sábado, 9 de novembro de 2013

Capítulo 27: Antes só do que sozinho

A jaula de Kronos, com Kronos, estava sendo guiada para o terraço. Sailor Pikachu empurrava a jaula, e na frente andavam o cara vestido de coelho e o ser de baby look. Todos muito belos e perigosos. Kronos não aparentava nenhum temor, pois ele sabia que em toda história as pessoas que lutam do lado do bem vencem e ninguém morre, então ele estava tranquilo, pois na hora que todo mundo pensaria "Puta, fudeu!!!", ele seria salvo pelo herói encantado dele.

Os inimigos, no entanto, não sabiam ao certo o por que de levar levando Kronos para o terraço. Muito provavelmente por falta do que pensar do autor. Mas na realidade, era isso mesmo. Chegaram lá sem muita demora, mas foram surpreendidos quando avistaram toda a Equipe C. no mesmo lugar.

Todos os agentes possuíam ira no olhar, menos Jhon, que era visível que estava com vontade de frequentar o banheiro, com olhar desesperado e suando frio.

Ânus incandescente, trajado de gueixa, deu um passo a frente e partiu para o ataque. Estranhamente ele se sentia atraído Kronos. Ele precisava e queria salvá-lo, dar o beijo que o faria despertar do sono profundo, apesar da princesa sem glamour estar acordado.

Deu um salto rápido se virando de costas para o trio inimigo e lançou um turbilhão de fogo de sua bunda. O Sailor Pikachu sugou todas as chamas com uma de suas mãos, e repeliu o golpe contra os demais agentes. 14, Renanzim esquivaram, Buda permaneceu parado pois era imune às próprias chamas, foi atingido e descobriu que o mesmo não valia para fogo inimigo. Sprite e Randon ficaram parados como sacos de merda que eram, e foram atingidos em cheio, tomando dano critico.

-Nunca vi um fogo tão fétido na minha vida. - dizia Ânus incandescente, orgulhoso do feito.

-Por favor, parem com isso agora!!!! - gritou Kronos, de repente.

Todos os demais presentes, incluindo duas pombas que sobrevoavam o local, pararam para ouvir o trancafiado agente, que continuou falando.

-Estou extremamente insatisfeito com tamanha violência. Ao invés disso, irei semear a paz no coração de vocês recitando o meu mais novo poema, feito com toda a ternura que acumulei em meu coração nestes últimos anos de masturbações.

E assim, Kronos começou a recitar o poema. As pombas caíram mortas logo na segunda palavra. Infelizmente, o poema era absolutamente precário de qualquer qualidade. Fatalmente, ele era tão ruim que se tornava letal. Todos os inimigos morreram. Os agentes C, no entanto, permaneceram imunes, porque não gostavam de poemas, e dispersaram imediatamente a atenção. Na terceira estrofe, todas as formas vivas naquele lugar, morreram.

Kronos não conseguia parar de chorar, não pelos mortos, mas sim porque ninguém da Equipe C havia dado atenção, e ficaram brincando de passa senão fede. Caiu de joelhos no chão, chorando e soluçando que nem uma criança de 9 anos ao quebrar seu hominho dos power rangers. O garoto da bunda ardente, comovido com a cena, foi para junto de Kronos, e colocou sua mão nos ombros do chorão.

Mas era apenas para não perder o equilíbrio. levantou uma de suas pernas, e assim como um cachorro, urinou no agente (sim, os cachorros tinham o inteligente hábito de urinar em Kronos, que adorava também). Todos os demais agentes bateram palmas, de tão bela cena que presenciaram.

Antes de saírem da construção, Randon ainda teve a brilhante ideia de ingerir granadas, com Buda contando quantas ele conseguia ingerir antes de explodir. 6.

Enquanto retornavam para qualquer lugar, perceberam que os zumbis haviam desaparecido. Ficaram felizes, pois assim voltariam a ser considerados uma forma inteligente de vida por alguns, mas tristes em saber que não teriam mais em quer por a culpa de algum acidente qualquer.

