Os agentes da passiva passaram o restante do dia limpando a faculdade, exterminando os mortos vivos que lá ainda estavam. Para ser mais específico, 14 e Buda limparam a faculdade, enquanto Sprite e Renanzim ficaram encarregados de escrever no chão uma mensagem de S.O.S para caso algum veículo aéreo militar sobrevoasse aquela região. Os demais apenas atrapalhavam.
Os agentes limparam a faculdade toda, menos certo departamento. O medo era superior. Quando chegaram na porta deste departamento, na porta do mesmo havia um papel informando a média geral dos alunos, com destaque para o top 10 dos melhores alunos, e o top 10 dos piores alunos. Todos os agentes constavam na segunda lista. Liderando.
Sprite e Renan depois apareceram junto ao grupo avisando que haviam terminado de escrever a mensagem. Enfim, haviam servido para algo.
Buda jogou uma bolinha de papel para Renanzim, Randon, Kronos e Sprite brincar, enquanto ele e 14 arquitetavam o que fazer. Os 6 foram brincar com a bolinha. Depois de algum tempo definiram que iriam se alternar na vigia da faculdade, e que cada um seria responsável por vigiar uma parte específica em cada um dos turnos. Todos deveriam estar em alerta, sempre.
Randon era o responsável por cuidar do portão principal naquele momento, era por volta das 3 da tarde, quando viu um maluco correndo nu de alguns zumbis. Era Jhon. Ele tentou se esconder para que Jhon não o visse, mas foi tarde, ele já tinha visto, e correu para a faculdade. Após entrar na mesma e com a ajuda de Randon exterminar os mortos vivos que o seguiam Jhon tentou dar um abraço em Randon para agradecer, mas o agente recusou. O garoto ainda estava nu.
Os agentes resolveram fazer uma reunião, pois Kronos tinha algo importante a dizer. Ele começou falando:
-Eu estava pensando com meus pokémons, e vi que se os mortos vivos procuram por cérebros ativos para se alimentarem, não precisamos nos preocupar, pois não é algo que nós temos conosco.
Todos concordaram, e resolveram fazer um churrasco. Buda ficou deitado no chão, olhando para o céu, e de olhos abertos, fazia a fogueira. 14 animava o grupo tocando pagode, seu gênero musical predileto. Randon dançava junto com Jhon, destruindo a alegria no ambiente. Mas era divertido, os agentes enfim voltaram a sorrir após todo o caos ter começado. Depois, dormiram feito porcos, com um roncando mais alto que o outro.
No dia seguinte, fizeram uma vistoria mais geral na faculdade, para procurar por alimentos e armas que pudessem ser usados. Buda em particular procurava por um televisor para ver se era possível ele continuar assistindo Vale a Pena Ver de Novo. Ele queria assistir novamente O Clone. Sprite achou algo que veio a ser muito útil, uma escopeta, na biblioteca, porque lá era um lugar muito apropriado para se guardar uma. Levou também livros para fazer fogueiras.
Algo inusitado aconteceu por volta do meio dia. Um helicóptero militar passou sobrevoando o local. Todos ficaram felizes ao ver aquilo, pensaram que estariam seguros, e se surpreenderam quando viram o maldito veículo indo embora. Ficaram indignados, pois havia uma mensagem pedindo socorro, e foram ignorados. Renanzim falou:
-Puta que pariu viu, a gente teve o maior trabalho em escrever aquela mensagem para os caras. Não sei se você se lembra, Sprite, a gente começou brincando, escrevendo idiotas com a tinta, e depois tivemos que completar o S.O.S com papel dos livros da biblioteca. Como que estes imbecis não viram aquilo?
A faculdade estava toda suja com os papéis. Buda olhava furioso para Renanzim e Sprite. Enquanto os dois agentes eram punidos e incinerados, a ideia que passou na cabeça dos pilotos do helicóptero será relatada quando leram a mensagem.
-Olha Adalberto, estou visualizando uma mensagem naquela faculdade ali. Será que temos sobreviventes por lá?
E passaram com o helicóptero por cima da faculdade. Lá em cima, Adalberto disse:
-Malditos alunos, estavam fazendo greve aqui antes de este caos começar, pelo jeito. Olhe Estrôncio, até escreveram Idiotas no chão. E estes alunos são tão burros que escreveram a palavra “Idiota” começando com a letra H, e ainda por cima acentuaram a letra “o”.
