A jaula de Kronos, com Kronos, estava sendo guiada para o terraço. Sailor Pikachu empurrava a jaula, e na frente andavam o cara vestido de coelho e o ser de baby look. Todos muito belos e perigosos. Kronos não aparentava nenhum temor, pois ele sabia que em toda história as pessoas que lutam do lado do bem vencem e ninguém morre, então ele estava tranquilo, pois na hora que todo mundo pensaria "Puta, fudeu!!!", ele seria salvo pelo herói encantado dele.
Os inimigos, no entanto, não sabiam ao certo o por que de levar levando Kronos para o terraço. Muito provavelmente por falta do que pensar do autor. Mas na realidade, era isso mesmo. Chegaram lá sem muita demora, mas foram surpreendidos quando avistaram toda a Equipe C. no mesmo lugar.
Todos os agentes possuíam ira no olhar, menos Jhon, que era visível que estava com vontade de frequentar o banheiro, com olhar desesperado e suando frio.
Ânus incandescente, trajado de gueixa, deu um passo a frente e partiu para o ataque. Estranhamente ele se sentia atraído Kronos. Ele precisava e queria salvá-lo, dar o beijo que o faria despertar do sono profundo, apesar da princesa sem glamour estar acordado.
Deu um salto rápido se virando de costas para o trio inimigo e lançou um turbilhão de fogo de sua bunda. O Sailor Pikachu sugou todas as chamas com uma de suas mãos, e repeliu o golpe contra os demais agentes. 14, Renanzim esquivaram, Buda permaneceu parado pois era imune às próprias chamas, foi atingido e descobriu que o mesmo não valia para fogo inimigo. Sprite e Randon ficaram parados como sacos de merda que eram, e foram atingidos em cheio, tomando dano critico.
-Nunca vi um fogo tão fétido na minha vida. - dizia Ânus incandescente, orgulhoso do feito.
-Por favor, parem com isso agora!!!! - gritou Kronos, de repente.
Todos os demais presentes, incluindo duas pombas que sobrevoavam o local, pararam para ouvir o trancafiado agente, que continuou falando.
-Estou extremamente insatisfeito com tamanha violência. Ao invés disso, irei semear a paz no coração de vocês recitando o meu mais novo poema, feito com toda a ternura que acumulei em meu coração nestes últimos anos de masturbações.
E assim, Kronos começou a recitar o poema. As pombas caíram mortas logo na segunda palavra. Infelizmente, o poema era absolutamente precário de qualquer qualidade. Fatalmente, ele era tão ruim que se tornava letal. Todos os inimigos morreram. Os agentes C, no entanto, permaneceram imunes, porque não gostavam de poemas, e dispersaram imediatamente a atenção. Na terceira estrofe, todas as formas vivas naquele lugar, morreram.
Kronos não conseguia parar de chorar, não pelos mortos, mas sim porque ninguém da Equipe C havia dado atenção, e ficaram brincando de passa senão fede. Caiu de joelhos no chão, chorando e soluçando que nem uma criança de 9 anos ao quebrar seu hominho dos power rangers. O garoto da bunda ardente, comovido com a cena, foi para junto de Kronos, e colocou sua mão nos ombros do chorão.
Mas era apenas para não perder o equilíbrio. levantou uma de suas pernas, e assim como um cachorro, urinou no agente (sim, os cachorros tinham o inteligente hábito de urinar em Kronos, que adorava também). Todos os demais agentes bateram palmas, de tão bela cena que presenciaram.
Antes de saírem da construção, Randon ainda teve a brilhante ideia de ingerir granadas, com Buda contando quantas ele conseguia ingerir antes de explodir. 6.
Enquanto retornavam para qualquer lugar, perceberam que os zumbis haviam desaparecido. Ficaram felizes, pois assim voltariam a ser considerados uma forma inteligente de vida por alguns, mas tristes em saber que não teriam mais em quer por a culpa de algum acidente qualquer.
Na realidade, os mortos não haviam simplesmente desaparecido. Acontece que enquanto o treinamento acontecia, o vírus que havia dizimado a população humana sofreu uma mutação, absorvendo conceitos de cálculo. E algumas equações sem solução também, cuja solução era vital para que os infectados continuassem existindo. Como não tinha solução, morreram todos.
No fim, as chuvas dissolveram os mortos, que se transformaram em nutrientes para as posteriores árvores que nasceriam disso. E elas gerariam como frutos, livros.
Isso foi ignorado pelos agentes, pois quando eles viam algum livro, era como se não tivessem visto nada, tamanho era o desprezo pelos materiais.
Este foi um erro que se arrependeriam de ter cometido futuramente. Na verdade, não se arrependeriam, pois nunca conectaram os fatos. Mas deveriam...
sábado, 9 de novembro de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)