Na realidade, os mortos não haviam simplesmente desaparecido. Acontece que enquanto o treinamento acontecia, o vírus que havia dizimado a população humana sofreu uma mutação, absorvendo conceitos de cálculo. E algumas equações sem solução também, cuja solução era vital para que os infectados continuassem existindo. Como não tinha solução, morreram todos.

No fim, as chuvas dissolveram os mortos, que se transformaram em nutrientes para as posteriores árvores que nasceriam disso. E elas gerariam como frutos, livros.

Isso foi ignorado pelos agentes, pois quando eles viam algum livro, era como se não tivessem visto nada, tamanho era o desprezo pelos materiais.

Este foi um erro que se arrependeriam de ter cometido futuramente. Na verdade, não se arrependeriam, pois nunca conectaram os fatos. Mas deveriam...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Mandamentos da Equipe C.

Bom, tendo em vista que o nível intelectual dos alunos está subindo na faculdade, não negamos que estamos preocupados. Não é fácil lapidar um Randon ou Buda, torná-los efetivos como são hoje no aspecto vexatório, e por isso, nós da Equipe C. iremos ajudá-los a se tornarem pessoas mais degradantes, com os mais sagrados mandamentos da Equipe C., cujo foco principal é semear a vagabundice e ignorância por parte do ser humano. Sabemos que vocês conseguem, mas precisam se dedicar plenamente também.


1° - Jamais vá a uma primeira aula do ano/semestre. Isso não existe, aula introdutória e nada é a mesma coisa. Pra que perder tempo indo conhecer algum professor (ou rever)? Sendo que você pode upar seu char em algum mmo, ou jogar Dota 2/ LoL, o que for;

2° - Não preste atenção nas aulas. Você está indo na faculdade para aprender ou não reprovar por falta? Se respondeu a primeira alternativa, saia daqui imediatamente. A segunda alternativa mostra que você está aumentando seu nível. Leve qualquer passatempo e divirta-se na aula, ou até mesmo fique fora da sala e entre/volte apenas para a chamada;

3° - Jamais tente responder o que o professor pergunta. Se você pretende responder uma pergunta ,é sinal que violou a segunda regra, e isso é ruim, pecaminoso. Um verdadeiro vagabundo não pode se orgulhar disso. Se o professor te perguntar algo referente à matéria, responda o correto, que você não sabe. Caso contrário, você precisa se tratar;

4° - Steam é a principal fonte de informações. Óbvio isso, a plataforma Steam abrange muita cultura e conhecimento úteis para a excelente formação de um perfeito vagabundo, então nada mais justo que manter a Steam aberta sempre que seu PC estiver ligado. Origin, LoL, e afins podem estar ativos também (quanto mais, melhor), mas jamais feche a Steam;

5° - Jamais resolva um exercício. Você virou nerd para resolver exercícios? Se sente bem com isso? Tenho certeza que não, então porque continuar sofrendo? Volte para o WoW imediatamente;

6° - Lute pelo top 3 piores da turma. Sim, se você é vagabundo, precisa se aprimorar neste quesito. Não pode se contentar apenas em ser mais um vagabundo da turma, tem que ser o maior de todos. Vocês precisa se destacar. Quando um aluno várzea for mal em alguma prova, ele precisa contar com você para saber que não foi o pior da turma;

7° - Aproveite seu limite de faltas. Simples, você tem direito a 30% de faltas, então porque raios não vai aproveitar? Ninguém que comprar um álbum de figurinhas compra pra deixar em branco, pensa sempre em completar, e as aulas são parecidas, você precisa completar com gosto o seu quadro de faltas possíveis. O mesmo é válido para o tempo máximo que você pode cursar uma faculdade;

8° - Tenha orgulho de seu aproveitamento pífio. Um verdadeiro vagabundo não fica triste em ir mal em uma prova, na verdade, ele deve se orgulhar de ser o pior da turma;

9° - Se comporte como um idiota. Tenha vícios estúpidos, como ficar mugindo diante dos seus amigos, ou durante as aulas. Isso irá criar um elo amistoso entre você e os demais aspirantes à Equipe C;