Ao anoitecer, enquanto estavam ao redor da fogueira, os agentes ainda visualizaram um destroço do cometa Harley cair sobre a cabeça de Agente Randon, fazendo o pobrezinho explodir.
Continua...
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Agente Buda gosta de garotos mais novos...
-Como você veio parar aqui, Agente Randon? – gritou Buda enquanto corriam para a lotérica mais próxima.
-Eu era o prêmio do Torpedão Campeão que o 14 ganhou. Como este caos resolveu acontecer justo agora, eles me enviaram por catapulta de Kellogs.
-É verdade isso? – perguntou com voz de pastor Sprite.
-Não, seu animal. Eu não sei como vim parar aqui. Eu estava fugindo como vocês, e de repente eu estava em uma altura inimaginável, e caí.
-Ahhh tá, eu queria saber como é trabalhar com o pessoal do Torpedão Campeão... Isso não sai da minha cabeça.
-Dá pra ver o que não permite o mínimo de inteligência entrar na tua cabeça então, seu desgraçado inútil. – respondeu amorosamente Buda.
E os agentes continuaram correndo. Naquele grupo, uma somatória que ultrapassava facilmente 100 DPs, tanto conhecimento adquirido correndo sério risco de ser extinto por causa de um desastre inexplicável. Antes de saírem da faculdade, passaram por uma empresa de estudantes para pegarem o notebook de Buda, pois lá havia arquivos de grande importância, como Call of Duty e Battlefield (Barbie Forever também). Quando chegaram na empresa, entretanto, se depararam com uma cena mais deprimente do que dois zumbis se amando, Agente Renanzim apenas de cuecas do Mickey, brincando de andar para trás.
-Por que eu não morri, meu pai eterno? – gritava Buda para o destino.
-Poxa Buda, você reclamando da vida, sendo que o mais importante neste mundo não te falta. Pessoas como nós. – respondeu Renanzim, que continuou. – Vem aqui, vou te dar um abraço.
-Nem ouse chegar perto. – e Buda arregalou os olhos na direção do agente, incinerando-o.
Acabou queimando a cueca do Mickey, e assim agente Renanzim ficou nu diante dos agentes. A natureza desmaiou de desgosto. O conhecimento ficou cego no mundo por 40 minutos. A alegria deixou de existir naquela faculdade. A dor e o sofrimento tomaram conta dos agentes pelo restante da eternidade.
-Nossa Buda, desde quando você solta fogo pelos olhos? – perguntou Renanzim.
-Desde quando esta cidade ficou infestada por zumbis. – respondeu o pequeno japonês admirador de Três Espiãs Demais.
-Zumbis? – estranhou o agente, para a surpresa de todos.
-Por um acaso, você não sabe o que aconteceu com esta cidade? – perguntou 14.
-Não. Ela ganhou o sorteio para sediar a Copa do Mundo de Pinball?
-Olhe para fora desta empresa, por favor. – insistiu 14.
E ele olhou, mas para a direção do bebedouro e banheiros, que nada tinha. Então, 14 deu uma piãozada nas nádegas de Renanzim, que enfim olhou para o lado correto, visualizando dezenas de mortos vivos.
-Nossa, que fantasia legal. Eu quero ir lá participar. – gritou o inocente agente.
- Não, seu burro. Eles são reais. – gritou Randon.
-Não, deixa ele ir brincar com eles, deixa. – respondeu Buda, sorridente.
-Não, fica aqui, seu animal. – insistiu Randon, segurando o agente.
-Pessoal, a cidade está tomada por zumbis. E se nós fecharmos as entradas desta faculdade e torná-la a nossa moradia nestes tempos ruins, defendendo ela de eventuais ataques, caso acontecerem? – perguntou Kronos.
Os agentes ficaram olhando um para o outro. Ninguém havia parado para pensar sobre o que deveria ser feito. A verdade é que eles nunca haviam parado para pensar em nada. Aliás, eles nunca pensaram. Kronos insistiu.
-Poderíamos fazer daqui a nossa base. O lugar é bastante amplo para todos nós e para eventuais outros sobreviventes que aparecerem. Caso o lugar seja tomado pelos zumbis, podemos muito bem fugir, pois o lugar é bem grande, e não ficaríamos encurralados.
-Encurralados... – resmungou Randon para si mesmo. – O que é isso?
Do nada, o agente saiu correndo para o meio dos zumbis, alucinado. Foi mordido por vários. Segundos depois, explodiu, matando vários deles, para a surpresa geral dos agentes remanescentes.
