quinta-feira, 5 de maio de 2011

Filler de falta de ter o que fazer parte 1

A base secreta da equipe C estava em um alvoroço total. O time adversário estava dando uma coça na Equipe C. no Dota. Megazord, Edinanci, Renanzim, Rei do Migueh e Randon (este último trabalhando na base inimiga, mas ainda muito ativo no Garena) formavam a equipe estelar da Equipe C., enquanto Buda, Lhuan, Sprite e simpatizantes aleatórios riam/palpitavam/pulavam amarelinha/estupravam e assistiam à partida. O melhor da Equipe C. na partida estava 0/31/-6 (dava assistências para o time oponente).

O clima era tenso para os jogadores, com várias acusações de beneficiar o time adversário em troca de misericórdia na hora do ulti. De qualquer forma, em 4 minutos e 32 segundos o time oponente já havia vencido a partida.

Megazord, ainda impaciente, resolveu procurar no Garena uma nova partida e quem sabe uma melhor sorte, eis que na sala onde eles se situavam, começaram a surgir provocações e prints indesejáveis, além de um vídeo upado no youtube da partida. Edinanci começou a bater boca com os jogadores no Garena, mesmo não sendo possível negar os fatos. Renanzim quebrou a única máquina da base secreta(as demais máquinas usadas no combate eram notes) e ameaçava a todos que riam dele. Rei do Migueh convenceu a todos no recinto que a culpa era dos outros 4 membros do time, e que todos que estavam na cidade em questão deveriam doar um dízimo de R$50,00 para ele, para ajudá-lo a superar tal trauma.

Mas Edinanci não estava quieto nem satisfeito, ele não apenas queria discordar dos adversários pelo Garena, ele queria ir dar xilique pessoalmente para com os seres. Eis que ele deu a sugestão de caçar os jogadores pessoalmente e dar-lhes uma vingança mais íntima.

-Como iremos achá-lo, seu imbecil? - gritava Renanzim, com as duas mãos enforcando Edinanci.

-Da mesma forma como você conseguiu morrer 11 vezes para a loja de itens, seu animal. - retrucava Edinanci, com seus pseudópodos e alevinos capilares sugando mana de Renanzim.

-Que tal irmos para a aula, pessoal? - disse Lhuan, tentando dar alguma esperança para o futuro dos agentes da Equipe C.

Todos riram desta frase, inclusive o próprio agente que proferiu tais palavras(absurdas). Enfim, a trupe da Equipe C decidiu procurar a Verdade, vulgarmente conhecido como Mestre C., para pedir auxílios, ajuda interna e paz armada.

Chegando nos jardins suspensos que circundavam a sala do Mestre, os agentes decidiram que era hora de irem de forma disfarçada e discreta para a sala sagrada. Assim sendo, todos foram trajados de galinha e andando plantando bananeira até a sala do Mestre C.

Ao chegar no local sagrado, esqueceram a educação na sala de aula e abriram a porta sem bater. Conseqüentemente flagraram o Mestre C. fazendo algo de todo construtivo e que iria salvar milhões de vidas na galáxia, matar mosquitos com os pés, enquanto tentava lamber o próprio cotovelo (óbvio que ele conseguiu).

Todos os agentes, é óbvio, esperaram o Mestre terminar tais atos tão nobres, e enfim puderam esclarecer o que os desesperavam tanto. Mestre C. olhou fixamente para as mitocôndrias endoplasmáticas desoxirribonucleicas que formavam a cloaca de Edinanci, e afirmou:

-Nós temos um inimigo em comum. (logicamente que ele não falou tãããão claramente assim, pelo menos os leigos e desprovidos de ociosidade não entenderiam).

Continua!!!

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