10° - Seja preguiçoso. É a essência do vagabundo, deteste aulas matinais (falte de preferência), acorde tarde e tente continuar dormindo no decorrer do dia, tenha preguiça de fazer qualquer atividade referente à faculdade. No entanto, na hora de jogar, anime-se. Seu treinamento é aí.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Capítulos 25 & 26 - Preguiça demais pra por título


Buda corria nos corredores do local, mas não conseguia distinguir nada diferente. Apenas coisas irrelevantes, como o Kronos trancafiado numa jaula em um dos salões encontrados, mas ele resolveu dar a devida importância e ignorar o amigo. Continuou correndo até encontrar um lance de escadas, que davam para o porão do negócio onde se situavam. E lá chegou.

Tipicamente era um local bastante escuro, e de aroma desagradável. Com seus olhos incinerou um colchão velho que lá estava abandonado. Com a iluminação do fogo, conseguiu encontrar o interruptor e acendeu as luzes locais, que pouco melhoraram a visibilidade também. Mas o suficiente para poder perceber que havia uma caixa de tamanho médio, situada em um canto.

-Droga, aqui não aparenta ter nada de excepcional. Além do mais, todos aqueles estúpidos se perderam de mim. Acho que irei recuar.

Quando se voltou para as escadas, uma sombra rapidamente se aproximou por trás dele e aplicou uma rasteira, com sucesso. Antes que Buda caísse de fato, uma outra sombra o chutou no abdômen, arremessando o pequeno japonês contra a parede. Ainda atordoado, Buda tentava se levantar e esboçou um palavrão:

-Filho da p... - e recebeu novamente um potente chute na barriga, fazendo com que novamente colidisse na parede. Buda caiu de joelhos, e com suas duas mãos segurava sua barriga, gemendo de dor. Um dos inimigos, de sobretudo azul, pegou o agente pelos cabelos e o levantou. O outro, de vestido, deu um soco na região abdominal, mas na parte lateral, arremessando Buda contra a caixa do local.

-Maldição, isso é pior do que a aula de otimização... - resmungou Buda, que surpreendentemente ouviu uma resposta vinda da caixa.

-Oi veterano, você falou comigo?

-Como assim, esta caixa fala?

-Sim.

-Como assim? Isso aqui está muito errado.

Os inimigos corriam na direção deles, e ao mesmo tempo pularam para aplicar uma voadora em Buda. Mas a caixa se movimentou e foi atingida pelo golpe duplo, sendo arremessada sobre o agente.

De dentro da caixa, saiu um outro japonês, igualmente dispensável, xingando e reclamando da agressão.

-Vai tomar no seu cu, vem cheirar e chupar meu ânus, caramba.

Buda arregalou os olhos, e percebeu que reconhecia o garoto. Curiosamente, Buda conseguia controlar agora o momento que soltaria ou não fogo pelos olhos, só que naquele momento soltou porque achou que seria divertido. O outro japonês desviou do fogo, mas ficou xingando Buda.

-Puta que pariu, que que eu fiz pra você? Vem lamber meu ânus também.

-Cara, desculpa, mas eu reconheço você, lembro que sua pífia reputação na faculdade te tornou um fortíssimo candidato para ingressar na Equipe C. Lembro que o Mestre havia pedido pro Randon te entrevistar, mas ele não sabia como fazer isso e foi atirar mamão no diretor. Nós podemos nos unir, com certeza podemos derrotar estes dois.

-Hum....você realmente parece ser atraente, espero que me pague com muito amor depois. Sabe...você consegue atirar fogo pelos olhos, e eu também tenho uma habilidade similar. Mas minhas chamas saem por trás, naquele anel... Eu sou o Faulo, já que pelo jeito você não faz ideia de quem eu sou mesmo...

-Bom, saber eu até sei, mas não lembro de mais nada além do que de vista mesmo.

Buda mirou nos inimigos e atirou chamas contra eles. Faulo, o ânus incandescente, também utilizou suas chamas, que se uniram às de Buda, gerando uma enorme bola de fogo, que atingiu os dois inimigos ao mesmo tempo, derrotando-os.