Continua...
-Eu era o prêmio do Torpedão Campeão que o 14 ganhou. Como este caos resolveu acontecer justo agora, eles me enviaram por catapulta de Kellogs.
-É verdade isso? – perguntou com voz de pastor Sprite.
-Não, seu animal. Eu não sei como vim parar aqui. Eu estava fugindo como vocês, e de repente eu estava em uma altura inimaginável, e caí.
-Ahhh tá, eu queria saber como é trabalhar com o pessoal do Torpedão Campeão... Isso não sai da minha cabeça.
-Dá pra ver o que não permite o mínimo de inteligência entrar na tua cabeça então, seu desgraçado inútil. – respondeu amorosamente Buda.
E os agentes continuaram correndo. Naquele grupo, uma somatória que ultrapassava facilmente 100 DPs, tanto conhecimento adquirido correndo sério risco de ser extinto por causa de um desastre inexplicável. Antes de saírem da faculdade, passaram por uma empresa de estudantes para pegarem o notebook de Buda, pois lá havia arquivos de grande importância, como Call of Duty e Battlefield (Barbie Forever também). Quando chegaram na empresa, entretanto, se depararam com uma cena mais deprimente do que dois zumbis se amando, Agente Renanzim apenas de cuecas do Mickey, brincando de andar para trás.
-Por que eu não morri, meu pai eterno? – gritava Buda para o destino.
-Poxa Buda, você reclamando da vida, sendo que o mais importante neste mundo não te falta. Pessoas como nós. – respondeu Renanzim, que continuou. – Vem aqui, vou te dar um abraço.
-Nem ouse chegar perto. – e Buda arregalou os olhos na direção do agente, incinerando-o.
Acabou queimando a cueca do Mickey, e assim agente Renanzim ficou nu diante dos agentes. A natureza desmaiou de desgosto. O conhecimento ficou cego no mundo por 40 minutos. A alegria deixou de existir naquela faculdade. A dor e o sofrimento tomaram conta dos agentes pelo restante da eternidade.
-Nossa Buda, desde quando você solta fogo pelos olhos? – perguntou Renanzim.
-Desde quando esta cidade ficou infestada por zumbis. – respondeu o pequeno japonês admirador de Três Espiãs Demais.
-Zumbis? – estranhou o agente, para a surpresa de todos.
-Por um acaso, você não sabe o que aconteceu com esta cidade? – perguntou 14.
-Não. Ela ganhou o sorteio para sediar a Copa do Mundo de Pinball?
-Olhe para fora desta empresa, por favor. – insistiu 14.
E ele olhou, mas para a direção do bebedouro e banheiros, que nada tinha. Então, 14 deu uma piãozada nas nádegas de Renanzim, que enfim olhou para o lado correto, visualizando dezenas de mortos vivos.
-Nossa, que fantasia legal. Eu quero ir lá participar. – gritou o inocente agente.
- Não, seu burro. Eles são reais. – gritou Randon.
-Não, deixa ele ir brincar com eles, deixa. – respondeu Buda, sorridente.
-Não, fica aqui, seu animal. – insistiu Randon, segurando o agente.
-Pessoal, a cidade está tomada por zumbis. E se nós fecharmos as entradas desta faculdade e torná-la a nossa moradia nestes tempos ruins, defendendo ela de eventuais ataques, caso acontecerem? – perguntou Kronos.
Os agentes ficaram olhando um para o outro. Ninguém havia parado para pensar sobre o que deveria ser feito. A verdade é que eles nunca haviam parado para pensar em nada. Aliás, eles nunca pensaram. Kronos insistiu.
-Poderíamos fazer daqui a nossa base. O lugar é bastante amplo para todos nós e para eventuais outros sobreviventes que aparecerem. Caso o lugar seja tomado pelos zumbis, podemos muito bem fugir, pois o lugar é bem grande, e não ficaríamos encurralados.
-Encurralados... – resmungou Randon para si mesmo. – O que é isso?
Do nada, o agente saiu correndo para o meio dos zumbis, alucinado. Foi mordido por vários. Segundos depois, explodiu, matando vários deles, para a surpresa geral dos agentes remanescentes.
Continua...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Descobri hoje que não fui trazido pela cegonha. Foi Sedex 10 mesmo...
