Battlefield (Barbie Forever também). Quando chegaram na empresa, entretanto, se depararam com uma cena mais deprimente do que dois zumbis se amando, Agente Renanzim apenas de cuecas do Mickey, brincando de andar para trás.

-Por que eu não morri, meu pai eterno? – gritava Buda para o destino.

-Poxa Buda, você reclamando da vida, sendo que o mais importante neste mundo não te falta. Pessoas como nós. – respondeu Renanzim, que continuou. – Vem aqui, vou te dar um abraço.

-Nem ouse chegar perto. – e Buda arregalou os olhos na direção do agente, incinerando-o.

Acabou queimando a cueca do Mickey, e assim agente Renanzim ficou nu diante dos agentes. A natureza desmaiou de desgosto. O conhecimento ficou cego no mundo por 40 minutos. A alegria deixou de existir naquela faculdade. A dor e o sofrimento tomaram conta dos agentes pelo restante da eternidade.

-Nossa Buda, desde quando você solta fogo pelos olhos? – perguntou Renanzim.

-Desde quando esta cidade ficou infestada por zumbis. – respondeu o pequeno japonês admirador de Três Espiãs Demais.

-Zumbis? – estranhou o agente, para a surpresa de todos.

-Por um acaso, você não sabe o que aconteceu com esta cidade? – perguntou 14.

-Não. Ela ganhou o sorteio para sediar a Copa do Mundo de Pinball?

-Olhe para fora desta empresa, por favor. – insistiu 14.

E ele olhou, mas para a direção do bebedouro e banheiros, que nada tinha. Então, 14 deu uma piãozada nas nádegas de Renanzim, que enfim olhou para o lado correto, visualizando dezenas de mortos vivos.

-Nossa, que fantasia legal. Eu quero ir lá participar. – gritou o inocente agente.

- Não, seu burro. Eles são reais. – gritou Randon.

-Não, deixa ele ir brincar com eles, deixa. – respondeu Buda, sorridente.

-Não, fica aqui, seu animal. – insistiu Randon, segurando o agente.

-Pessoal, a cidade está tomada por zumbis. E se nós fecharmos as entradas desta faculdade e torná-la a nossa moradia nestes tempos ruins, defendendo ela de eventuais ataques, caso acontecerem? – perguntou Kronos.

Os agentes ficaram olhando um para o outro. Ninguém havia parado para pensar sobre o que deveria ser feito. A verdade é que eles nunca haviam parado para pensar em nada. Aliás, eles nunca pensaram. Kronos insistiu.

-Poderíamos fazer daqui a nossa base. O lugar é bastante amplo para todos nós e para eventuais outros sobreviventes que aparecerem. Caso o lugar seja tomado pelos zumbis, podemos muito bem fugir, pois o lugar é bem grande, e não ficaríamos encurralados.

-Encurralados... – resmungou Randon para si mesmo. – O que é isso?

Do nada, o agente saiu correndo para o meio dos zumbis, alucinado. Foi mordido por vários. Segundos depois, explodiu, matando vários deles, para a surpresa geral dos agentes remanescentes.

Continua...

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