-Até nossas chamas se combinam. Nós daríamos ótimos parceiros anais... - disse Faulo.

-Cara, às vezes parece que você está falando sério. - disse Buda, envergonhado.

-Mas eu falei...

Os dois, meio sem jeito, ficaram sem falar nada por alguns minutos, e subiram as escadas depois.

No salão de festas, 14 procurava por alguma informação que o levasse a Kronos. Mas encontrou Sprite dormindo que nem um porco na mesa de bilhar.

-Acorda, seu vagabundo. - dizia isso enquanto chacoalhava o agente.

Sprite, no entanto, não acordava. Todo babado, se virou e deu de costas para 14, que revoltado deu um soco na mesa, destruindo ela e derrubando o outro agente no chão. Aí sim, Sprite acordou.

-Droga, o que aconteceu?

-Seu idiota, isso aqui não é sala de aula pra você dormir, caramba. Não se esqueça da Primeira Grande Lei de C., jamais durma diante de algo que sirva para diversão. E você dormiu em uma mesa de bilhar. Imagina a quantia de ignorantes que você decepcionou hoje, Sprite. Eu estou decepcionado. - gritava 14, chorando.

-Poxa cara, desculpa mesmo, mas não foi proposital. Eu estava brincando aqui, e de repente apaguei, não faço ideia do que aconteceu.

Um leve aroma de enxofre era perceptível no ambiente. 14 já estava desconfiado, ele sabia que Sprite não era do tipo de agente que quebraria facilmente uma das Leis de C. Ele sabia o quão fiel era Sprite à doutrina vagabundista. Algo estava errado, e isso esclareceu rapidamente. Dois homens, vestindo apenas uma camisa azul, entraram no salão.

-Você atrapalhou a nossa oferenda, jovem garoto, mas não tem problemas, podemos muito bem sacrificar vocês dois para servirem de alimento para o nosso mascote. Nós havíamos utilizados nossos gases para adormecer este agente, e você o salvou, ainda que momentaneamente. Mas agora, não tem mais jeito. Apareça, Quasímodo.

E do teto pulou uma criatua estranha, mas nem tanto. Ela se locomovia de forma zuada, e sem nenhuma graça. Sprite indagou:

-Buda?

-Não é ele, seu estúpido. - resmungou 14 - Este ser aparenta ser muito mais inteligente, e principalmente, não parece ser amigável.

-Hum...é verdade, olhando bem até que realmente não parece....olha, 'não parece' é o cacete, é a cara do Buda. Tem certeza de que não é ele não?

-Absoluta. - respondia 14, com os olhos fechados e respirando profundamente para não explodir.

Os homens de camisa começaram a falar:

-Coma eles, Quasímodo, só assim você terá energias o suficiente para continuar estudando.

Isso revoltou os agentes. Como eles ousavam transformá-los em matéria prima para alguém adquirir conhecimento? 14 gritou "Let it rip", se transformou em uma beyblade, e foi contra Quasímodo. No entanto, o inimigo rebateu com uma de suas patas o golpe, arremessando o peão da casa própria contra Sprite, que caiu sobre um PlayStation 2. O agente começou a chorar dolorosamente e furiosamente se levantou e correu na direção do inimigo, sem nenhuma estratégia aparente.

Quasímodo segurou Sprite com as duas patas e o jogou para cima. Quando o agente estava caindo, a criatura pulou e chutou o agente, fazendo com que ele colidisse agora com a televisão.

-Droga, 14. Assim só restarão estes livros imundos aqui, nós precisamos nos unir para derrotar esta criatura.

-Eu sei, Sprite, e tenho uma ideia. Me preocupo em dizer isso, mas vou precisar da sua ajuda. Corra na direção do inimigo, fingindo que vai atacá-lo. Eu faço o resto.

-Eu...não entendi, explica de novo?