Apenas depois que Agente 14 gritou que havia promoção na Steam que Sprite e Buda perceberam a presença dos dois. Ao descobrir que a promoção era uma farsa e que aquilo havia sido proferido apenas para chamar a atenção dos dois, os agentes começaram a chorar, e espernear. Buda começava a sentir abstinência de jogos, e isso era torturante para os demais agentes. Ver um amigo sofrendo por uma causa nobre como esta era difícil até mesmo para os mais resistentes. Enfim, foram arrombar o pólo pra entrar na Steam e findar a dor de Buda.
Já no recinto, receberam o maior e mais doloroso golpe de todos. Sem internet, e consequentemente, sem Steam. Buda tinha convulsão, 14 escutava o último episódio do quadro Soletrando, Kronos existia, Sprite chorava desoladamente, gritando pela sua senhora feudal capivara.
A tristeza e amargura tomou conta dos agentes por vários minutos, e naquele mesmo dia, não se viu nenhum esboço de sorriso em nenhum deles. Para quebrar o gelo, Sprite perguntou pra Kronos, com sua voz de garota de programa da rodoviária.
-Por que você usa um abacate na boca? E esta porcaria de roupa de Sailor Moon?
-Bom, eu uso porque é legal e elegante o abacate. Além disso, está na moda. E em relação aos trajes, isso é meu corpo. Eu estou na verdade nu diante de vocês.
Todos vomitaram, inclusive o próprio Agente Kronos, e também alguns computadores. Depois de um tempo, todos decidiram ir para o pavilhão principal da faculdade, pois lá era um lugar muito pouco habitado, e inteligente de se ir. Foram com o carrinho de aparar grama da faculdade.
Ao chegar no local, perceberam um cenário de caos total. Vários livros jogados pelos chãos, cadernos com anotações de matérias diversas, enfim, conhecimento jogado no local. Era muito perturbador, desgastante para a mente vagabunda dos agentes.
-Alguém me diz o que pode ser pior que isso, meu pai eterno? – gritava Sprite
-Você quer mesmo que eu responda? Pois bem, eu sou uma fera bit de um cara que sempre, e eu disse sempre, leva o maldito pião para o banheiro quando o mesmo vai cagar, tomar banho, se masturbar, depilar as nádegas e afins. Isso sim é trágico, seu maldito. Eu tenho que ver isso (e apontava para Kronos) pelado toda santa hora.
-Escuta, mas a depilação dele é em qual formato? Bigode de Hitler? – perguntou o sorridente Buda.
- A mesma que você usa na senhora sua progenitora.
-Ahhh sim, é o bigode então...
Neste exato momento, os agentes haviam sido detectados por cachorros zumbis. Se os agentes não davam conta de correr de zumbis que se arrastavam, cachorros zumbis estavam aptos a fazer a festa. Três cachorros tomaram a dianteira e atacaram o grupo, entretanto foram incinerados por Buda. Outros 4 atacaram pelo lado direito do grupo, e também foram derrotados, mas desta vez por Agente 14. Sprite e Kronos eram pesos mortos e ficavam conversando sobre Mario Kart, chamando a atenção de ainda mais cachorros e também de zumbis, que aos poucos iam enchendo o lugar. Retornaram andando para o pólo. Lá bloquearam os acessos da forma que dava. Entretanto, era insuficiente para deter as hordas cada vez mais numerosas de mortos vivos.
Quando finalmente as defesas começaram a ceder, escutaram um grito vindo do lado de fora do ambiente em que se encontravam. Era alguém caindo de uma altura impressionante. Quando a pessoa enfim caiu no chão, ouviram o som de uma enorme explosão. Com esta explosão, uma brecha no ataque dos zumbis havia sido aberta, e os agentes fugiram pelo lado que havia ocorrido a explosão.
Já do lado de fora, enquanto “corriam” para um lugar qualquer, Buda viu uma coisa que o deixou muito triste e em choque.
Era uma cabeça de um conhecido. Era a cabeça de Agente Randon.
Continua...
Já no recinto, receberam o maior e mais doloroso golpe de todos. Sem internet, e consequentemente, sem Steam. Buda tinha convulsão, 14 escutava o último episódio do quadro Soletrando, Kronos existia, Sprite chorava desoladamente, gritando pela sua senhora feudal capivara.
A tristeza e amargura tomou conta dos agentes por vários minutos, e naquele mesmo dia, não se viu nenhum esboço de sorriso em nenhum deles. Para quebrar o gelo, Sprite perguntou pra Kronos, com sua voz de garota de programa da rodoviária.