Recebeu um soco na cara, e 14 o empurrou na direção de Quasímodo. Sprite correu na direção do oponente, e se preparou para aplicar seu potente C. Punch. Em um rápido movimento, atingiu a pança inimiga, mas foi surpreendido e teve o ataque repelido contra ele mesmo. Quando Quasímoso se curvou para tentar agarrar Sprite, 14 pulou por cima dele em um ataque rápido e letal. Enfim, quando foi derrotar o oponente, teve seu ataque bloqueado por um dos dois homens de camisa. O outro homem contra atacou e deu uma bundada em 14.

Quasímodo agarrou Sprite e o levantou, sufocando ele. O agente tentou acertar vários C. Punch contra a criatura, mas todos os ataques eram repelidos e retornavam contra o agente. Quando ficou exausto, Quasímodo em um rápido movimento o engoliu o agente.

14, desesperado, se levantou e correu em direção ao enorme monstro, gritando furioso. Novamente, foi repelido por uma patada da criatura. No chão, ele chorava desesperado, por ter perdido diante de seus olhos suas lentes de contato, e só por isso.

O monstro andava na direção de 14, e estava prestes a atacá-lo, quando de repente parou, com uma sensação estranha. O golpe C. Punch de Sprite não tinha um efeito físico apenas, era muito mais psicológico. Quando atingia um oponente, este ficava com 75% a menos de inteligência, ao mesmo passo que potencializava em 65% a estupidez do alvo. Quasímodo não estava se sentindo nada bem, e aos poucos reconheceu que eram fortes dores estomacais que estavam causando tamanho inconforto.

Antes que fizesse qualquer coisa, explodiu e foi destruída (o). Os dois homens de camisa, furiosos, ficaram olhando para o que havia acontecido, e gritaram para Sprite:

-O que você fez, seu assassino?

O Agente grunhiu algumas coisas, rosnou um pouco também, mas nada inteligente. 14, já com as lentes de contatos em mãos, respondeu:

-Eu explico, todos os golpes que ele tentou contra a criatura foram repelidos e se voltaram contra ele próprio. Isso potencializou de forma desproporcional a sua ignorância. A pouco tempo atrás, vocês tinham um monstro e nós éramos os alvos, agora eu tenho um monstro aliado, e vocês serão as vítimas.

Sprite correu na direção dos inimigos, em uma velocidade alucinante. Um dos dois homens de camisa conseguiu, por muito pouco, desviar da investida, mas o outro não teve a mesma sorte, sendo brutalmente golpeado por várias vezes. No entanto, o segundo homem de camisa não teve a sorte por muito tempo ao seu lado, pois o tempo acumulando ignorância havia atingido o limite máximo em 14, e explodiu em forma de uma fera bit, destroçando o oponente.

Continua...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Capítulo 24 - Além dos limites anais


Os agentes correram para dentro da construção, e antes que percebessem (que na realidade não perceberam) acabaram se separando. Jhon automaticamente achou o banheiro, e lá resolveu ficar, para aproveitar o tempo livre. Renanzim, no entanto, chegou em algo que parecia um dormitório, pois estranhamente estava escrito na porta "Dormitório". Logo deduziu que era o momento ideal para realizar seu sonho, urinar em uma cama alheia propositalmente (acidentalmente ele conseguia diariamente). Tirou Renanzim Jr para fora da calça e quando foi cometer o ato, teve seu pênis incinerado, recolhendo-o de volta imediatamente, e caindo para trás. Ainda sem saber direito o que estava acontecendo, gritou:

-Quem é você, o que está fazendo?

Uma voz impotente ecoou pelo quarto:

-Seu vagabundo, isso lá é lugar de mijar? Já não bastasse as fezes humanas ter tomado um dos banheiros, você vem querendo ter esta atitude de delinquente no estabelecimento que sou o responsável pela limpeza?

-É...tendo em vista o local, dá para ver porque você se veste desta forma. - respondeu astutamente o agente, ainda que acidentalmente.

-Como você ousa ridicularizar minhas roupas, logo depois de tentar sujar o quarto?

-Mas meu objetivo era elogiar você... - o ser vestido de Pikachu quis ficar nervoso, mas ao perceber o semblante de piedade mesclado com seriedade de Renanzim, compreendeu que ele dizia a verdade. No entanto, ele sabia que era tarde demais já, e iria atacar o agente com todas as suas forças.