-Por que você usa um abacate na boca? E esta porcaria de roupa de Sailor Moon?
-Bom, eu uso porque é legal e elegante o abacate. Além disso, está na moda. E em relação aos trajes, isso é meu corpo. Eu estou na verdade nu diante de vocês.
Todos vomitaram, inclusive o próprio Agente Kronos, e também alguns computadores. Depois de um tempo, todos decidiram ir para o pavilhão principal da faculdade, pois lá era um lugar muito pouco habitado, e inteligente de se ir. Foram com o carrinho de aparar grama da faculdade.
Ao chegar no local, perceberam um cenário de caos total. Vários livros jogados pelos chãos, cadernos com anotações de matérias diversas, enfim, conhecimento jogado no local. Era muito perturbador, desgastante para a mente vagabunda dos agentes.
-Alguém me diz o que pode ser pior que isso, meu pai eterno? – gritava Sprite
-Você quer mesmo que eu responda? Pois bem, eu sou uma fera bit de um cara que sempre, e eu disse sempre, leva o maldito pião para o banheiro quando o mesmo vai cagar, tomar banho, se masturbar, depilar as nádegas e afins. Isso sim é trágico, seu maldito. Eu tenho que ver isso (e apontava para Kronos) pelado toda santa hora.
-Escuta, mas a depilação dele é em qual formato? Bigode de Hitler? – perguntou o sorridente Buda.
- A mesma que você usa na senhora sua progenitora.
-Ahhh sim, é o bigode então...
Neste exato momento, os agentes haviam sido detectados por cachorros zumbis. Se os agentes não davam conta de correr de zumbis que se arrastavam, cachorros zumbis estavam aptos a fazer a festa. Três cachorros tomaram a dianteira e atacaram o grupo, entretanto foram incinerados por Buda. Outros 4 atacaram pelo lado direito do grupo, e também foram derrotados, mas desta vez por Agente 14. Sprite e Kronos eram pesos mortos e ficavam conversando sobre Mario Kart, chamando a atenção de ainda mais cachorros e também de zumbis, que aos poucos iam enchendo o lugar. Retornaram andando para o pólo. Lá bloquearam os acessos da forma que dava. Entretanto, era insuficiente para deter as hordas cada vez mais numerosas de mortos vivos.
Quando finalmente as defesas começaram a ceder, escutaram um grito vindo do lado de fora do ambiente em que se encontravam. Era alguém caindo de uma altura impressionante. Quando a pessoa enfim caiu no chão, ouviram o som de uma enorme explosão. Com esta explosão, uma brecha no ataque dos zumbis havia sido aberta, e os agentes fugiram pelo lado que havia ocorrido a explosão.
Já do lado de fora, enquanto “corriam” para um lugar qualquer, Buda viu uma coisa que o deixou muito triste e em choque.
Era uma cabeça de um conhecido. Era a cabeça de Agente Randon.
Continua...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Capítulo 5 - Eu sou feito de aipim, com morangos neozelandeses
-Buda!!! – gritou novamente Agente Sprite, que com sua voz de megafone chamava a atenção de muitos zumbis.
-Sprite, seu estúpido, desliga esta desgraça, que você está chamando a atenção de mais deles. – respondeu o japonês de olhos ardentes.
- Eu não sei o que está acontecendo, cara. Isso está saindo naturalmente. Estou parecendo o Megazord ou o amolador de panelas falando...
A realidade é que a quantidade de zumbis cercando os agentes começava a ficar assustadora. Buda então fixou o olhar para uma direção, incinerando vários zumbis. Neste lugar, eles conseguiram abrir uma brecha e enfim fugir. Correram por vários centímetros, mas infelizmente o excesso de tecido adiposo somado com o sedentarismo profundo impediram os agentes de continuarem correndo. Pegaram um ônibus “Até Terminal”.
E foi neste exato momento que os agentes perceberam que algumas coisas não haviam parado de funcionar, como, por exemplo, o transporte público, os correios, as rinhas de galos e principalmente o Canal do Boi. Nos ônibus, por exemplo, andavam pessoas e zumbis, porém lá dentro havia uma placa direcionada aos mortos vivos que dizia claramente “Não atacar não infectados”, regra esta que era obedecida de forma impecável (mas para compensar, os zumbis sempre pagavam meia). Mas isso não era válido no terminal rodoviário. Foi descer do ônibus que o caos voltou. Lá estava uma selvageria danada, pessoas sendo dilaceradas e os mesmos pedintes de sempre (estranho que os zumbis evitavam estes). Mas Buda soltava chamas pelos olhos, logo era muito eficaz no local. Assim os agentes conseguiram pegar outro ônibus, um pouco movimentado, cujo foco era ir para algum local mais seguro. Para infelicidade dos agentes, pegaram o ônibus que ia para a faculdade.
Ao chegar à mesma, entretanto, perceberam que o local estava às moscas, e assim entraram na faculdade, para procurar por possíveis amigos sobreviventes. Primeira construção que viram foi a biblioteca, obviamente ignorada, pois era um habitat inóspito para desprovidos de ocupação. Foram então para o pólo. Lá encontraram nada, pois a porta estava fechada, apenas um aviso alertando “Você peida fetidamente”. Era uma verdade válida para os dois agentes. Tinha aroma de milho fermentado, com leve toque de feijão carioquinha. Continuaram andando pela faculdade, com Buda tostando os poucos andarilhos que ousavam aparecer. Notem que Buda não fechava os olhos em momento algum, apenas no ônibus que foi de olhos fechados. Sprite percebeu neste momento que Buda não parava de gritar, desde quando o havia encontrado, mostrando novamente sua perspicácia imediata.
-Por que você está gritando tanto, Buda?
-Porque estou me queimando também, seu imbecil! – respondeu o japonês.
Enfim, Buda lançava chamas pelos olhos, mas também se queimava com o próprio fogo.
Ao chegar na cantina inflacionada, foram procurar por algum alimento, pois lá não tinha ninguém. Havia vários tipos de alimentos, como sanduíches naturais e frutas, mas os agentes foram pegar chocolates, frituras do dia anterior, bolachas, só coisas que o coração olha para o dono e agradece. Enquanto comiam, não perceberam a chegada repentina de uma horda de zumbis, por volta de 30. Encurralados, não perceberam a presença dos zumbis. Como era sabido, o QI dos agentes não era equivalente ao número de DPs adquiridas.
Quando um dos mortos vivos estava prestes a atacar Buda e amaldiçoar o coitado, escutaram uma voz nada imponente e infelizmente conhecida gritando:
-Let ir rip!!!
Do nada surgiu um peão de plástico desvalorizado e recusado pela natureza e comércio girando em uma velocidade alucinante, atacando vários dos zumbis de uma vez só. O dono daquele peão era ninguém menos que Agente Kronos, que, trajado de Sailor Moon, com uma rosa na boca, defendia seus amigos.
Defendia uma ova, ele queria é contar o final de um anime desconhecido da vida. Sem sucesso, entretanto, pois antes que ele falasse o final, surgiu mais uma horda de zumbis, ainda maior. O impotente agente exclamou firmemente:
-É chegada a hora de eu usar minha arma triunfal, seus imbecis. Saia do peão, minha fera bit. Defenda-me e defenda meus amigos!!!
Infelizmente, saiu do peão outra coisa conhecida dos agentes. Era Agente 14, que agora havia se tornado um fiel aliado de Agente Kronos, e estava aprisionado ao peão em questão. Tudo o que ele podia fazer era rodopiar ainda mais rápido e infinitamente o peão, aparecer em um holograma exibindo sua infeliz imagem e semblante para os espectadores, fingir uns efeitos de luz sem nenhum tipo de investimento mínimo, e aniquilar por volta de 10 zumbis por golpe. Em questão de poucos golpes e ataques, todos os agentes estavam em segurança. Kronos e 14 perceberam então que Buda e Sprite ainda não haviam percebido a presença deles, muito menos dos zumbis. Apenas comiam alucinadamente os doces e travessuras da cantina, já vazia.
Continua...
-Sprite, seu estúpido, desliga esta desgraça, que você está chamando a atenção de mais deles. – respondeu o japonês de olhos ardentes.
- Eu não sei o que está acontecendo, cara. Isso está saindo naturalmente. Estou parecendo o Megazord ou o amolador de panelas falando...
A realidade é que a quantidade de zumbis cercando os agentes começava a ficar assustadora. Buda então fixou o olhar para uma direção, incinerando vários zumbis. Neste lugar, eles conseguiram abrir uma brecha e enfim fugir. Correram por vários centímetros, mas infelizmente o excesso de tecido adiposo somado com o sedentarismo profundo impediram os agentes de continuarem correndo. Pegaram um ônibus “Até Terminal”.