E assim o fez, desferiu um soco bastante potente mirando o rosto de Renanzim, que desviou por milímetros. O agente, que não sabia se aquilo era uma forma de cumprimentar estrangeiros ou se era apenas agressão física, resolveu tentar resolver diplomaticamente a situação, tirando as roupas.

O homem pokemon soltou chamas de uma das mãos, e o agente teve a ligeira sensação que aquilo poderia ser uma briga. No entanto, não se permitiu atingir pelo golpe, e ainda nu, pegou um travesseiro e se protegeu do golpe, jogando o objeto na direção do ser em seguida, atingindo o ânus dele. As chamas não se espalharam, mas um fenômero incomum aconteceu, cresceu um rabo do homem em questão, queimando na extremidade. Era um homem Pikachu vestido de Sailor Moon com o rabo do Charmander.

Renanzim, como não era bobo nem nada (imagina), decidiu que deveria exterminar o inimigo, pois não iria conseguir se lembrar dele depois e muito menos descrevê-lo. Assim, ao eliminar o alvo, ninguém mais questionaria nada e ele estaria em paz novamente. De dentro da boca, retirou uma espada em formato R e com ela realizou um único golpe certeiro, dividindo o inimigo em dois, que ao invés de lavar o quarto com sangue, não derrubou nada, apenas desapareceu. Enfim, o agente urinou na cama.

Randon caminhou até a dispensa. Uma vez lá, foi audaz o suficiente em iniciar uma fogueira, para poder enchergar, mesmo o ambiente estando bastante claro e de luzes acesas. No entanto, ele se incendiou para iniciar a fogueira.

Com uma resistência fora do comum, ele continuava andando, mas com forte sensação de que algo estava bastante quente. Encontrou uma caixa de chocotone em uma mesa, e sem pensar duas vezes foi tentar comer o objeto. Mas foi interceptado por um homem de sobretudo azul.

Randon se esquivou pulando para trás, mas sabia que algo estava errado. Além de sentir um forte calor, ele sabia que aquele chocotone poderia sair voando. De certa forma, ele deduziu que isso era parte do plano do inimigo à sua frente. Sabia que precisava eliminá-lo rapidamente, pois a vida do chocotone estaria em risco caso contrário.

Sem que o cara de sobretudo agisse, Randon assumiu sua forma mais potente, se transformou em Super Inframan e partiu para o ataque, utilizando seus potentes e versáteis lasers estabelecidos no calcanhar. O oponente rapidamente se esquivou, e em seguida começou a arremessar pedaços de papéis higiênicos molhados. Randon se esquivou, mas sorrindo pensou que seria irrelevante se fosse atingido. Ficou parado, sendo atingido por diversos projéteis inimigos.

Ao entrar em contato com o organismo de Randon, os projetéis assumiram uma forma diferente, de um monstro feito de papel higiênico, só que com dentes e que soltavam água pela boca. Atingiram fortemente o agente, que perdeu sua armadura, já completamente destruída. E teve o fogo apagado também.

Ainda com fortes dores, ele tentava se levantar, mas já sentindo um forte alívio com o calor que havia ido embora. Antes que se levantasse, mais uma leva de ataque do inimigo ia em sua direção. Em um primeiro momento, ele esquivou, mas logo depois foi atingido por vários papéis, sendo arremessado para trás, colidindo com uma parede.

O homem de sobretudo se voltou para o chocotone e foi enfim comê-lo. Quando foi estender sua mão para pegar o doce, teve sua mão atingida por um laser. Naturalmente, olhou na direção que Randon estava, e lá viu um homem vestindo um traje preto, mais especificamente a armadura do Super Inframan preta. Era Randon, em uma forma e característica completamente diferente de antes. Antes que o cara de azul atirasse, foi rapidamente atingido por um potente canhão laser, sendo aniquilado por este golpe.

O agente, ainda bastante enfraquecido, foi em direção ao doce e enfim comeu tudo. Mas estava embolorado e envenenado, e o agente explodiu.

Continua...