E foi neste exato momento que os agentes perceberam que algumas coisas não haviam parado de funcionar, como, por exemplo, o transporte público, os correios, as rinhas de galos e principalmente o Canal do Boi. Nos ônibus, por exemplo, andavam pessoas e zumbis, porém lá dentro havia uma placa direcionada aos mortos vivos que dizia claramente “Não atacar não infectados”, regra esta que era obedecida de forma impecável (mas para compensar, os zumbis sempre pagavam meia). Mas isso não era válido no terminal rodoviário. Foi descer do ônibus que o caos voltou. Lá estava uma selvageria danada, pessoas sendo dilaceradas e os mesmos pedintes de sempre (estranho que os zumbis evitavam estes). Mas Buda soltava chamas pelos olhos, logo era muito eficaz no local. Assim os agentes conseguiram pegar outro ônibus, um pouco movimentado, cujo foco era ir para algum local mais seguro. Para infelicidade dos agentes, pegaram o ônibus que ia para a faculdade.
Ao chegar à mesma, entretanto, perceberam que o local estava às moscas, e assim entraram na faculdade, para procurar por possíveis amigos sobreviventes. Primeira construção que viram foi a biblioteca, obviamente ignorada, pois era um habitat inóspito para desprovidos de ocupação. Foram então para o pólo. Lá encontraram nada, pois a porta estava fechada, apenas um aviso alertando “Você peida fetidamente”. Era uma verdade válida para os dois agentes. Tinha aroma de milho fermentado, com leve toque de feijão carioquinha. Continuaram andando pela faculdade, com Buda tostando os poucos andarilhos que ousavam aparecer. Notem que Buda não fechava os olhos em momento algum, apenas no ônibus que foi de olhos fechados. Sprite percebeu neste momento que Buda não parava de gritar, desde quando o havia encontrado, mostrando novamente sua perspicácia imediata.
-Por que você está gritando tanto, Buda?
-Porque estou me queimando também, seu imbecil! – respondeu o japonês.
Enfim, Buda lançava chamas pelos olhos, mas também se queimava com o próprio fogo.
Ao chegar na cantina inflacionada, foram procurar por algum alimento, pois lá não tinha ninguém. Havia vários tipos de alimentos, como sanduíches naturais e frutas, mas os agentes foram pegar chocolates, frituras do dia anterior, bolachas, só coisas que o coração olha para o dono e agradece. Enquanto comiam, não perceberam a chegada repentina de uma horda de zumbis, por volta de 30. Encurralados, não perceberam a presença dos zumbis. Como era sabido, o QI dos agentes não era equivalente ao número de DPs adquiridas.
Quando um dos mortos vivos estava prestes a atacar Buda e amaldiçoar o coitado, escutaram uma voz nada imponente e infelizmente conhecida gritando:
-Let ir rip!!!
Do nada surgiu um peão de plástico desvalorizado e recusado pela natureza e comércio girando em uma velocidade alucinante, atacando vários dos zumbis de uma vez só. O dono daquele peão era ninguém menos que Agente Kronos, que, trajado de Sailor Moon, com uma rosa na boca, defendia seus amigos.
Defendia uma ova, ele queria é contar o final de um anime desconhecido da vida. Sem sucesso, entretanto, pois antes que ele falasse o final, surgiu mais uma horda de zumbis, ainda maior. O impotente agente exclamou firmemente:
-É chegada a hora de eu usar minha arma triunfal, seus imbecis. Saia do peão, minha fera bit. Defenda-me e defenda meus amigos!!!
Infelizmente, saiu do peão outra coisa conhecida dos agentes. Era Agente 14, que agora havia se tornado um fiel aliado de Agente Kronos, e estava aprisionado ao peão em questão. Tudo o que ele podia fazer era rodopiar ainda mais rápido e infinitamente o peão, aparecer em um holograma exibindo sua infeliz imagem e semblante para os espectadores, fingir uns efeitos de luz sem nenhum tipo de investimento mínimo, e aniquilar por volta de 10 zumbis por golpe. Em questão de poucos golpes e ataques, todos os agentes estavam em segurança. Kronos e 14 perceberam então que Buda e Sprite ainda não haviam percebido a presença deles, muito menos dos zumbis. Apenas comiam alucinadamente os doces e travessuras da cantina, já vazia.
Continua...
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